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April 3, 2011 21:00 , par Inconnu - | 2 people following this article.
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Cassação de Temer no TSE abre nova chance para o ‘Volta, FHC’

November 4, 2016 10:18, par Feed RSS do(a) News

Ainda que o PSDB integre o governo do presidente de facto, Michel Temer, a disputa no Judiciário segue sem quartel. Caso não atinja o objetivo de ter as contas sejam julgadas em separado àquelas da presidenta Dilma, Temer corre o risco de ser afastado do poder nos próximos meses

 

Por Redação – de Brasília e São Paulo

 

O jogo de forças estabelecido no país, após o golpe de Estado que depôs a presidenta Dilma Rousseff, ganha um novo contorno. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ação proposta por tucanos para cassar a chapa Dilma-Temer é alvo de um pesado lobby do PMDB para que seja dividida. Parte para a petista afastada, parte para o peemedebista no poder. Assim, Temer espera seguir no Palácio do Planalto. Mas, na outra ponta, líderes do PSDB trabalham para que, em caso de uma eleição no Plenário do Congresso, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) volte ao poder.

FHC

FHC foi questionado sobre o apoio ao impeachment do presidente de facto, Michel Temer

Ainda que o PSDB integre o governo do presidente de facto, Michel Temer, a disputa no Judiciário segue sem quartel. Caso não atinja o objetivo de ter as contas sejam julgadas em separado àquelas da presidenta Dilma, Temer corre o risco de ser afastado do poder nos próximos meses. Seu destino está sobre a mesa do ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE.

Temer cassado

O processo pela cassação avança. Nos últimos dias, cresceu a movimentação nos bastidores no TSE para que Temer seja liberado. O objetivo final é separar as contas de Dilma e Temer na campanha, mas a tarefa parece mais complicada do que deseja o PMDB.

Citado na Operação Lava Jato, Temer precisa vencer essa etapa, no TSE, para manter o foro privilegiado. E a Presidência da República. Mas não há precedentes, na história republicana, em que houvesse a separação das contas de campanha. Ainda assim, como a Corte é composta por sete membros titulares, bastariam quatro votos para manter o status quo. Os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), até admitem que a manobra seja viável.

Temer enfrenta, ainda, as novas provas apresentadas pela força tarefa específica para o processo. Criada pelo relator das ações, ministro Herman Benjamin, os investigadores avaliam as movimentações financeiras das empresas investigadas. Para agravar ainda mais a situação de Temer, ele foi citado ainda nas delações premiadas de Marcelo Odebrecht e de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro.

Na avaliação da maioria dos ministros do TSE, segundo levantamento promovido pela reportagem do Correio do Brasil, serão necessárias provas contundentes para que a Corte decida por afastar mais um inquilino do Palácio do Planalto.

— Para que o Judiciário casse o mandato de um governante democraticamente eleito, as irregularidade precisam ser provadas e significativas o suficiente para influenciar o resultado da eleição nacionalmente — disse um ministro, a jornalistas.

De bico aberto

No TSE, ao contrário do que ocorreu no afastamento da presidenta Dilma, o processo é, iminentemente, jurídico. Dispensa o fator político, determinante para a cassação do mandato presidencial. Tal variável anima os tucanos, autores do processo, cientes de que as denúncias contra a chapa Dilma-Temer têm fundamentos sólidos. Ainda que corte na carne, com o risco de ver afastados os líderes tucanos José Serra e Aécio Neves. Ambos são senadores tucanos por São Paulo e Minas Gerais, respectivamente. E também foram citados no mesmo processo que o peemedebista Michel Temer.

O PSDB, apesar dos possíveis desfalques, poderia voltar a governar o país com FHC, como propõe o agrônomo Xico Graziano. Ex-ministro de FHC e dono de uma opinião relevante no ninho tucano, ele escreveu, em um artigo publicado na mídia conservadora, nesta quinta-feira, que FHC é o “o ponto de equilíbrio de uma nação esfacelada”. Com o bico grande e aberto, o ex-presidente espera que o TSE determine o afastamento de Temer para, aos 85 anos, retornar ao Planalto.

Leia, adiante, o artigo de Graziano.

Volta, FHC

Gostaria de expor uma posição política. Faço-o com total desprendimento e isenção. Embora filiado ao PSDB desde sua fundação, pelo partido não falo. Externo posição política independente.

Não pertenço a nenhum grupo, nem o de Aécio Neves, nem o de José Serra, nem o de Geraldo Alckmin. Tenho apreço por todos eles, mas a nenhum devo satisfações.

Tampouco me expresso em nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a quem sirvo com dedicação desde sua campanha ao Senado, em 1986.

Mantenho atualmente com ele as melhores relações de amizade, respeito e admiração. Auxilio-o defendendo seu legado nas redes sociais.

