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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Nos EUA, empresas criam ‘dia da internet lenta’ a favor da neutralidade de rede

10 de Setembro de 2014, 18:40, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Com o objetivo de tentar chamar a atenção dos internautas e mobilizá-los em defesa da neutralidade de rede, grandes empresas e corporações de internet estão se organizando nos Estados Unidos para realizarem nesta quarta-feira (10) um dia de alertas e protestos.

Mozilla, Reddit, Foursquare, Netflix, Kickstarter, Vimeo, Etsy, Namecheap e várias outras companhias vão levantar questões relacionadas à neutralidade de rede em seus sites na esperança que mensagens sejam direcionadas à Federal Communications Commission (FCC) – órgão americano equivalente à Anatel, do Brasil -, ao Congresso dos EUA e à Casa Branca. O trabalho dessas entidades é tentar demonstrar quais as consequências das medidas adotadas pela FCC ao permitir que os provedores disponibilizem “vias expressas” de acesso à rede.

A campanha é liderada pelo Battle for the Net, um site apoiado por instituições como o FreePress, Fight for the Future, Demanda Progress e Engine. No portal é possível encontrar imagens, banners e widgets com o símbolo do clássico carregamento de conteúdo na web – aquele círculo que fica girando para indicar que o vídeo ou imagem está sendo processado. Com essas ferramentas, os internautas que quiserem ajudar a causa poderão se expressar nas redes sociais e em outros sites da web.

Essa não será a primeira manifestação do gênero, mas é a responsável por mobilizar o maior número de empresas. Durante os alertas e protestos, as páginas oficiais das companhias irão simular o carregamento lento de conteúdos em suas páginas, sem, obviamente, prejudicar a qualidade de seus serviços. A ideia é demonstrar como o fim da neutralidade rede pode afetar as plataformas online, uma vez que a proposta da agência reguladora americana é permitir a disponibilização de ligações de baixa velocidade para a maioria dos usuários, mas privilegiando o acesso aos que podem pagar mais por isso.

Além disso, a Mozilla criou um tópico dedicado ao Ask Me Anything (AMA) no Reddit para tirar dúvidas e permitir a interação entre os apoiadores da causa. Alexis Ohanian, cofundador do Reddit, escreveu um artigo no The Verge incentivando empresários da tecnologia a fazer parte dos protestos. O Vimeo também produziu um vídeo explicando a importância da neutralidade e como são necessárias proteções mais eficazes para garantir a igualdade de tráfego de dados na internet.

“É difícil explicar o que é a neutralidade de rede, por isso queremos demonstrar o que está em jogo. Se as pessoas não se unirem em defesa da neutralidade, vamos passar a ver isso com muito mais frequência”, afirmou Evan Greer, do grupo Fight for the Future, ao jornal The Guardian.

O vídeo com a campanha pode ser visto aqui.

Entenda a proposta da FCC

Em abril deste ano, o presidente da FCC, Tom Wheeler, revelou a proposta das novas regras sobre as ofertas de conexões de rede nos Estados Unidos. Se aprovada, a nova lei vai permitir que provedores de banda larga ofereçam privilégios a terceiros, o que antes era ilegal. Com base nessa medida, o acesso a uma conta de e-mail, por exemplo, pode ter uma velocidade menor do que o acesso a um vídeo, que demanda de mais rapidez para carregar.

Os americanos se organizaram e protestaram contra o fim da neutralidade, levando a consulta pública aberta pela agência a receber mais de um milhão de mensagens. A discussão acontece porque depois de a FCC baixar as regras de proibição de provedores de bloquear conteúdos, em 2010, a medida foi parar na Justiça. Agora no início de 2014, uma decisão deu vitória a Verizon, com a Justiça compreendendo que a FCC não teria poderes para impor esse tipo de controle aos provedores de acesso à internet.

Com informações de Canaltech.



Receita Federal começará a testar sistema de tributação de remessas do exterior

10 de Setembro de 2014, 18:37, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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A Receita Federal e os Correios começarão a testar o sistema que visa automatizar a tributação de mercadorias adquiridas no exterior por meio da internet neste mês. Com o novo processo, a expectativa é que aconteça um aumento no número de remessas que terão cobrados os impostos devidos, segundo informa o jornal Folha de S.Paulo.

Através deste sistema, a Receita receberá mais informações sobre o produto antes mesmo que ele ingresse ao país. O grande motivo dessa mudança é justamente impedir a fuga de capital do Brasil, “encorajando” as pessoas a comprarem cada vez mais produtos no próprio mercado brasileiro ao invés de importá-los.

