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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 2 people following this article.
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9 de Julho: quando os paulistas comemoram uma derrota

9 de Julho de 2019, 23:04, por Feed RSS do(a) News

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…

 

Por Sergio Caldieri – de Niterói

 

Na Revolução Constitucionalista de 1932, marcou a insurgência do povo paulista contra o resto do país, que buscava a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova Constituição.

Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos.Era o início, em 1932, de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir Vargas e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos

Os paulistas nunca engoliram Getúlio Vargas na destruição da política do café paulista com o leite mineiro, em 1930. E com isto, o nome de Getúlio Vargas foi banido das ruas, praças, avenidas, escolas, faculdades, universidades, hospitais, prédios, bairros, cidades, etc…etc…

O ex-governador Armando Salles de Oliveira convocou os escritores das academias e do instituto histórico de São Paulo, Afonso d´Escragnoll​e​ Taunay, Alfredo Éllis Jr., Alcântara Machado, Paulo Prado, Cândido Mota Filho, Cassiano ​Ricardo ​e outros.

Realeza

Era o início de uma lavagem cerebral com o objetivo de destruir o Getúlio Vargas do mapa, e endeusar os bandeirantes assassinos de índios durante mais de 100 anos. Além de roubarem as pedras preciosas e ouros das nossas Minas Gerais, Goiás e outros estados.

As toneladas do metal dourado serviram para reconstruir as cidades e as igrejas ornamentadas de ouro depois do terremoto de Lisboa, em 1755. E ainda sobrou tanto ouro que mandaram para a pobrezinha Inglaterra, que deveria ser para fabricação de dentadura de ouro para a realeza.

Os escritores amestrados globalizaram os bandeirantes em materiais escolares, hinos, matérias em jornais, revistas e tudo quanto é propaganda, além nas rodovias paulistas com os nomes de Anhanguera, Raposo Tavares, Fernão Dias, Pedro Taques, Bandeirantes e os Monumento às Bandeiras do Victor Brech​e​ret e a horrorosa estátua de Borba Gato.

‘Bueno’

​​ ​Getúlio descendente de um bandeirante​.

​O filho de Getúlio Dorneles Vargas, Lutero Sarmanho Vargas escreveu o livro A revolução inacabada, onde contou que em relação ao nome Vargas “cabe registrar que meu pai, se não fosse uma paixão de seu bisavô paterno, poderia ter se chamado Bueno, pois esse bisavô chamava-se Francisco de Paula Bueno. Segundo Aurélio Porto, os Buenos são de ascendência conhecida. Originam-se de Bartolomeu Bueno de Ribeira, natural de Sevilha que foi para São Paulo em 1571. Entre os descendentes de Bartolomeu sobressai Amador Bueno, o homem que não quis ser aclamado rei.

“Meu tio Benjamim contou-me que esse bisavô Bueno, apaixonando-se por uma professora, largou a mulher e filhos e foi-se com seu novo amor, montados a cavalo. Quando os filhos chegaram em casa, sua mãe, Ana Joaquina de Vargas, informou-lhes do sucedido e eles, em número de cinco, saem em busca do pai. Encontrando-o, este os recebe de maus modos e perguntou-lhes o que desejavam. Os filhos responderam-lhe que não desejavam brigar e sim apenas levá-lo de volta para casa. Respondeu-lhes: Já estão ​’​taludos​’​ para necessitarem de um pai, voltem para casa. Eu não vou com vocês, vou fazer uma nova vida com esta que me acompanha. Os filhos voltaram e riscaram em definitivamente o nome Bueno”.

Portugal

Lutero lembrou que o exército paraguaio invadiu São Borja em 10 de junho de 1865. Um dos Voluntários da Pátria, estava o jovem Manoel do Nascimento Vargas. Em Itaqui, cidade vizinha de São Borja, chegou o 1º. Tenente Francisco de Paula Sarmanho, vindo do Pará, para servir a Marinha de Guerra do Brasil. Esse tenente casou com Virgínia Ferreira que foi o avô paterno de sua mãe Darcy Vargas.