Sigo sua liderança e me espelho no exemplo do homem que tem sido capaz de se reinventar a cada instante, tendo se tornado o ponto de equilíbrio dessa nação esfacelada pela crise econômica, social e política.

Para entender a política contemporânea, precisamos escapar da antiga dicotomia entre esquerda e direita. Na sociedade pós-industrial, velhas ideologias pouco importam.

Velha política

Escasseiam operários, abundam autônomos e empreendedores no mundo tecnológico. Causas sociais, organizadas via internet, substituem a luta de classes.

Notoriamente nossos partidos políticos estão fossilizados, vivem no século passado, perderam legitimidade. As recentes eleições deixaram claro: ninguém aguenta mais a velha política. Os que perderam a ela pertenciam.

Venceram aqueles que sinalizaram distância do fisiologismo. Maus gestores públicos, candidatos fake e populistas, independente do partido, foram barrados nas urnas.

Quem dançou feio, mesmo, foi o PT. Depois da roubalheira que fizeram, era esperado. O PSDB cresceu nacionalmente. Um olhar para as capitais, todavia, mostra diversidade partidária.

João Doria (PSDB) em São Paulo, Alexandre Kalil (PHS) em Belo Horizonte, ACM Neto (DEM) em Salvador, Marcelo Crivella (PRB) no Rio, Geraldo Júlio (PSB) em Recife, Roberto Cláudio (PDT) em Fortaleza: todos representam a vitória contra a embromação política.

Findo o período eleitoral, olhamos para frente. Quer dizer, para 2018.

‘Maledicência lulopetista’

Qual liderança poderá recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento? Como fazer a reforma política tão desejada?

Quem conseguirá estabelecer conexão com a sociedade organizada nas redes? É o que todos querem saber.

Creio que somente o ex-presidente FHC se legitima, pela vasta experiência, sensatez e sabedoria, para nos conduzir nessa difícil travessia.

Apesar da maledicência lulopetista, que o atacou ferozmente durante anos, a história resgata sua dignidade na mesma medida em que seus detratores se afundam na Lava Jato.

FHC representa a decência na vida pública. Esse é o maior desejo do brasileiro. Viver num país com civilidade, honestidade, princípios. Um país que ofereça oportunidades, gere bem-estar, dê segurança. Um país tolerante, respeitoso, diverso, unido na defesa da cidadania.

Pode ser que a Justiça acelere o processo político e casse a chapa Dilma-Temer. Nesse caso, o Congresso elegeria um presidente-tampão.

‘É o cara’

Seria Fernando Henrique, com certeza. Ele prepararia o caminho rumo ao porvir. Michel Temer, porém, poderá seguir até 2018. Aí, a decisão será popular.

Sejamos realistas: ou surge um oportunista de última hora, um salvador da pátria, um vendedor de ilusões, ou corremos o risco de ficar na pasmaceira da política tradicional.

Fernando Henrique é o amálgama do dilema brasileiro. Está velho demais, pode-se argumentar. Bobagem. É o mais espairecido dos velhos políticos. Malgrado sua idade, não perde sua inventividade. É o cara.

Volta, FHC.

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Dólar e ações oscilam em dia de indecisões no mercado

November 4, 2016 10:18, par Feed RSS do(a) News

Na véspera, o banco central norte-americano (FED, na sigla em inglês) manteve os juros sobre o dólar. Mas sinalizou fortemente que pode elevar a taxa em dezembro, com a economia ganhando fôlego. A diretoria do FED também expressava mais otimismo de que a inflação está se movendo na direção da sua meta de 2%

 

O mercado de câmbio e o iBovespa oscilaram, nesta quinta-feira, diante das incertezas no horizonte internacional

O mercado de câmbio e o iBovespa oscilaram, nesta quinta-feira, diante das incertezas no horizonte internacional

Por Redação – de São Paulo

 

O mercado acionário brasileiro ensaiava uma recuperação no final da manha desta quinta-feira. Acompanhava o tom positivo em Wall Street, após abertura. Esta, porém, seguia pressionada por ajustes ao movimento de ADRs na véspera e sinalização do Federal Reserve sobre os juros norte-americanos também na quarta-feira.

Às 14h58, no entanto, o Ibovespa descia 2.46%, a 62.302 pontos. Em Nova York, o índice S&P 500 avançava 0,2%, buscando interromper sete sessões de queda.

Na véspera, o banco central norte-americano (FED, na sigla em inglês) manteve os juros. Mas sinalizou fortemente que pode elevar a taxa em dezembro, com a economia ganhando fôlego. A diretoria do FED também expressava mais otimismo de que a inflação está se movendo na direção da sua meta de 2%.

