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Reconhecimento internacional para educação brasileira

July 22, 2012 21:00 , von Castor Filho - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Coluna Econômica - 23/07/2012

 

Estudo de desempenho de alunos da 4a a 8a série em 49 países mostrou que Letônia, Brasil e Chile foram os três países com maior avanço no período 1995-2009.

Esses dados fazem parte do relatório “Achievement Growth International and U.S. State Trends in Student Performance”, dos professores Eric A. Hanushek, Paul E. Peterson e Ludger Woessmann, das Universidades de Harvard, Stanford e da Universidade de Munique.

Pelo estudo, os EUA ficaram em 25o lugar.


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Esse relatório foi lançado pelo Programa Harvard Sobre Educação Política e Governança  (PEPG).


Os resultados são baseados em 28 testes de matemática, leitura e ciência do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) ao longo do período 1995-2009. Depois disso, os autores determinaram uma média e um desvio padrão para cada teste, permitindo fixar as tendências.

No caso dos EUA, foram levantados resultados de 41 estados ao longo de 1992 a 2011.

 

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Nos Estados Unidos, o desempenho tem melhorado anualmente a uma taxa de 1,6%. Em 14 anos, os ganhos são de 22%, ou equivalente a um ano de aprendizado.
Já em três países - Letonia, Chile e Brasil - a melhora tem se dado a um ritmo de 4% ao ano. Em outros 8 países - Portugal, Hong Kong, Alemanha, Polónia, Liechtenstein, Eslovénia, Colômbia, Lituânia - a um ritmo duas vezes superior ao dos EUA. Nesses 11 países, os ganhos de aprendizagem correspondem a dois anos.

 

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O estudo constata uma realidade bastante heterogênea nos EUA.

O melhor desempenho foi de Maryland, seguido da Flórida e de Delaware. Entre os que ficaram acima da média, Massachusetts, Louisiana, Carolina do Sul, Nova Jersey, Kentucky, Arkansas e Virgínia.

 

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Em comparação com os ganhos feitos por alunos de outros países, o progresso "dentro do Estados Unidos é medíocre, não estelar ", observa Peterson, professor de Harvard.

O estudo é crítico em relação à fixação de metas de educação nos EUA. Em muitos estados fixam-se metas “muitas vezes utópicas e não realistas”.

 

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Até algum tempo atrás eram comuns promessas como “tornar os EUA o primeiro do mundo em matemática e ciências até o ano 2000”. Agora, caiu-se na real. As metas, muitas vezes, são as de, em um prazo de 15 a 20 anos, “trazer os EUA para o nível dos países líderes em melhoria”.

 

Em muitos estados, há em andamento medidas de reforma da educação. Não se encontrou nenhuma correlação significativa entre aumento dos gastos com educação e ganhos de pontuação no teste.

 

Em alguns estados, como Maryland, Massachusetts, e New Jersey, o aumento de gastos se refletiu na melhoria de desempenho. Mas o mesmo não ocorreu em Nova York, Wyoming, Virgínia Ocidental.

 

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O estudo separa países que partiram de bases baixas (como o Brasil) e países já com boa pontuação. E tenta identificar onde se dá o chamado "catch-up" - processo de recuperar o tempo perdido.


Identificou-se o catch-up na Letônia, Chile e Brasil. Mas também ocorreu em países já avançados, como Hong Kong e Alemanha.

 

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De qualquer forma, é o reconhecimento de que o grandes esforço das últimas décadas está frutificando.

 

IPCA-15 sobe 0,33% em julho

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) atingiu 0,33% no mês de julho, superior à taxa de 0,18% de junho, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).  Com isso, o total acumulado no ano ficou em 2,91%, abaixo de igual período de 2011 (4,20%). Na perspectiva dos últimos 12 meses, o IPCA-15 ficou em 5,24%. Alimentação e bebidas (de 0,66% para 0,88%) e despesas pessoais (de 0,34% para 0,92%) foram os grupos que apresentaram as maiores taxas no mês.

 

Prévia de sondagem industrial cai 0,3%

 

A prévia da Sondagem da Indústria de julho sinaliza um recuo de 0,3% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) na comparação com o número final do mês anterior, ao passar para 102,9 pontos. Com o resultado, o ICI registraria a segunda queda consecutiva no ano e o menor índice desde fevereiro passado. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice da Situação Atual baixou 1,1%, para 103,3 pontos, e o Índice de Expectativas (IE) cresceu 0,5%, para 102,5 pontos.

 

Espanha deve encolher 0,5% em 2013

 

A economia da Espanha deve apresentar uma retração de 0,5% no ano de 2013, depois da contração de 1,5% apurada este ano, segundo dados revisados e divulgados pelo governo do país, e que serão utilizados para estruturar o orçamento do próximo ano. O governo espera que a economia avance 1,2% em 2014 e 1,9% em 2015. Já o patamar de desemprego do país pode atingir 24,6% este ano, antes de cair para 24,3% no ano que vem, e recuar para 23,3% em 2014.

 

Petrobras aprova contratos para construção de plataformas do pré-sal

 

A Petrobras aprovou a assinatura de dez contratos para a construção e integração dos primeiros seis módulos topside (planta de processo, utilidades e alojamento) das oito plataformas replicantes do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás). O valor envolvido na operação chega a US$ 4,5 bilhões. As unidades estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos localizados na Bacia de Santos.

 

Demanda doméstica vai puxar economia, diz FMI

 

A economia brasileira deve acelerar neste semestre, impulsionada pela demanda interna por produtos e serviços, segundo avaliação divulgada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Em relatório, a entidade afirma que a economia brasileira pode crescer 4% no último trimestre deste ano, em parte pela base de comparação fraca dos últimos três meses do ano passado e também pelos efeitos da política de corte de juros na economia. Para 2013, o FMI projeta crescimento de 4,6%.

 

Governo reduz previsão de crescimento para 3%

 

A equipe econômica reduziu para 3% a previsão oficial de crescimento da economia para este ano. O número consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, divulgado pelo Ministério do Planejamento. No relatório apresentado no fim de março, o governo previa expansão de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB). O relatório manteve em 4,7% a projeção de inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano.

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