Manoel do Nascimento Vargas como sabia ler e escrever foi promovido a cabo. Quando ele passou pela fazenda de Santos Reis, de propriedade do Major Serafim Dornelles, conheceu Cândida Francisca Dornelles. Depois que deu baixa no exército o jovem capitão foi trabalhar no comércio de couros e erva-mate e, em uma de suas passagens pela fazenda de Santos Reis, pede Cândida Dornelles em casamento, que foi celebrado em 16 de janeiro de 1872.

As três filhas do austero Major Serafim Vargas casaram com maridos de grandes posses. A mais velha Leocádia, casou com Antônio Garcia, um abastado fazendeiro e futuro padrinho de Getúlio Vargas, que não tinha herdeiros deixou com herança para o afilhado a fazenda Figueira. A filha Luiza casou com Aparício Mariense da Silva, rico fazendeiro e político famoso. A filha caçula Zulmira casou com Periandro Malveiro da Motta, da casa fidalga dos Malveiro de Portugal.

Federação

No primeiro governo de Leonel Brizola, em 1983 tivemos o Periandro Motta, coronel do exército, que foi tesoureiro do PDT, trabalhou como diretor da Loterj e diretor do Detran na gestão de José Colagrossi quando foi Secretário Estadual de Transportes.

E para refrescar a memória, é bom lembrar que uma das grandes vitórias de Getúlio Vargas foi conquistada nas eleições de 1945. Sem sair da sua fazenda, Getúlio recebeu nada menos que 1 milhão e 300 mil votos, sendo eleito senador por dois Estados, Rio Grande do Sul e São Paulo, e deputado federal pelo Distrito Federal e mais seis unidades da Federação.

Sergio Caldieri é jornalista, escritor e diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (SJPERJ).



ONG denuncia trabalho escravo no Reino Unido ao longo de 2018

9 de Julho de 2019, 23:04, por Feed RSS do(a) News

Mais de 500 supostas vítimas de escravidão foram mantidas pelas autoridades britânicas em centros de detenção de imigrantes no ano passado.

Por Redação, com Reuters – de Londres

Mais de 500 supostas vítimas de escravidão foram mantidas pelas autoridades britânicas em centros de detenção de imigrantes no ano passado, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira, o que especialistas dizem mostrar que sobreviventes estão sendo tratados como criminosos, e não como vítimas.

Cerca para impedir imigrantes de esclarem muro em porto da França

As autoridades imigratórias não estão amparando adequadamente quem escapa da escravidão e correm o risco de agravar seu trauma ao prendê-los, revelou um relatório da After Exploitation, que se valeu da Lei de Liberdade de Informação para solicitar e obter os dados.

– Com muita frequência, vítimas do tráfico são vistas como transgressores da imigração, e não como vítimas – explicou Pierre Makhlouf, diretor-assistente da instituição de caridade Bail for Immigration Detainees, ao comentar o relatório.

O Ministério do Interior do Reino Unido disse que ninguém que disse ter sido vítima do tráfico será exortado a deixar o país enquanto sua reivindicação está sendo analisada e que a condição de uma vítima é levada em conta quando a imigração julga seu caso.

A detenção

“A detenção é uma parte importante do sistema imigratório, mas deve ser justa, digna e proteger os mais vulneráveis”, disse uma porta-voz à Thomson Reuters Foundation.

“Fizemos melhorias significativas em nossa abordagem nos últimos anos, mas continuamos comprometidos a ir além”.

As pessoas que são reconhecidas como vítimas prováveis da escravidão moderna têm direito a um pacote de apoio, que inclui moradia, aconselhamento e alguma ajuda de subsistência enquanto seus casos são estudados, conforme o esquema Mecanismo Nacional de Encaminhamento (NRM).

Mas as vítimas do tráfico não têm nenhum direito automático de permanecer no Reino Unido e podem ser detidas em algumas circunstâncias.

Vítimas

Segundo o NRM, 507 pessoas foram reconhecidas como vítimas prováveis de escravidão ou antes de serem detidas pela primeira vez ou durante sua detenção em 2018, segundo os dados.