A notícia do Fed e ajustes à queda de vários ADRs (recibos de ações negociadas nos EUA) brasileiros na véspera ajudaram a pressionar a abertura da bolsa local. O Ibovespa recuou 1% na mínima mais cedo.

Do exterior, também segue no foco o cenário eleitoral norte-americano. A disputa acirrada pela presidência do país entre Hillary Clinton e Donald Trump, volta a ficar indecisa. Pesquisas recentes mostrando avanço do republicano a poucos dias da votação, o que causou tensões nos mercados.

A mais recente pesquisa Reuters/Ipsos, no entanto, mostrou a vantagem da candidata democrata aumentando.

Mercado de câmbio

Ainda nesta quinta-feira, o dólar alternava leves altas e baixas, de olho no comportamento da moeda norte-americana no exterior. Os investidores se mantinham apreensivos com a eleição presidencial nos Estados Unidos, marcada para a próxima semana.

Às 10:30, o dólar avançava 0,06%, a R$ 3,2400 na venda, após bater R$ 3,2480 na máxima do dia e R$ 3,2210 na mínima. O dólar futuro tinha leve alta de 0,05%.

No pregão passado, o dólar havia saltado mais de 1,5%, encostando em R$ 3,25, já com a corrida eleitoral norte-americana.

— Hoje, o clima está mais calmo. Mas o mercado está acompanhando essas eleições bem de perto — comentou um profissional da mesa de câmbio de uma corretora.

Política econômica

Recentes pesquisas de intenção de voto mostraram perda de fôlego da candidata democrata Hillary Clinton frente ao seu adversário republicano Donald Trump, considerado muito radical e que tem deixado os mercados financeiros globais preocupados com possíveis mudanças na política econômica que poderia adotar caso vença a disputa.

Nesta manhã, duas novas pesquisas mostraram que Hillary tinha leve vantagem sobre Trump.

No mercado externo, o dólar cedia ante moedas de países emergentes, como a lira turca, peso chileno e até mesmo ante o peso mexicano, uma das moedas mais afetadas pela disputa eleitoral nos Estados Unidos.

Segundo levantamento Reuters/Ipsos, divulgado na véspera, a vantagem da democrata estava voltando a seis pontos percentuais, a mesma que tinha antes do anúncio do FBI relacionado ao seu uso de um servidor particular de emails.

Swap cambial

Na véspera, quando os mercados brasileiros estiveram fechados por conta do feriado de Finados, o Federal Reserve, banco central norte-americano, decidiu não mexer na sua taxa de juros, como amplamente esperado, sinalizando que deve elevá-la no encontro de dezembro.

O Banco Central brasileiro vendeu nesta manhã o lote integral de 5 mil contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda.

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Sim, nossas/os filhas e filhos são uma ameaça!

November 4, 2016 10:18, par Feed RSS do(a) News

Quem teve a oportunidade e se propôs a visitar alguma das ocupações de secundaristas pode certamente se deparar com adolescentes lúcidas/os, animadas/os e surpreendentemente organizadas/os no seu cotidiano.

São alunas e alunos que se opõem à PEC 241, uma medida do Governo Federal de corte de gastos que compromete atividades básicas e as políticas públicas para educação, saúde, transporte, afetando a população mais pobre que utiliza esses serviços.

A PEC se articula a uma grande ofensiva neoliberal¹.

A reforma do Ensino Médio também é combatida pelas ocupações, essa é uma proposta de mudança na LDB de maneira arbitrária que não se propôs a ouvir nem estudantes nem trabalhadoras/es da educação em sua elaboração, ela abre espaços para a privatização do ensino e precariza a educação.

Entendemos que é urgente uma reforma na educação mas ela só é possível se protagonizada por quem utiliza o sistema de ensino, estudantes, educadores e gestores.

Ouso dizer que no cotidiano das ocupações estudantes estão fazendo uma verdadeira e necessária reforma no Ensino Médio.

E é nessa conjuntura de ataques e retrocessos que estudantes se organizam e de forma linda ocupam e reeditam suas escolas, por isso são uma ameaça, colocam em risco esse projeto de nação e de sociedade onde a ordem do dia é obedecer e reproduzir conhecimento, não pensar e fortalecer a elite, vide o projeito de Lei Escola Sem partido (uma outra grande ofensiva contra formação crítica das/os estudantes).

Portanto, a atual criminalização da juventude por parte do judiciário e da PM que vem acontecendo há algum tempo (a isso soma-se a tentativa de diminuição da idade penal) mostra que de alguma forma nossas/os jovens são uma ameaça para o modelo de Estado que tem se constituído.

