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Em Tempo de Espionagem

10 de Julho de 2013, 8:43 , por Castor Filho - 0sem comentários ainda | No one following this article yet.
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Opinião da redecastorphoto: Paulo Bernardo, Helena Chagas, pelo menos estes “ministros” do governo Dilma Rousseff fazem parte da QUINTA COLUNA implantada no Brasil por empresas multinacionais, principalmente dos EUA e Europa.


Fazem parte dessa QUINTA COLUNA todas as AGÊNCIAS REGULADORAS de serviços públicos criadas nos desgovernos do PSDB de Fernando Henrique Cardoso (ANATEL, ANAC, ANP, ANEEL, ANS, ANVISA, ANA, ANCINE, ANTAQ, ANTT) e seus respectivos ministérios.


Nem o Governo Lula e muito menos o governo Dilma foram capazes de nomear pessoas capazes de enfrentar essa VERGONHA NACIONAL. Todas essas agências, ao invés de defender o interesse nacional e consequentemente o povo brasileiro, procuram privilegiar PÉSSIMOS serviços públicos em todas as áreas, notadamente aqueles prestados por empresas MULTINACIONAIS.


Face os últimos acontecimentos envolvendo as denúncias de Edward Snowden assistimos, perplexos, o "nosso" ministro QUINTA COLUNA (foto abaixo), defendendo o embaixador dos EUA, Thomas Shannon, e também os EUA das gravíssimas acusações de espionagens a “grampos” contra autoridades brasileiras DENTRO de território nacional.


Desagradável surpresa tivemos com o Ministro da Defesa, Celso Amorim ao aceitar pressão de chefetes MILICANALHAS contra os trabalhos da Comissão da Verdade implantada pela presidenta Dilma Rousseff. Essa atitude de Celso Amorim causou a demissão de um dos mais categorizados elementos da Comissão.


Não podemos jamais esquecer que os MILICANALHAS brasileiros são piores ainda que CIVIS. Eles voltam armas que lhes foram confiadas pelo POVO BRASILEIRO contra este mesmo POVO. São assassinos e torturadores covardes.


Os MILICANALHAS fizeram isso desde que foram comandados pelos EUA na 2ª. Guerra e prestam essa obediência até hoje. Obediência SEDICIOSA que causou, entre muitas outras desgraças, o suicídio do Presidente Getúlio Vargas e o famigerado golpe MILICANALHA de  1964.

 


"Ministro" Paulo Bernardo

 

Publicado em 09/07/2013 por Mário Augusto Jakobskind [*]

 

Tempos movimentados têm sido estes. A começar pela grave denúncia formulada pelo ex-agente da CIA, Edward Snowden, ao revelar informações da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, segundo as quais bilhões de e-mails e telefonemas foram espionados no Brasil, o país latino-americano mais monitorado pelo serviço de inteligência norte-americano. E de que em Brasília havia uma base de espionagem dos Estados Unidos, bem como embaixadas brasileiras foram espionadas.

 

O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (foto), num primeiro momento demonstrou “surpresa” e admitiu que se houver empresa brasileira envolvida “configura crime”.

 

Mas em que planeta vive Paulo Bernardo? Será que ele nunca levou em conta de que já pairavam suspeitas, nunca checadas pelo governo, da ação dos serviços de inteligência dos Estados Unidos no Brasil?

 

Será que Paulo Bernardo tem a memória tão curta assim para não se recordar da tragédia ocorrida na Base de lançamentos de foguete de Alcântara, no Maranhão? E que alguns técnicos acusaram diretamente serviços de inteligência estrangeiros, sobretudo a CIA, pela explosão, que não só congelou as experiências que estavam sendo feitas por brasileiros, como provocou a morte de cientistas.

 

Será que Paulo Bernardo nem ouviu alguns próceres do PT que também denunciaram e pediram investigações rigorosas sobre a tragédia? Como as conclusões das investigações não convenceram, até hoje paira suspeita de que o acidente pode ter sido provocado pela CIA.

 

Será que o Ministro das Comunicações desconhece declarações recentes do Ministro da Defesa, Celso Amorim segundo as quais em duas ocasiões pensou que estavam grampeando o seu telefone, uma vez quando era embaixador do Brasil na ONU e tinha sido encarregado de três comissões sobre o Iraque. Segundo Amorim o seu telefone começou a fazer um ruído muito estranho que só parou quando terminou o trabalho da comissão. Bernardo não leu a entrevista concedida pelo Ministro ao jornal Folha de S. Paulo?

 

As recentes denúncias de Snowden estão na ordem do dia do noticiário. Vão render e merecem ser investigadas com todo o rigor, bem como se exige um posicionamento firme do governo brasileiro por esta intromissão indevida nos assuntos internos da nação.

 

É preciso investigar também se o monitoramento continua. Mas o melhor a ser feito neste momento é tirar do circuito o Ministro Paulo Bernardo, que ao comentar os fatos na Rede Globo, parecia mais um advogado do embaixador norte-americano, Thomas Shannon do que um representante do governo brasileiro.

 

É claro que não é de hoje que acontecem intromissões estadunidenses. Em 1954, a CIA esteve presente nas tentativas de desestabilização do governo Getúlio Vargas, como confirmam documentos tornados públicos nos Estados Unidos.

 

Em 1964, os golpistas tiveram o apoio norte-americano tendo o Pentágono enviado para as costas brasileiras navios de guerra para garantir a derrubada do Presidente constitucional João Goulart e a instalação de um regime ditatorial sob o comando de civis e militares submissos aos interesses de Washington. Será que Paulo Bernardo desconhece história?

 

Como o Brasil foi considerado pêndulo da América Latina, como disse o então Presidente Richard Nixon, “para onde caminha o Brasil caminha o continente latino-americano”, o governo dos EUA continuou a agir com seus arapongas, muitos deles disfarçados e até contando com a ajuda de brasileiros nefastos e mercenários.

 

Em outros momentos da história da América Latina, vale o registro de fatos, como o de que alguns órgãos de imprensa receberam apoio financeiro da Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA), como El Mercurio, do Chile, contemplado com 1,5 milhões de dólares. A publicação, por sinal, apoiou desde a primeira hora o golpe que derrubou o Presidente Salvador Allende.

 

Uma pergunta que não quer calar: quantos outros órgãos de imprensa de mercado receberam também a ajuda?

____________________

 

Mário Augusto Jakobskind [*] correspondente no Brasil do semanário uruguaio Brecha. Foi colaborador do Pasquim, repórter da Folha de São Paulo e editor internacional da Tribuna da Imprensa. Integra o Conselho Editorial do seminário Brasil de Fato. É autor, entre outros livros, de América que não está na mídia e Dossiê Tim Lopes - Fantástico/IBOPE.

 

 

Enviado por Direto da Redação


Tags deste artigo: helena chagas paulo bernardo imprensa-empresa direto da redação jakobskind agências reguladoras milicanalhas

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