Ao todo, 2.726 foram reconhecidas como vítimas prováveis de escravidão em 2017, os dados oficiais mais recentes disponíveis, o que sugere que até 20% delas foram detidas devido às regras de imigração em algum momento, dizem os autores do estudo.

As instituições de caridade que prestam assistência em centros de detenção relatam que as pessoas vulneráveis muitas vezes carecem de acesso a cuidados de saúde, apoio de saúde mental e serviços legais, disse o relatório, o que sujeita as vítimas de escravidão ao risco de danos ainda maiores.



Primeiro áudio vazado pela Intercept revela alegria de Dallagnol com silêncio imposto a Lula

9 de Julho de 2019, 23:04, por Feed RSS do(a) News

O procurador Daltan Dallagnol comemorou secretamente a decisão do ministro Luiz Fux “revogando autorização a @folha entrevistar Lula 12 dias antes da eleição pq, como já reportamos, eles queriam impedir vitória de Haddad”, revela o jornalista Glenn Greenwald.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

A agência norte-americana de notícias Intercept Brasil divulgou, na tarde desta terça-feira, o primeiro áudio vazado na série de reportagens sobre um possível conluio entre o ex-juiz Sérgio Moro, ministro licenciado da Justiça e Segurança Pública e o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Áudio vazado com a voz de Dallagnol coloca o ministro licenciado Sérgio Moro em situação ainda mais difícilÁudio vazado com a voz de Dallagnol coloca o ministro licenciado Sérgio Moro em situação ainda mais difícil

“Primeiro áudio publicado, de Daltan Dallagnol: ouça como ele comemorou secretamente a decisão do Fux revogando autorização a @folha entrevistar Lula 12 dias antes da eleição pq, como já reportamos, eles queriam impedir vitória de Haddad”, afirmou o jornalista Glenn Greenwald, editor da Intercept, no Twitter.

O áudio

“Além das motivações políticas impróprias que sempre negou publicamente, observe que Deltan – além da alegria que Lula ficaria em silêncio – a) tinha conhecimento secreto e prévio da decisão de Fux e b) especificamente queria ocultá-la para impedir que a Folha pudesse recorrer”, completou o jornalista.

Ouça, adiante, o áudio divulgado pela agência Intercept:



Greenwald libera novo petardo contra Moro e procuradores do MPF

30 de Junho de 2019, 20:14, por Feed RSS do(a) News

Procuradores buscaram por Nilton Aparecido Alves, técnico em contabilidade em Campo Grande, e o empresário Mário César Neves, dono de um posto de combustível.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

A agência norte-americana de notícias Intercept Brasil liberou, nesta sexta-feira, mais um petardo contra o ex-juiz Sérgio Moro, hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, e seu relacionamento ilegal com os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba, responsáveis pelas investigações da Operação Lava Jato. Mas a divulgação dos atos criminosos apenas começaram.

Dallagnol e Moro, após vazamentos publicados no Intercept Brasil, podem perder seus empregosDallagnol e Moro, após vazamentos publicados no Intercept Brasil, podem perder seus empregos

O anúncio foi feito pelo jornalista Glenn Greenwald, do Intercept, em seu twitter. “O desespero aqui é triste. Vamos esperar até o final do dia – hoje – e depois me dizer se o que o @Estadao publicou aqui (nesta sexta-feira) é verdade ou não. Eu acho que a resposta será bem clara”, escreveu o jornalista.

“A versão de integrantes da inteligência do governo dá conta de que já se esgotou o arsenal do The Intercept contra Moro.”- rindo muito. De todos os dias para afirmar isso, hj é o pior dia possível para eles. E obviamente, eles não têm ideia do que temos, então por que fingir?”, escreveu ainda o jornalista.

Apenas alguns minutos depois das mensagens de Greenwald, a revista semanal de ultradireita Veja revelou, nesta tarde, o nome de duas testemunhas indicadas pelo então juiz Sergio Moro ao chefe da força-tarefa da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol. Em parceria com a Intercept, a revista informa que procuradores buscaram por Nilton Aparecido Alves, técnico em contabilidade em Campo Grande, e o empresário Mário César Neves, dono de um posto de combustível na capital sul-mato-grossense.