O Ministério Publico, no dia 01/11, como justificativa para desocupação das escolas alegou abandono material das/os adolescentes presentes nas ocupações. Na mesma ação em que faz essa afirmativa autoriza a polícia militar a impedir a entrada de familiares e responsáveis nos espaços ocupados.

O judiciário além de legitimador de tática de tortura é contraditório e incoerente.

Não tem abandono MP, tem luta pela educação pública e de qualidade. Nossas filhas e filhos não estão sós! Negligente é o Estado.

Quando confiamos mais na atuação desse Estado do que na atuação das/os nossas/os filhas/os alguma coisa muito grave está acontecendo.

Pensando no apoio às ocupações e na criação de mais canais de diálogo com outras famílias criamos essa página: https://www.facebook.com/Fam%C3%ADlias-pelas-ocupa%C3%A7%C3%B5es-274717619588740/

¹ Leia mais: http://www.ocafezinho.com/2016/10/11/congresso-em-notas-pec-241-tambem-conhecida-como-pec-do-fim-do-mundo-ou-pec-da-morte/



Briga entre Freixo, PSOL e PT aprofunda divisão na esquerda

November 4, 2016 10:18, par Feed RSS do(a) News

Os ânimos entre seguidores de Freixo e o restante da esquerda brasileira está acirrado. Em nota, publicada em sua rede social, o economista Joel Bueno, titular do Blog de Segunda, afirma que o líder do PSOL fez “uma campanha bacana”

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Derrotado no Rio de Janeiro para o líder evangélico de extrema direita Marcelo Crivella (PRB), o professor universitário Marcelo Freixo (PSOL) ampliou o fosso que divide a esquerda brasileira. Em sua caçada aos eleitores indecisos, distanciou-se dos aliados de primeira hora, entre eles o PT e o PCdoB. A atitude e os discursos que se seguiram, serviram para ampliar a divisão do campo que, nas urnas, experimentou sua pior derrota em duas décadas.

Freixo

Jandira, Freixo e Molon, em entrevista após a reunião em que as esquerdas, supostamente, deveriam seguir unidas nas eleições municipais

Os ânimos entre seguidores de Freixo e o restante da esquerda brasileira está acirrado. Em nota, publicada em sua rede social, o economista Joel Bueno, titular do Blog de Segunda, afirma que o líder do PSOL fez “uma campanha bacana”, o que lhe valeu chegar ao segundo turno. Daí por diante, não lhe restou mais um elogio sequer.

Leia, adiante, a nota de Bueno.

Aí começa:

1. Os militantes promovem um “beijaço virtual”, com o objetivo de afrontar o conservadorismo, já que o voto da cidade é todo odara.

2. O candidato caga na cabeça dos outros partidos de esquerda, que o apoiaram mal saído o resultado das urnas, com isso empurrando uma parte dos eleitores para o voto nulo e desmobilizando os restantes, que ainda votaram nele, mas sem garra.

3. Não satisfeito, o partido do candidato se recusa a apoiar outros partidos de esquerda que foram ao segundo turno pelo país afora – ou fica em cima do muro, ou defende o voto nulo, ou apoia a direita mesmo.

4. O desinfeliz vai só umas duas ou três vezes na Zona Oeste, onde tá o grosso do eleitorado, e diz que é por causa das milícias. Tá legal. E se ganhasse, ia governar a Zona Oeste como?

Classe média

5. O adversário é um vendilhão do templo, um sujeito execrável que usa a fé religiosa do povo pra auferir lucros. A campanha resolve escrachar com a fé religiosa do povo.

6. O Lula não se oferece pra vir ajudar o imbecil, mas o imbecil faz questão de dizer que não quer.

7. O candidato de-esquerda-muito-de-esquerda resolve limpar a barra com a classe média e lança uma tal carta em que promete fazer um governo de-direita-muito-de-direita, Mas o voto da classe média já era dele.

8. Ele garante que os partidos não vão indicar ninguém pro governo da cidade. Fica a dúvida se os secretários serão aclamados em assembleia popular nos Arcos da Lapa ou se serão escolhidos a dedo entre os cupinchas.

Culpa do PT?

9. Ele tenta, tenta, tenta, mas não consegue fazer um discurso mais anti-política que o do outro, que afinal de contas é pastor, bispo, missionário, um troço desses.

E no final de tudo, a culpa da derrota é do PT???

Como diria o saudoso Ivan Lessa: ô Freixo, vai se roçar nas ostras!

Posição duvidosa

As críticas de Bueno somam-se às atitudes dos parlamentares do PSOL do Rio de Janeiro. Os vereadores da legenda apoiaram o projeto de Lei que lhes concederia uma espécie de salário vitalício. Embora líderes do PSOL, como Jean Wyllys, Marcelo Freixo e Luciana Genro tenham se pronunciado contrários à proposta, a bancada do PSOL na Câmara Municipal do Rio de Janeiro votou a favor do projeto. Ainda que não conseguissem se reeleger, os parlamentares teriam direito a R$ 15 mil por mês como “compensação” por terem se dedicado à vida pública.

