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abril 3, 2011 21:00 , por Desconocido - | No one following this article yet.

Novo edital do Praças Digitas reforça defesa da neutralidade de rede

junio 21, 2013 10:15, por Desconocido - 0no comments yet

08-05-2013_wi-fi

A Secretaria Municipal de Serviços e a Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam) colocaram em consulta pública uma nova versão do edital do projeto Praças Digitais, que prevê a criação de 120 áreas com WiFi gratuito na cidade. Além da alteração de vários endereços em relação ao texto anterior, foi acrescentado ao texto um artigo para garantir que seja respeitada a neutralidade de rede.

O item 3.3.4 afirma: “Não é permitido realizar traffic shaping, qualquer tipo de bloqueio de tráfego, guarda de logs de navegação ou outros mecanismos que violem a neutralidade da rede, a privacidade dos usuários ou a liberdade de uso da internet”. As empresas vencedoras deverão garantir também a confidencialidade dos dados dos usuários, sendo vedada comercialização das informações para fins comerciais, publicitários ou estatístico. Apenas a Prefeitura poderá ter acesso a dados de navegação, mediante pedido judicial ou administrativo vinculante.

Durante o período anterior que esteve em consulta pública, o edital do projeto recebeu mais de trezentas contribuições, entre pedidos de esclarecimento e sugestões. Todas foram respondidas pelos técnicos da Secretaria de Serviços e da Prodam. O documento com os questionamentos, sugestões e respostas pode ser visto aqui. A velocidade mínima efetiva de conexão foi mantida em 512Kbps, assim como o uso será irrestrito a qualquer cidadão.

Também foi reduzido de dois para um o número de lotes que uma empresa poderá administrar. Para ampliar a concorrência, a Secretaria acrescentou ao texto regras para a formação de consórcios. Também foi retirada a exigência de uso da tecnologia WiFi 802.11ab. Os padrões exigidos serão IEEE 802.11a, 802.11b. 802.11g e 802.11n. A medição da qualidade, conforme divulgado na última semana, ganhou um artigo, e ficará a cargo do Sistema de Medição de Tráfego Internet (Simet), desenvolvido pelo NIC.br.

Com informação de ARede.



No Brasil, 74,9 milhões de pessoas nunca usaram a internet

junio 21, 2013 10:12, por Desconocido - 0no comments yet

15-02-2013_internet

Pesquisa divulgada hoje pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) aponta que 74,9 milhões de brasileiros nunca acessaram a internet. O número equivale a 45% da população. O estudo foi feito entre 1º de setembro de 2012 e 13 de fevereiro de 2013. Foram realizadas mais de 17 mil entrevistas, em todo o Brasil.

Outra constatação foi que 49% dos brasileiros com 10 anos ou mais usam internet, superando pela primeira vez aqueles que nunca acessaram a rede (45%). Entretanto, ainda é muito grande a diferença na proporção de domicílios com acesso à Internet entre as áreas urbana (44%) e rural (10%).

A TIC Domicílios 2012 revela também que o acesso à Internet em lanhouses caiu e que o domicílio continua crescendo como principal local de conexão. Outro destaque fica por conta do aumento da proporção de domicílios conectados à Internet na região Nordeste, que em 2012 atingiu 27%.

Os dados mostram também que houve um aumento na proporção de domicílios com acesso à internet nas cinco regiões geográficas brasileiras. Em 2012, 40% dos domicílios brasileiros já tinham acesso à internet. Em 2011, esse número era de 36%. A região Sudeste permanece com a proporção mais alta de acessos (48%), seguida pelas regiões Sul (47%), Centro-Oeste (39%), Nordeste (27%) e Norte (21%). O maior crescimento ocorreu na região Nordeste, que passou de 21% em 2011 para 27% em 2012.

A pesquisa registra o uso de tecnologia nos domicílios brasileiros, mas também levanta dados de acesso em locais como lanhouses e por meio de dispositivos móveis, como computadores portáteis e celulares. O local de acesso mais citado (74%) continua sendo o próprio domicílio.

O acesso em lanhouses caiu oito pontos percentuais e chegou a 19% em 2012. Porém, entre as classes D e E, esse continua sendo o local de acesso mais citado na pesquisa. O acesso à rede nos telecentros caiu dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Este ano, 4% das pessoas afirmaram usar centros públicos de acessos gratuito, ante 6% na edição 2011 do estudo.

Aumentou, ainda, a presença de tecnologias móveis nas casas. Entre os domicílios que têm computador, a metade tem um computador portátil: a proporção cresceu de 41% para 50%. A proporção de usuários de telefone celular que acessam a internet por smartphone cresceu em 2012, alcançando 24%. Em 2011, esse tipo de uso era menos comum (18%).

Perfil do internauta
Um dado interessante que ajuda a entender o perfil de quem está conectado à Internet nos domicílios brasileiros é a diferença de acesso entre as áreas urbanas e rurais. O uso de internet nas áreas urbanas é maior (54%) do que na zona rural (18%). Proporcionalmente, a maioria dos indivíduos que nunca usaram a Internet vive na zona rural (77%), mas em números absolutos a maioria está na zona urbana (56 milhões). O acesso a essas tecnologias na área rural permanece praticamente estável ao longo da série histórica (18%), desde 2008.