Fraude

A indicação de testemunha de Moro para Dallagnol já havia sido divulgada pelo site e confirmada pelo próprio ex-magistrado, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Em conversa pelo aplicativo Telegram, o ministro disse ao procurador que sabia de uma testemunha “aparentemente disposta”a falar sobre imóveis relacionados ao ex-presidente Lula.

Quando o episódio veio à tona, Moro confirmou a autenticidade desse diálogo ao classificar a sugestão havia sido um “descuido” seu.

— Eu recebi aquela informação, e aí sim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia uma ação penal sequer em curso. O que havia é: é possível que tenha um crime de lavagem e eu passei ao Ministério Público — declarou Moro após uma cerimônia na Polícia Rodoviária Federal, em Brasília.

Segundo a revista, em tese, Moro pode ser acusado de ter praticado fraude processual, uma vez que magistrados são proibidos, por lei, de indicar testemunhas a qualquer uma das partes.
De acordo com Veja, Dallagnol procurou as pessoas citadas, em dezembro de 2015, mas elas teriam se recusado a colaborar.

Propina

A reportagem diz ainda que o procurador chegou a sugerir que se forjasse uma denúncia anônima para justificar a expedição de uma intimação que obrigasse as testemunhas a depor no Ministério Público. Esse diálogo entre Moro e Dallagnol foi publicado pela Intercept Brasil, há três semanas. Mas o nome das testemunhas não havia sido divulgado.

Conforme a revista, Nilton Aparecido não confirmou se foi procurado pela força-tarefa.

— Não sei por que meu nome está nessa história. Alguém deve ter falado alguma coisa errada — respondeu aos jornalistas.

Parceiros

Já a segunda testemunha procurada por Veja confirmou ter sido abordada pela força-tarefa do Lava Jato. Mário César Neves é identificado como a pessoa que ouviu a história de Nilton Aparecido sobre os imóveis do filho de Lula e passou a informação a Moro.

— O pessoal do Ministério Público me ligou, não sei mais o nome da pessoa, mas ela queria saber quem era o Nilton, que serviços ele prestava e como poderia encontrá-lo — disse.

Ele também confirmou à reportagem que passou ao MPF o endereço e o telefone de Nilton Aparecido, mas não entrou em detalhes sobre as possíveis transações imobiliárias do filho de Lula.

— Eu soube que o Nilton foi chamado para prestar depoimento logo depois dessa ligação para mim — acrescentou.

Há três semanas, uma série de reportagens publicadas pela Intercept e veículos parceiros, como Veja, Folha de S.Paulo e Band, apontam diálogos que sugerem que o então juiz deu orientações à força-tarefa da Lava Jato sobre o rumo das investigações. O ministro questiona a veracidade das conversas e classifica a obtenção dos diálogos como ação criminosa. As mesmas alegações são invocadas por Dallagnol.



Desgaste de Bolsonaro no exterior reflete na mídia dos EUA

30 de Junho de 2019, 20:14, por Feed RSS do(a) News

O texto cita o último escândalo, dos 39 quilos de cocaína encontrados no avião da comitiva presidencial. A publicação também menciona os vazamentos contra o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e as dificuldades em avançar com sua agenda no Congresso.

 

Por Redação, com Reuters – de Washington

“Ele está perdendo!”. É com esse título que o jornal norte-americano The Washington Post abordou, nesta sexta-feira, “o desafio de Jair Bolsonaro diante de escândalos de cocaína e vazamentos, e do trabalho da oposição”.

Bolsonaro vive o pior momento de seu governo, antes mesmo de completar os primeiros seis meses no poderBolsonaro vive o pior momento de seu governo, antes mesmo de completar os primeiros seis meses no poder

O texto cita o último escândalo, dos 39 quilos de cocaína encontrados no avião da comitiva presidencial. A publicação também menciona os vazamentos contra o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e as dificuldades em avançar com sua agenda no Congresso.