Entre os nomes do PSOL que apoiaram o projeto estão Paulo Pinheiro, Babá (notório após queimar uma bandeira de Israel) e Leonel Brizola Neto (irmão da deputada estadual gaúcha e candidata derrotada na chapa de Sebastião Melo para a prefeitura de Porto Alegre). Todos eles aparecem como co-autores do projeto assinado pelo vereador João Cabral.

Sine die

Os demais co-autores são os vereadores Alexandre Isquierdo, Átila A. Nunes, Carlo Caiado, Carlos Bolsonaro, César Maia e Chiquinho Brazão. Dr.Carlos Eduardo, Dr.Eduardo Moura, Dr.Jairinho, Dr.João Ricardo, Dr.Jorge Manaia e Edson Zanata, Eduardão. Eliseu Kessler, Jimmy Pereira, João Mendes de Jesus, Jorge Braz, Jorginho da SOS e Laura Carneiro. Leila do Flamengo, Marcelino D’almeida, Marcelo Arar, Marcio Garcia e Paulo Messina. Prof.Uoston, Prof. Célio Lupparelli, Professor Rogério Rocal, Rafael Aloisio Freitas e Rosa Fernandes. Tânia Bastos, Thiago K. Ribeiro, Veronica Costa, Willian Coelho e Zico.

Após as críticas populares, a votação do projeto foi adiada, sine die.

Análise afiada

Na sequencia de críticas, o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, editor do site de notícias The Intercept, avalia a derrota de Freixo para um candidato “fraco, radical e sectário”. Greenwald, que ajudou o ex-espião Edward Snowden a revelar os segredos da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês), faz uma análise contundente da atuação de Freixo, nas últimas eleições.

Leia o artigo de Greenwald, a seguir, sob o título:

A grande derrota do PSOL evidencia o maior
desafio da esquerda mundial e, especialmente, no Brasil

A derrota de Marcelo Freixo por 19 pontos percentuais na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro para o extremista evangélico Marcelo Crivella, no último domingo (30), levanta perguntas importantes e evidencia os principais desafios da esquerda brasileira. É de extrema urgência encontrar respostas e soluções frente à instabilidade política do país e à ascensão nacional de facções de extrema direita que, se não forem impedidas, poderão se estabelecer no poder por uma geração inteira.

O grande fracasso do PSOL em seu reduto político frente a um candidato fraco, radical e sectário não se deu por conta de candidatos inferiores. Muito pelo contrário. Freixo é um político dedicado, talentoso e perspicaz, com um longo e inspirador histórico de dedicação às causas social. A feminista escolhida para ser sua vice, Luciana Boiteux, é uma advogada e professora de direito inteligente e sofisticada que melhorou como oradora e liderança política durante a curta campanha.

Movimento político

Seus principais apoiadores também não são a problema do PSOL. A vitória de Freixo no primeiro turno foi extraordinária dadas as condições estabelecidas pela lei eleitoral que foi criada especificamente para paralisar partidos pequenos e novos e relegá-los à margem da política. A vitória do PSOL sobre o PMDB e o PSDB, embora tivesse apenas 11 segundos em programas de TV e sem contar com o apoio financeiro das oligarquias do país, foi uma conquista monumental.

Outra grande conquista foi alcançar o maior número de vereadores da história do partido: foram conquistadas seis cadeiras na câmara municipal. Isso só foi possível graças à militância mais entusiasmada, dedicada e trabalhadora dentre todos os partidos. E esse é o maior patrimônio de um movimento político.

Problemas graves

O problema enfrentado pelo PSOL é estrutural, institucional e cultural: como expandir-se além de sua base eleitoral dedicada, porém limitada, composta primordialmente por intelectuais bem educados, com estabilidade financeira e, em sua maioria, brancos da Zona Sul, e por jovens?

Ou seja, como o PSOL pode persuadir pobres, trabalhadores e moradores de favelas de que suas condições de vidas seriam melhoradas por um governo de esquerda e como convencê-los de que os líderes do PSOL compreendem e, portanto, podem lidar com os problemas graves e sistêmicos que eles enfrentam?

Programa do PSOL

Não se pode subestimar o alcance e a dimensão do fracasso do PSOL neste caso. Todos os dados disponíveis mostram a mesma história. Aqueles com os menores níveis de renda e de escolaridade rejeitaram fortemente o PSOL – um partido formado para combater as desigualdades sociais – em prol do conservador evangélico e pró-empresários.