O crescente aumento no número de compras realizadas em sites no exterior, em especial os e-commerces da China que oferecem produtos a preços baixíssimos, foi um dos fatores fundamentais para a adoção desse novo processo.

A importação feita pela web permite que inúmeras mercadorias passem pelo escrutínio da alfândega, livrando-se dos impostos que deveriam ser taxados quando elas entram no país. O sistema atual funciona com amostragem, que verifica fatores como procedência, tamanho dos pacotes e destinatário e se o comprador mora em uma região nobre para a definição da cobrança dos impostos.

Em 2013, entraram no Brasil 20,8 milhões de pacotes, incluindo cartas, produtos e outros tipos de remessas. Esse número foi 44% maior do que no ano anterior. Antes da adesão do novo sistema, o Fisco aplicava o imposto com alíquota de 60% sobre o valor do produto quando ocorria a taxação.

Para que a Receita possa acompanhar o produto desde a sua compra, o governo espera contar com a colaboração das empresas, para que elas declarem o valor da venda e outras informações necessárias a respeito da compra.

Estarão isentas de imposto de importação as mercadorias abaixo de US$ 50 que são enviadas por pessoas físicas, além de produtos desonerados, como medicamentos com prescrição médica e livros.

A adoção do novo sistema, inclusive, demandou a instalação de depósitos de checagem em locais estratégicos em Miami e Hong Kong. Com eles, o objetivo é realizar a triagem inicial das mercadorias adquiridas a partir desses lugares. A expectativa do governo é que a partir de agora haja mais agilidade na entrega das mercadorias do exterior e que seja simplificado o processo como um todo para o consumidor.

Vale lembrar que recentemente os Correios passaram a cobrar uma “taxa de manutenção” de R$ 12 para cada mercadoria tributada. Ao que parece, pelas novas regras e com a adoção do novo sistema de automatização da tributação de mercadorias oriundas do exterior, não será tão barato assim continuar a comprar produtos de outros países.

Fonte: Canaltech



IBM quer usar tecnologia das Bitcoins para a Internet das Coisas

10 de Setembro de 2014, 18:35, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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A Internet das Coisas chegou para ficar, mas ainda enfrenta uma série de problemas, principalmente relacionados à proteção dos dispositivos caseiros conectados a uma rede sem fio. Para muita gente, é uma dificuldade que pode acabar colocando muitos obstáculos à frente de uma adesão maciça da tecnologia, e é um desafio que, para a IBM, tem como resposta o Adept.

O sistema proposto pela marca pode ser descrito como uma mistura entre a tecnologia BitTorrent, para troca de arquivos diretamente entre dispositivos, com a arquitetura Block Chain usada, principalmente, nos sistemas de verificação de Bitcoins. Tudo isso, unido a um protocolo mais seguro de troca de informações, é a proposta da IBM para uma Internet das Coisas mais segura e conectada. As informações são do GigaOm.

O funcionamento é um tanto quanto complexo. Basicamente, o Block Chain é um sistema de rastreamento das trocas de dados entre diversos elementos, sejam eles usuários, sistemas conectados, dispositivos e tudo mais. A proposta é que todos os envolvidos nesse processo tenham acesso às permissões e informações de acordo com um controle central, que pode ser feito de forma automática ou pelo próprio usuário, como é a ideia por trás do Adept.

Assim, um termostato, por exemplo, armazenaria em si mesmo todas as informações sobre os usuários que podem utilizá-lo, sem a necessidade de comunicação com a nuvem. O mesmo vale para os smartphones e tablets do dono da casa, que também poderia autorizar manualmente novos indivíduos para utilizarem o sistema. A alteração seria baixada automaticamente em todos os aparelhos envolvidos no sistema e não exigiria uma conexão constante com a nuvem para funcionamento.

É aqui que entra também a tecnologia do BitTorrent já que, mesmo com a conexão a um servidor central, os aparelhos também poderiam trocar informações uns com os outros. Tudo isso aconteceria em uma arquitetura segura e protegida, pelo menos na teoria, e de forma a garantir que a rede só pudesse ser acessada por aparelhos autorizados e reconhecidos por todos.

Há, porém, uma questão importante. Segundo a IBM, o Adept não funciona em dispositivos com processadores de 8-bit, comuns entre os aparelhos de baixo preço. Por outro lado, a empresa acredita que esse tipo de arquitetura não deve estar disponível por muito tempo e, assim como no caso de praticamente todo produto tecnológico, ganhar novas e mais arrojadas versões, com componentes de poder maior sem que o preço necessariamente suba na mesma proporção.
Direto ao ponto

Para Paul Brody, diretor de mobile e internet da IBM, basear todos os dispositivos da Internet das Coisas é uma ideia pouco prática. Uma lavadora de roupas, por exemplo, não precisa de toda uma arquitetura online apenas para ser controlada à distância, assim como luzes, fornos e qualquer outro aparelho doméstico desse tipo.