“Em vez de consolidar o poder, em seus primeiros seis meses, o líder direitista às vezes pareceu oprimido por ele, expondo a inexperiência executiva de um homem que rapidamente saltou das margens da vida política brasileira para seu centro”, explica o correspondente Terrence McCoy, que assina a matéria.

Confusão

“Enquanto ele salta de um escândalo a outro, os analistas e até mesmo alguns dos seus defensores questionam se ele terá a perspicácia política necessária para cumprir o mandato que obteve após a avalanche eleitoral de outubro passado”.

O The Washington Post também demonstra o temor de que Bolsonaro possa radicalizar sua postura diante dessa “confusão e falta de vitórias legislativas”.  A economia brasileira “está novamente flertando com a recessão”, complementa.



Defesa reforça pedido de liberdade para Lula diante delação forjada

30 de Junho de 2019, 20:14, por Feed RSS do(a) News

O empreiteiro Léo Pinheiro incriminou o ex-presidente Lula, no caso que o levou à prisão.

Por Redação – de São Paulo

 Alvo de uma prisão política há mais de um ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva questiona, agora, a delação premiada do empreiteiro Léo Pinheiro e acusa o Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba de forjar a peça acusatória. A nova leva de mensagens vazadas à agência norte-americana de notícias Intercept Brasil aponta o crime cometido. As evidências serão anexadas ao processo que pede a imediata libertação do líder petista.

Leo Pinheiro mudou seu depoimento acerca do ex-presidente Lula, para incriminá-lo

Pinheiro incriminou o ex-presidente, no caso que o levou à prisão. O depoimento foi tratado com desconfiança pela Operação Lava Jato durante quase todo o tempo em que se dispôs a colaborar com as investigações, “segundo mensagens privadas trocadas entre procuradores envolvidos com as negociações”, afirma reportagem do diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, parceira da agência Intercept.

Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, somente passou a ser considerado merecedor de crédito “após mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento tríplex de Guarujá (SP) que a empresa afirmou ter reformado para o líder petista”, acrescenta.

A reportagem aponta que Léo Pinheiro apresentou a versão usada para condenar Lula apenas em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato. Os diálogos examinados pela Folha e a Intercept ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas — e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo.

Pinheiro, na realidade, teria sido levado a incriminar Lula “para ter sua delação aceita”, conclui.



General Santos Cruz dispara contra Bolsonaro e filhos: ‘Fofocagem desgraçada’

21 de Junho de 2019, 11:26, por Feed RSS do(a) News

Segundo o general Santos Cruz, que exerceu o comando das tropas brasileiras, no Haiti, se alguém “fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante”.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Em sua primeira manifestação pública após a demissão da Secretaria de Governo da Presidência da República na semana passada, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz acionou o gatilho da metralhadora e não poupou críticas ao governo do ex-capitão Jair Bolsonaro (PSL).

O general Santos Cruz já exerceu comando de tropas brasileiras no Haiti, pelas Nações UnidasO general Santos Cruz já exerceu comando de tropas brasileiras no Haiti, pelas Nações Unidas

A atual gestão deveria parar de perder tempo com “bobagens” para focar no que é importante, disse o general, em entrevista a uma publicação semanal das Organizações Globo.

— Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco — acrescentou.

Sobre as críticas das quais foi alvo por parte de Olavo de Carvalho, avaliou que há um limite.

— Discordâncias são normais, mas atacar as pessoas em sua intimidade, isso acaba virando uma guerra de baixarias. Tem de aproveitar essa oportunidade para tirar a fumaça da frente para o público enxergar as coisas boas, e não uma fofocagem desgraçada — criticou.

Ofensas

Ainda segundo o militar, que exerceu o comando das tropas brasileiras, no Haiti, se alguém “fizer uma análise das bobagens que se têm vivido, é um negócio impressionante”.