Freixo perdeu esmagadoramente na Zona Oeste. Eleitores da classe trabalhadora e residentes de favelas fora da Zona Sul simplesmente deram as costas para a esquerda. Em outras palavras, os próprios eleitores a quem o programa político do PSOL tenta atender são aqueles que se sentem mais distantes do partido – e são muitas vezes hostis a ele.

Populista de direita

Esse problema não é, de maneira nenhuma, exclusivo da esquerda brasileira. É a mesma crise enfrentada por partidos de esquerda por todo o mundo democrático. Nos Estados Unidos, a disputa liderada pelo socialista Bernie Sanders este ano, por mais surpreendente que seu sucesso tenha sido, fracassou em última análise porque ele não tinha apelo fora de sua base de liberais brancos, intelectuais e eleitores jovens. As minorias e os trabalhadores brancos permaneceram firmes nos campos da centrista de situação, Hillary Clinton, e do populista de direita, Donald Trump, respectivamente.

Na Europa Ocidental, cidadãos cuja segurança econômica foi devastada pelo globalismo não estão se voltando para os progressistas – a quem veem como elites cosmopolitas condescendentes e distantes de sua vida cotidiana – mas a demagogos populistas de direita que canalizam suas angústias mirando as minorias, e que prometem respeitar e proteger (ao invés de desprezar) seus valores culturais.

Essas tendências ameaçam produzir uma geração de eleitores pobres que se identificam irreversivelmente com partidos de direita, enquanto tornam a esquerda num artigo de boutique, um movimento marginal para as elites nas cidades e para os estudantes universitários.

Liderança de esquerda

Mas a universalidade deste problema não diminui a urgência com que a esquerda brasileira – especificamente o PSOL – precisa resolver isso. Cinco anos atrás, quando era apenas uma alternativa ideologicamente mais pura ao PT, o PSOL ainda podia se dar ao luxo de alimentar apenas sua base principal. A paixão de seus militantes e os candidatos carismáticos que atraiu asseguraram que o partido elegesse alguns deputados federais, estaduais e vereadores.

Mas, por conta da mudança no cenário político e do amplo desprezo que a sociedade tem pela classe política, isso não é mais suficiente. O impeachment de Dilma, por mais corrompido e ilegítimo que tenha sido, conseguiu incapacitar o PT; levará um longo tempo para que o partido retorne a um patamar que se assemelhe ao poder que detinha, se algum dia isso acontecer.

A Rede desapareceu misteriosamente como força eleitoral este ano. E o PCdoB, identificado por sua longa aliança com os governos do PT, ainda precisa demonstrar que pode protagonizar a liderança da esquerda.

Isso significa que, se a ‘nova esquerda’ pretende competir com a muitas vezes alarmante “nova direita”, é necessário que o PSOL evolua para o próximo nível do poder político. Ganhar algumas cadeiras na Câmara, e promover comícios grandes e vibrantes não é suficiente.

Facções de direita

O partido precisa encontrar maneiras de ganhar eleições municipais e estaduais para que possa eleger prefeitos, governadores e senadores, e, finalmente, competir nacionalmente na disputa presidencial. Como ficou claro ontem à noite, esse objetivo continuará sendo um sonho se o PSOL não encontrar rapidamente uma maneira de expandir e diversificar seu apelo.

O que faz deste fracasso tão alarmante é que as novas facções de direita do Brasil já estão logrando alcançar essas populações. O milionário de direita João Dória venceu no primeiro turno porque os eleitores pobres de São Paulo abandonaram, em grande número, o talentoso prefeito do PT para votar no tucano.

Crivella provou que, não importa quão extremas e regressivas são suas crenças políticas e religiosas, os líderes evangélicos sabem como dialogar com os eleitores pobres e a classe trabalhadora. E, enquanto o movimento Bolsonaro encontra apoio entre alguns setores ricos e bem educados, ele está fazendo cada vez mais incursões entre as áreas dos mais pobres e menos educados.

Oligarcas do PSDB

Tudo isso significa que, se a esquerda – especificamente o PSOL – não encontrar rapidamente uma maneira de chegar a estes eleitores, essas populações se identificarão, talvez irreversivelmente, com facções de extrema-direita, como eram, há pouco tempo, irremediavelmente identificados com o PT. Se isso não mudar, a competição pelo poder no Brasil não será entre a direita e a esquerda, ou entre o PSOL e o PMDB.

Ao invés disso, a competição real se dará apenas entre a própria extrema-direita: evangélicos, Bolsonaristas, e oligarcas dos negócios do PSDB. O centro de poder no Brasil será composto exatamente pelas pessoas que, na noite de ontem, estiveram triunfalmente no palco atrás de Crivella e que agora exercem o poder na segunda maior cidade do país. Esse é o caminho de direita no qual o Brasil está agora inegavelmente situado.