O Adept vai justamente na contramão disso e apresenta uma alternativa simples e de fácil manutenção, que não exige o cuidado constante com servidores e infraestrutura para suportar eletrodomésticos. As redes deixam de ser globais e passam a ser locais, o que acaba caindo bem aos olhos de defensores da privacidade e usuários preocupados com a integridade dos próprios dados.

É sobre esse segundo aspecto que Brody lança um olhar cético. Para ele, o volume de informações fornecidas por dispositivos da Internet das Coisas é pequeno e básico demais para constituir algo de valor para publicidade direcionada ou outros fins. Assim, é um modelo de negócios que não vai se sustentar no longo prazo, e o ideal é que as empresas percebam isso antes que seus clientes comecem a comprar dispositivos e acabem com um elefante branco nas mãos.

Fonte: Canaltech



Vem aí a GNUGRAF 2014

10 de Setembro de 2014, 18:30, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Pessoal as inscrições para o GNUGRAF 2014 já estão bombando. Não perca tempo e fala reserve logo a sua vaga.

Para quem ainda não conhece o GNUGRAF, ele é o primeiro evento de computação gráfica com software livre do Brasil. O evento é totalmente direcionado para profissionais da área de Áudio, Animação, Vídeo, Produção Gráfica e Design de Jogos.
A estrutura do evento conta com 18 palestras e 12 minicursos ministrados em 2 dias tudo GRATUITO para o público.
Serviço:
19/09/14 e 20/09/14
das 09 às 20
Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n
Centro – Niterói/RJ
Atrás do terminal rodoviário.
Maiores detalhes: http://gnugraf.org


Csstidy: analisador e otimizador de código CSS

9 de Setembro de 2014, 7:45, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

css3_logo

O aplicativo csstidy é um analisador e otimizador de código css. Está disponível como código executável para os ambientes Windows, GNU/Linux e OSX). Pode ser usado tanto através da linha de comandos como na forma de um script PHP.

Rodando o comando na folha de estilos da Dicas-L, além de aprender mais um pouco sobre a melhor forma de codificar o css, dá para ver também que é possível diminuir bastante o tamanho do arquivo.

Abaixo, um pequeno trecho das modificações sugeridas pelo programa:

  csstidy style.css Style.css 
  
  Selectors: 42 | Properties: 193
  Input size: 5.707KiB  Output size: 4.091KiB  Compression ratio: 28.32%
  -----------------------------------
  
  4: Optimised number: Changed "0px" to "0"
  5: Optimised number: Changed "0px" to "0"
  14: Optimised color: Changed "black" to "#000"
  16: Optimised color: Changed "rgb(255,255,255)" to "#FFF"
  55: Optimised number: Changed "0px" to "0"
  55: Optimised shorthand notation (margin): Changed "0 0 0 0" to "0"
  56: Optimised number: Changed "0px" to "0"
  93: Optimised shorthand notation (margin): Changed "10px 10px 10px 10px" to "10px"
  94: Optimised number: Changed "0px" to "0"
  97: Invalid property in CSS2.1: border-radius
  98: Optimised color: Changed "#888888" to "#888"
  98: Invalid property in CSS2.1: box-shadow
  100: Optimised color: Changed "black" to "#000"
  101: Optimised color: Changed "yellow" to "#FF0"
  106: Optimised color: Changed "#3300CC" to "#30C"
  108: Optimised font-weight: Changed "normal" to "400"
  113: Optimised color: Changed "white" to "#FFF"
  227: Fixed invalid color name: Changed "lightgrey" to "#D3D3D3"

A primeira coisa notada é a taxa de compressão obtida: 28.32%. É muita coisa, principalmente levando-se em conta que a folha de estilos é carregada em cada página que o servidor web oferece. O benefício é duplo, as páginas de seu site irão carregar mais rapidamente, proporcionando uma melhor experiência aos seus usuários e o seu uso de banda será reduzido.

Outro exemplo, na definição do parâmetro margin, eu costumo especificar os quatro valores: margens esquerda e direita, e margens superiores e inferiores. Se o valor for o mesmo, basta especificar apenas uma vez que por padrão os demais campos assumem o mesmo valor.

  55: Optimised shorthand notation (margin): Changed "0 0 0 0" to "0"

Para instalar em sistemas Debian GNU/Linux e derivados, digitar:

  $ sudo apt-get install csstidy

Com informações de Dicas-L.