— É um show de besteiras. Isso tira o foco daquilo que é importante. Tem muita besteira. Tem muita coisa importante que acaba não aparecendo porque todo dia tem uma bobagem ou outra para distrair a população, tirando a atenção das coisas importantes. Tem de parar de criar coisas artificiais que tiram o foco. Todo mundo tem de tomar consciência de que é preciso parar com bobagem — atirou Santos Cruz.

Para o militar, “não é porque você tem liberdade e mecanismos de expressão, Twitter, Facebook, que você pode dizer o que bem entende, criando situações que atrapalham o governo ou ofendem a pessoa”.

— Você discordar de métodos de trabalho é normal, até publicamente. Discordâncias são normais, de modo de pensar, modo de administrar, modo de fazer política, de fazer coordenação. Mas, atacar as pessoas em sua intimidade, isso acaba virando uma guerra de baixarias — concluiu.



BCs de todo o mundo se livram do dólar em suas reservas cambiais

21 de Junho de 2019, 11:26, por Feed RSS do(a) News

Segundo o último relatório do BCE dedicado ao papel do euro nas transações internacionais, em 2018 a cote-parte do dólar nas reservas dos bancos centrais em todo o mundo foi de apenas 61,7% – um mínimo histórico desde a criação União Económica e Monetária da UE em 1999.

 

Por Redação, com Sputniknews – de Moscou

 

A cota-parte do dólar nas reservas internacionais globais atingiu seu mínimo em 20 anos, informa o último relatório do Banco Central Europeu (BCE). A agência russa de notícias Sputniknews explica o que significa essa tendência e por que cada vez mais bancos centrais decidem reduzir seus investimentos em títulos norte-americanos.

Em tese, os EUA podem imprimir dólares suficientes para cobrir o serviço da dívidaEm tese, os EUA podem imprimir dólares suficientes para cobrir o serviço da dívida

Segundo o último relatório do BCE dedicado ao papel do euro nas transações internacionais, em 2018 a cote-parte do dólar nas reservas dos bancos centrais em todo o mundo foi de apenas 61,7% – um mínimo histórico desde a criação União Económica e Monetária da UE em 1999, enquanto a cota-parte das outras moedas está crescendo gradualmente.

Cotação

O BCE enumera três razões para a queda do interesse pelos ativos denominados em dólares. Volatilidade e reversão de fluxos de capitais A primeira é a volatilidade nos mercados financeiros e a reversão de fluxos de capitais transfronteiriços, que fez com que os países emergentes com grandes reservas internacionais (incluindo Argentina, Índia e Turquia) realizassem intervenções no mercado cambial para estabilizar suas divisas nacionais.

Vendendo dólares, os bancos centrais reduzem a cotação do dólar frente a suas moedas nacionais, seguindo o princípio da oferta e da demanda: quanto mais dólares há à disposição, mais baratos eles ficam.

Entre março e setembro de 2018 eles venderam reservas no valor de cerca de US$ 200 bilhões (cerca de R$ 770 bilhões), denominadas principalmente em dólares, reduzindo assim a cota-parte da moeda estadunidense nas suas reservas.

Diversificação

A diversificação é o princípio fundamental da teoria moderna do portfólio. Não é de surpreender que os bancos centrais por todo o mundo também queiram diversificar suas reservas para se protegerem dos fatores negativos.

Nos últimos tempos, o problema que mais preocupa alguns grandes países é a introdução de sanções unilaterais por parte de Washington. Por exemplo, após a introdução de vários pacotes de sanções, a Rússia, que já no início do ano passado foi um dos maiores detentores de títulos do Tesouro dos EUA, decidiu se livrar da maioria dos seus ativos em dólares, apostando em euros e yuans.

Apenas em um ano (de abril de 2018 a abril de 2019), Moscou vendeu cerca de 87% dos seus títulos do Tesouro dos EUA e ficou fora da lista dos 30 maiores detentores de dívida pública estadunidense publicada pelo Departamento do Tesouro dos EUA.