Classe pobre

Não existe uma resposta simples para isso. Porém, o ponto mais preocupante é que esse problema já era extremamente óbvio em 2008 e 2012, quando Fernando Gabeira e depois Freixo perderam as eleições para prefeitura do Rio para Eduardo Paes, e, nos anos que se seguiram, houve muito pouco avanço para solucioná-lo.

Mesmo não havendo respostas fáceis para esses desafios, há lições a serem aprendidas de outros grupos de esquerda que foram bem-sucedidos nesse sentido. Lula foi capaz de criar e transformar o PT em uma grande força política de esquerda porque a base de apoio do partido era composta pela classe pobre e trabalhadora, e a partir daí seu apelo se estendeu a outros grupos.

Isso foi possível porque as lideranças do partido, começando pelo próprio Lula, foram capazes de entender instintivamente seus eleitores e tinham credibilidade para dialogar com eles porque pertenciam a esses grupos. Não foi necessário inventar estratégias de comunicação ou teorias abstratas sobre como conquistar essa parcela do eleitorado; a liderança e os candidatos do PT cresceram nas comunidades que serviram de base eleitoral do partido.

Zona Norte

Um partido não tem o apoio de segmentos mais pobres da população e de minorias, a menos que esses grupos se vejam representados na liderança e nas candidaturas do partido. O PSOL avançou nesse sentido: um de seus mais renomados deputados, Jean Wyllys, foi criado em condições de extrema pobreza, e dois de seus novos vereadores, Marielle Franco, a quinta vereadora mais votada, e David Miranda (meu marido), fotos abaixo, são cariocas negros que cresceram em favelas da Zona Norte da cidade.

É fundamental para a expansão do apelo do partido que suas lideranças e candidaturas sejam compostas pelos grupos de eleitores que o partido deseja conquistar.

Vantagens políticas

Partidos liberais de esquerda apenas obtiveram sucesso em outros países após convencer o eleitorado pobre, conservador e religioso de que as questões sociais que são exploradas de forma cínica por conservadores para conquistar seus votos – igualdade para LGBTs, direitos reprodutivos, criminalização de drogas – não são as questões que nega oportunidades e prosperidade a esse eleitorado.

Muito pelo contrário, as políticas econômicas da direita e seu compromisso com as classes ricas são os verdadeiros responsáveis pelas carências da classe pobre. Partidos de esquerda não podem abrir mão de suas crenças fundamentais no aspecto social e negociar o direito à igualdade absoluto para todos os cidadãos em troca de vantagens políticas.

Mas persuadir eleitores a colocar estas questões em perspectiva e se concentrar em quem poderá atender às suas necessidades mais urgentes tem sido um pré-requisito para atrair eleitores, apesar de suas diferenças nestas questões sociais e religiosas. A esmagadora maioria das discussões travadas com eleitores de Crivella nos últimos dois meses não se focou em política econômica e de saúde, mas no sucesso de sua campanha de medo sobre drogas, prostituição, homossexualidade e aborto.

Voto de ninguém

Talvez ainda mais vital seja o reconhecimento de que nenhum partido de esquerda “tem direito” ao voto de ninguém. A esquerda não tem “direito” de receber apoio dos pobres ou das minorias. É terrível – como às vezes se observa na esquerda depois de uma derrota – desprezar eleitores pobres ou trata-los como manipuláveis ou ignorantes se eles não votam da forma esperada pela esquerda. Essa mentalidade apenas exacerba a divisão e torna o sucesso ainda mais difícil.

Se um partido falha em atrair os eleitores que ele pensa que deveria atingir, parte da culpa pode ser atribuída a uma mídia injusta e parcial, ou a táticas sujas dos oponentes, ou a condições econômicas além do controle. A impopularidade do PT também foi uma barreira óbvia para PSOL. A recusa do PSOL em formar alianças com partidos corruptos, nobre do ponto de vista político, torna o sucesso eleitoral ainda mais difícil.

Mas um partido derrotado deve aceitar sua parcela de culpa e responsabilidade. Sua tarefa é convencer os eleitores mais marginalizados de que o partido está comprometido com a melhoria de suas vidas e é capaz de fazê-lo, e, caso não seja bem-sucedido, a culpa é primeiramente do próprio partido. Apenas a admissão honesta dessa responsabilidade pode estimular a busca por soluções na comunicação, estratégia e recrutamento de militantes.

Postura intransigente

Há muitas razões pelas quais os apoiadores do PSOL deveriam estar otimistas em relação ao futuro de seu movimento. O partido evitou os escândalos de corrupção que engoliram quase todos os outros partidos. Tem liderado a luta por ética no governo: junto com a Rede, iniciou e dirigiu o processo para remover Eduardo Cunha da Câmara, além de liderar a luta para bloquear a anistia ao Caixa Dois que Michel Temer e Rodrigo Maia tentaram inserir na lei.