O CETIC.br também pesquisou a velocidade e as questões de infraestrutura da rede. Aumenta ao número de pessoas que navegam na internet todos os dias. Em 2008, eram 53% dos internautas. Em 2012, 69%. A faixa de maior velocidade da conexão, acima dos 2 Mbps, cresceu, entre 2008 e 2012, de 6% para 32%. Mas 9% das pessoas ainda usam internet com velocidades de até 256 kbps. E 20% têm conexão entre 1 Mbps e 2 Mbps.

Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) observa: “A frequência de uso diária e a velocidade da conexão vêm crescendo de forma significativa entre os usuários de internet no Brasil. Isso implica oportunidades para o uso de novas aplicações”.

Para ele, os números mostram a dificuldade dos governos em desenvolver políticas públicas de inclusão. “As políticas não estão dando conta de resolver o problema. Desoneração, banda larga popular atingiram principalmente os mercados já desenvolvidos do Sul e Sudeste”, diz Barbosa, para quem políticas como o uso do 4G para ampliar a banda larga rural ainda vão demorar cerca de dois anos para surtir efeito.

Com informações de ARede.



Inscrições online para o fisl14 vão até domingo, 23/06

junio 20, 2013 13:08, por Desconocido - 0no comments yet

16-03-2013_fisl-logo

As inscrições online para a participação na 14a edição do Fórum Internacional Software Livre (fisl14) serão encerradas no próximo domingo, 23 de junho. O cadastro ainda pode ser realizado na página de inscrições. Até a data limite, o preço da inscrição vai de R$ 115,00 (preço com 50% de desconto para estudantes e caravanas de participantes) a R$ 230,00. Após essa data as inscrições poderão ser feitas no próprio local do Fórum, no Centro de Eventos da PUCRS e custarão de R$ 140,00 a R$ 280,00. Também ainda estão disponíveis as inscrições para Grupos de Usuários (GUs).

Em 2013, as atividades serão distribuídas em dez trilhas principais: Academia Livre, Administração, Desenvolvimento, Educação, Encontros Comunitários, Hardware Livre, Jogos e Multimídia, Negócios e Tópicos Emergentes e a  trilha Aaron Swartz, além da apresentação de pesquisas acadêmicas no WSL, o Workshop Software Livre, que reunirá pesquisadores de diversos países.

Com informações do fisl14.



Lançado Ardour 3.2 com suporte a vídeo

junio 20, 2013 12:56, por Desconocido - 0no comments yet

ardour

Paul Davis, o desenvolvedor líder do Ardour, anunciou recentemente o lançamento da versão 3.2 de sua estação de trabalho de áudio digital de código aberto (DAW – Digital Audio Workstation). A adição de maior destaque nessa versão é o suporte para vídeo, uma funcionalidade na qual o desenvolvedor Robin Gareus “esteve trabalhando por alguns anos”, de acordo com Davis. O suporte para vídeo permite que os usuários do DAW possam extrair, editar e mixar de forma fácil as trilhas de áudio associadas com o vídeo, enquanto são capazes de ver o vídeo em um preview.

A nova funcionalidade de vídeo pode apresentar trilhas de vídeo importadas com granularidade frame-by-frame em uma timeline, além de permitir que os usuários possam travar as trilhas de áudio para frames de vídeo individuais. Após o trabalho de edição ter sido finalizado, os usuários podem então exportar a trilha de áudio mixada para o novo arquivo de vídeo.

A funcionalidade foi projetada de forma modular e várias estações de trabalho podem ser combinadas para que assim uma delas apresente a timeline do vídeo enquanto outra permite que o usuário possa editar o áudio. Um servidor de vídeo dedicado também pode ser adicionado para essa configuração, que então cuidará do processo de decodificação e arquivamento atual dos arquivos editados e seus ativos. Porém, o desenvolvedor destaca que, atualmente, o Ardour não oferece a capacidade de edição de vídeo.

Dentre outras alterações no Ardour 3.2, destacamos a capacidade de encadear vários plugins LV2, um workflow de gerenciamento de janelas e alguns tweaks de interface de usuário. Os desenvolvedores também corrigiram um número de bugs e implementaram melhorias nas traduções para o Alemão e o Francês no programa.

O código fonte do Ardour 3.2 está disponível para download do web site do projeto sob a licença GPLv2 ou superior. Já os binários “prontos para rodar” podem ser adquiridos mediante pagamento do tipo “pague-quanto-puder”, iniciando do mínimo de US$ 1,00 (um dólar norte-americano), e os usuários também podem se cadastrar para efetuar pagamentos de US$ 1, US$ 4 ou US$ 10 por mês como suporte para o desenvolvimento desta aplicação. O modelo de assinatura foi criado para permitir que Davis possa trabalhar no Ardour em tempo integral.

Com informações de The H Online.