Guerra comercial

A China, o maior detentor estrangeiro de títulos do Tesouro dos EUA, também reduziu seus investimentos nesse ativo em meio à escalada da disputa comercial com Washington.
Vale ressaltar que em abril de 2019 o volume dos títulos da dívida pública estadunidense nas reservas internacionais chinesas atingiu seu mínimo, desde maio de 2017, de 1,11 trilhão de dólares (cerca de R$ 4,26 trilhões) em comparação com 1,12 trilhão de dólares (R$ 4,3 trilhões) no mês anterior.

Os últimos dados do Departamento do Tesouro dos EUA revelaram uma tendência absolutamente nova: mesmo os aliados mais próximos de Washington se estão livrando dos títulos da dívida pública dos EUA.

Por exemplo, em abril de 2019, o Reino Unido encabeçou a lista de maiores vendedores dos títulos estadunidenses, se livrando de títulos no valor de 16,3 bilhões de dólares (R$ 62,6 bilhões).
Além disso, o Japão, o segundo maior credor dos EUA, também vendeu títulos no valor de 11,07 bilhões de dólares (R$ 42,5 bilhões).

Desdolarização

Em geral, os investidores estrangeiros estão vendendo seus títulos da dívida pública dos EUA por 12 meses consecutivos – um prazo recorde nos tempos modernos.

De acordo com o BCE, se livrando do dólar os bancos centrais e fundos soberanos estão aumentando o volume dos ativos denominados em outras moedas de reservas tradicionais: euro, iene japonês e libra esterlina.

Mais uma tendência importante é o interesse crescente nos investimentos em moedas não tradicionais: o dólar australiano, o dólar canadense e, principalmente, o yuan chinês.

Ouro

Outra tendência é a compra massiva de ouro pelos bancos centrais por todo o mundo: em 2018 eles compraram 74% mais ouro que em 2017 (as compras somaram 651,5 toneladas), enquanto no primeiro trimestre de 2019 os bancos centrais compraram 145,5 toneladas de ouro, ou seja, 68% mais do que no mesmo período de 2018.

Tudo isso significa que o nosso mundo está se tornando cada vez mais multipolar: se há 10 anos o dólar dominava incontestavelmente o sistema financeiro global, hoje em dia a situação está mudando: a divisa estadunidense enfrenta concorrência por parte dos novos adversários e em breve, possivelmente, iremos testemunhar o aparecimento de uma nova ordem econômica global.



Greenwald aceita convite para falar no Senado sobre escândalo da Vaza Jato

18 de Junho de 2019, 12:30, por Feed RSS do(a) News

Greenwald tem publicado uma série de conversas vazadas nas quais o ex-juiz federal Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, supostamente intervém no andamento das investigações conduzidas pelo procurador da República Deltan Dallagnol, e membros diversos da força-tarefa da Operação Lava Jato, junto ao Ministério Público Federal.

 

Por Redação – de Brasília

 

O Conselho de Comunicação Social do Senado aprovou, nesta segunda-feira, o convite ao editor do The Intercept, Glenn Greenwald, que o aceitou, prontamente, segundo apurou a reportagem do Correio do Brasil. Na audiência, marcada para o dia 1º de Julho, o jornalista poderá falar sobre as publicações recentes da agência norte-americana de notícias Intercept Brasil.

O jornalista Davi Emerich (ao microfone) foi favorável ao convite para que Greenwald falasse aos senadores, mas propôs que outros jornalistas também fossem chamadosO jornalista Davi Emerich (ao microfone) foi favorável ao convite para que Greenwald falasse aos senadores, mas propôs que outros jornalistas também fossem chamados

Greenwald tem publicado uma série de conversas vazadas nas quais o ex-juiz federal Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, supostamente intervém no andamento das investigações conduzidas pelo procurador da República Deltan Dallagnol, e membros diversos da força-tarefa da Operação Lava Jato, junto ao Ministério Público Federal. O principal objetivo seria o de prejudicar a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Conselho

Nos diálogos (aos quais, o ministro em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na semana passada, disse “não reconhecer autenticidade”), ficaria evidenciada a condução política da operação contra o PT e o ex-presidente Lula, segundo a agência de notícias chefiada por Greenwald. A iniciativa de chamá-lo partiu do representante da sociedade civil no Conselho, o advogado Miguel Matos.