A paixão de seus jovens apoiadores, e a maneira com que recebem e empoderam a diversidade na população brasileira, são inspiradoras. A postura intransigente e de princípios de seus candidatos, embora muitas vezes dificulte o sucesso eleitoral, é um oásis raro e importante num cenário sujo de cinismo e oportunismo político.

Mas o partido, e portanto a esquerda brasileira, ainda precisa encontrar uma maneira de contornar seus sérios obstáculos sistêmicos. Enquanto a extrema-direita rapidamente se consolida no poder no Brasil pós-impeachment, alcançar isso – encontrar uma maneira de se comunicar e de persuadir os eleitores que deveriam ser seus mais ferrenhos apoiadores – é essencial não só para o PSOL, mas para o Brasil e para a esquerda internacional.

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Procuradores investigam investimentos de Trump no Brasil

November 3, 2016 11:53, par Feed RSS do(a) News

O investimento de R$ 130 milhões dos dois pequenos fundos na incorporadora do hotel de Trump “exige investigação”, segundo o procurador federal Anselmo Lopes. Ele cita o tamanho, a estrutura e o alto nível de risco do empreendimento

 

Por Redação, com Reuters – de Brasília

 

Um procurador de Brasília inicia, nesta quinta-feira, uma investigação criminal que envolve o bilionário norte-americano Donald Trump. O candidato republicado à Casa Branca está associado a dois fundos de pensão estatais, em um hotel de luxo do Rio de Janeiro. Trata-se de mais uma franquia Trump, de acordo com um documento apresentado em um tribunal. A agência inglesa de notícias Reuters teve acesso ao documento, na véspera.

O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump

Candidato republicano à Presidência dos EUA, Donald Trump

O investimento de R$ 130 milhões dos dois pequenos fundos na incorporadora do hotel “exige investigação”, segundo o procurador federal Anselmo Lopes. Ele cita o tamanho, a estrutura e o alto nível de risco do empreendimento. A denúncia consta no documento datado de 21 de outubro, que deu início ao inquérito.

Propinas

Lopes cita o fundo de pensão da estatal Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Aponta, ainda, o fundo dos funcionários do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins. Ambos investiram o dinheiro na incorporadora LSH Barra Empreendimentos Imobiliários, que construiu o Trump Hotel Rio de Janeiro.

“Investir valores deste montante, para estes fundos de pensão (relativamente pequenos), viola princípios de diversificação e liquidez”, argumentou Lopes no documento. “É necessário verificar se o favoritismo demonstrado pelos fundos de pensão pela LSH Barra Empreendimentos Imobiliários e pela imobiliária norte-americana se deveu a pagamentos ilícitos e propinas”, disse o procurador no texto de 15 páginas.

Trump Rio

A investigação é parte de um inquérito mais profundo sobre fraudes em fundos de pensão estatais. Estes envolvem subornos supostamente pagos para garantir investimentos. A Trump Organization e a LSH Barra Empreendimentos Imobiliários, a única proprietária do hotel, negaram qualquer irregularidade. A Serpro não respondeu a pedidos de comentário.

O Trump Hotel Rio de Janeiro, propriedade à beira-mar com 170 quartos próxima de onde o Parque Olímpico esteve localizado. Hoje, é administrado pela imobiliária do candidato presidencial. Ainda assim, sem nenhum dinheiro da Trump Organization investido no projeto.

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Escola GISNO sitiada - Brasília-DF

November 3, 2016 9:22, par Feed RSS do(a) News

Photo935646363758210531 A escola GISNO, do ensino médio de Brasília, no início da tarde de hoje (4a-feira 2/11) foi sitiada pela polícia militar, com corte de luz, não permitindo a entrada de ajuda aos jovens.

O Conselho Tutelar teve que dar voz de prisão ao Tenente responsável para fazer valer os direitos dos estudantes.

Neste momento, 16h30, os estudantes se encontram dentro da escola acompanhados pelo conselho Tutelar e advogados.

Nesta madrugada houve corte de luz e invasão para promover guerra psicológica por parte de agentes do Estado. Advogados, mães, pais e apoiadores foram acionados que compareceram ao local dando suporte.

Na saída da escola, após a coletiva de imprensa, uma viatura da PM passou filmando e fotografando os carros e as pessoas que estavam no estacionamento da escola, em nítida ação de intimidação.

fotos: Rede #ApoiaOcupaDF

 



PEC - Para Esmagar o Cidadão e proteger o lucro do patrão

November 1, 2016 17:15, par Feed RSS do(a) News

Pec da morte