Comissão de Relações Exteriores se opõe a exclusividade do registro do termo ‘amazon’ na internet

junio 20, 2013 12:28, por Desconocido - 0no comments yet

18-05-2013_bandeira-do-brasil

O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE), senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) pediu, nesta quinta-feira (20), que a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) elabore um posicionamento oficial da comissão quanto ao pedido da empresa Amazon de exclusividade sobre o termo amazon na internet. O pleito da empresa americana, criticado por senadores e embaixadores, foi tema de audiência pública na comissão nesta manhã.

O pedido de registro do termo está em processo de avaliação na ICANN, sigla em inglês de Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números, e já foi contestado por Brasil e Peru. Caso seja aprovado o pedido de registro, o termo amazon será de uso exclusivo da empresa, em detrimento de interesses do Brasil e dos demais países que compõem a Amazônia Global. Qualquer organização desses países que quiser registrar um site com o final .amazon terá de pedir autorização prévia da empresa comercial detentora do domínio.

Ao final da audiência pública, a CRE aprovou ainda um voto de apoio e solidariedade aos membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), elaborado pela senadora Vanessa Grazziotin e relatado pela senadora Ana Amélia (PP-RS). Para Ana Amélia, a exclusividade do domínio .amazon seria mais maléfica que a proteção de outras palavras que já entraram em brigas de patentes, como “cupuaçu”.

- A palavra engloba todo um bioma, contendo flora, fauna, produção extrativa, conhecimentos tradicionais, cultura, enfim, uma complexidade de componentes, muitos dos quais utilizam a palavra “Amazônia” em sua denominação e cuja utilização poderia vir a ser ameaçada caso se propicie a pretendida proteção – afirmou Ana Amélia.

O processo na ICANN

A ICANN abriu um processo para registro de domínios (nomes ligados a endereços eletrônicos) na internet de janeiro a abril de 2012. Segundo o representante do Brasil na ICANN, embaixador Everton Lucero, foram feitos 1930 pedidos, entre eles, o da empresa Amazon pelo registro do termo amazon.

O pedido da empresa americana ainda está em processo de avaliação. De acordo com Lucero, durante o processo, é possível contestar os pleitos, o que já foi feito por Brasil e Peru por meio de um aviso prévio no caso do pedido da empresa americana.

- Em si, o aviso prévio não significa um veto. Ele significa que aquele que está pleiteando o nome saberá previamente que há uma preocupação a respeito – explicou.

O diretor do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do Ministério das Relações Exteriores (MRE), embaixador Benedicto Fonseca Filho, afirmou  que já houve duas tentativas de consenso entre a empresa americana e os membros da OTCA , sem sucesso. A próxima tentativa será na reunião da ICANN em Durban, na África do Sul, que será realizada em julho. Em agosto essa avaliação inicial de cada pedido feito à ICANN deve ser concluída.

Preocupação do Brasil

Fonseca Filho deixou claro que não há um litígio entre a empresa Amazon e o governo brasileiro. No entanto, ele se mostrou preocupado com alguns direcionamentos e decisões da ICANN contrários a recomendações do Comitê Gestor de Governos (GAC) da própria instituição.

- Houve um tempo longo em que houve um certo pacto de cavalheiros em que as recomendações do comitê governamental eram seguidas pela ICANN. Isso, a partir de 2011, deixou de acontecer – afirmou.

O embaixador do MRE explicou que, em 2007, quando as regras do processo de registro de domínios estavam sendo discutidas, o Comitê Governamental fez uma recomendação à direção da ICANN para que não fossem objeto de pedido de registro os nomes ligados ao patrimônio, geografia e cultura dos países.  Segundo ele, essa recomendação não foi atendida e é a raiz do problema.

Fonseca Filho disse ainda que o Brasil mantém uma crítica à ICANN pelo fato de ela estar constituída sob a legislação dos Estados Unidos. Segundo ele, no caso de um litígio jurídico entre os países amazônicos e a empresa Amazon, quem decidiria seria um juiz da Califórnia.

- Essa situação nos parece absurda e o governo brasileiro desde o início tem contestado isso – afirmou.

Everton Lucero afirmou, no entanto, que como ainda não foi tomada nenhuma decisão de registro de domínios, não se pode dizer que a entidade vai desconsiderar as orientações do Comitê Gestor. Ele disse que levará todas as preocupações à alta direção da corporação e garantiu que a ICANN levará em consideração as questões políticas envolvidas no caso.

Soberania ameaçada

Para o secretário-geral da OTCA, embaixador Robby Ramlakha, depender de uma empresa comercial que não tem nada a ver com a Amazônia ameaça a soberania dos países amazônicos.

- Para nós, oito países independentes, soberanos, pedir permissão a essa empresa para proteger o nosso domínio, para proteger a nossa identidade, a nossa cultura, vai longe de mais – afirmou.

Durante a audiência, a senadora Vanessa Grazziotin anunciou a campanha, lançada nesta quarta-feira (19), que está recolhendo assinaturas contra o pleito da empresa Amazon. Para participar, basta acessar o endereço eletrônico www.nossaamazonia.org.br. As assinaturas recolhidas serão entregues na reunião do Comitê Gestor de Governos (GAC) da ICANN na reunião de Durban, na África do Sul.

Com informações da Agência Senado.