— Não podemos fechar os olhos para o que vem ocorrendo neste país. É algo de uma gravidade extrema, e intimamente ligado também à nossa atuação neste conselho. O imbróglio em torno do que vem sendo divulgado pelo The Intercept é algo sem precedentes na história brasileira. E Greenwald tem dito que vem sofrendo inúmeros atentados ao livre exercício do jornalismo. É preciso então que ele venha aqui e esclareça o que vem acontecendo. A liberdade de imprensa é a garantidora do Estado democrático de direito, não podemos fechar os olhos para o que está se passando — afirmou Matos.

Debate

O jornalista Davi Emerich também foi favorável ao convite a Greenwald, mas advoga que o CCS não poderia ignorar, neste momento, a conjuntura política que divide o país. Por isso, solicitou que outros jornalistas também fossem chamados, visando que a audiência não se tornasse “manca” num debate público.

A partir daí, a presidente do Instituto Palavra Aberta, Patrícia Blanco, sugeriu a participação do jornalista Claudio Dantas, do site de ultradireita O Antagonista. E o presidente do CCS, o cientista político Murillo de Aragão, sugeriu ainda a participação na mesa dos jornalistas Daniel Bramatti (presidente da Abraji — Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e Maria José Braga (presidente da Fenaj — Federação Nacional dos Jornalistas e também conselheira do CCS), além do ex-ministro do STF, Carlos Ayres Brito. Todos os nomes foram acatados pelos demais membros do conselho.



Perdida diante ataque fulminante, direita quase sai no tapa, em público

18 de Junho de 2019, 12:30, por Feed RSS do(a) News

Alvo do astrólogo e guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho, o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) denunciou a tática ‘olavista’ para a demissão de ministros que desagradam à ala próxima ao núcleo familiar do presidente.

 

Por Redação – de São Paulo

 

Pressionados por um processo de rápida desintegração do ideário da direita, no país, os integrantes daquela base que elegeu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se esfacela em brigas públicas, muitas vezes com palavras de baixo calão. Se há uma semana os líderes do governo no Senado e no Congresso chamavam-se, mutuamente, de ‘moleque’, o nível desceu ainda mais, nesta segunda-feira.

O 'filósofo' Olavo de Carvalho partiu para a agressão verbal contra os jornalistas que trabalham para a mídia conservadora brasileiraO ‘filósofo’ Olavo de Carvalho partiu para a agressão verbal contra o deputado Alexandre Frota, supostamente da base de apoio ao governo Bolsonaro

Alvo do astrólogo e guru da família Bolsonaro, Olavo de Carvalho, o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) denunciou a tática ‘olavista’ para a demissão de ministros que desagradam à ala próxima ao núcleo familiar do presidente. A mensagem, no Twitter, ocorreu cerca de 20 minutos depois de o astrólogo afirmar, na mesma rede social, que “o Alexandre Fruta fez carreira no teatro mostrando ‘pinto’ e *. Na atividade parlamentar, para alívio geral, mostra só o *”.

Tristeza

Em resposta, o parlamentar retrucou que, “no Governo não falta Pavão, o método tem sido assim: primeiro é esculachado pelo Olavo, depois que esse rato faz o serviço sujo, entram os miquinhos amestrados nas redes”.

“Bom aí entra o Rei e manda embora de um jeito absurdo. Foi assim Bebiano, Vélez, Cruz, Levy. Sem ideologia”, escreveu Frota. O deputado paulista já não faz parte do núcleo que aplaude, incondicionalmente, as sandices de Bolsonaro. Alguns de seus aliados mais próximos o acusaram de traição e mandaram o deputado, que é vice-líder do PSL, abandonar a legenda e partir para o PT.

Em recente declaração, Frota também afirmou que teria anulado o voto se soubesse da influência de Olavo no governo.

— Se tivessem me falado que eu ao votar no Jair, na verdade estava votando no Olavo teria anulado meu voto. Que tristeza — concluiu.