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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 2 people following this article.
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Francisco apoia estabelecer preço por emissão de carbono para conter aquecimento global

15 de Junho de 2019, 9:47, por Feed RSS do(a) News

Francisco, que fez muitos apelos pela proteção ambiental e se chocou com líderes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito da mudança climática, disse que a crise ecológica “ameaça o próprio futuro da família humana”.

Por Redação, com Reuters – da Cidade do Vaticano

O papa Francisco disse nesta sexta-feira que estabelecer preço para emissões de carbono é “essencial” para conter o aquecimento global – sua declaração mais clara até hoje em apoio à penalização de poluidores, e apelou para que os descrentes da mudança climática ouçam a ciência.

Papa Francisco recebe fieis no Vaticano

Em um discurso a executivos do setor energético feito ao final de uma reunião de dois dias, ele também pediu por reportagens “abertas, transparentes, baseadas na ciência e padronizadas” sobre riscos climáticos e uma “transição energética radical” do carbono para salvar o planeta.

A fixação de preço para emissões de carbono, seja por impostos ou esquemas de troca de emissões, é usada por muitos governos para fazer os consumidores de energia pagarem pelos custos do uso de combustíveis fósseis, que contribuem para o aquecimento global, e para fomentar o investimento na tecnologia de baixo carbono.

O Vaticano não divulgou os nomes dos participantes do encontro a portas fechadas em sua Academia de Ciências, que repetiu outro de 2018, mas fontes da indústria disseram que se acredita que as empresas representadas são as gigantes Eni, Exxon, Total, Repsol, BP, Sinopec, ConocoPhillips, Equinor e Chevron.

Grupo

Um grupo pequeno de manifestantes se reuniu diante de um portão do Vaticano. Um deles exibiu um cartaz dizendo “Queridos CEOs do Petróleo: Pensem em Seus Filhos”.

Francisco, que fez muitos apelos pela proteção ambiental e se chocou com líderes como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito da mudança climática, disse que a crise ecológica “ameaça o próprio futuro da família humana”.

Ele criticou implicitamente aqueles que, como Trump, negam que a mudança climática seja causada sobretudo pela atividade humana.

– Durante tempo demais, fracassamos coletivamente em ouvir os frutos das análises científicas, e as previsões apocalípticas não podem mais ser encaradas com ironia ou desdém – disse. O debate sobre mudança climática e transição energética precisam se basear na “melhor pesquisa científica disponível hoje”.

No ano passado, Trump rejeitou projeções de um relatório de seu próprio governo segundo o qual a mudança climática causará danos econômicos sérios à economia dos EUA.

– Diante de uma emergência climática, precisamos agir de acordo, de maneira a evitar perpetrar um ato de injustiça brutal contra os pobres e as gerações futuras – disse o papa.



Dupla barra pesada

15 de Junho de 2019, 9:41, por Feed RSS do(a) News

O fantástico chargista Aroeira define o momento atual do vazamento pelo site The Intercept de toda Lameira patrocinada pela dupla: Sérgio Moro e Delta Dellagnol.

Os dois Chicagos Boys deveriam ser expulsos do país, atuam em favor dos EUA contra nossa soberania. Vender e entregar nosso patrimônio nosso pré-sal.

 

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Troque seu adesivo!

10 de Junho de 2019, 7:32, por Feed RSS do(a) News

The real 171



BC desmente Bolsonaro mas ele insiste em plano de moeda única no Mercosul

7 de Junho de 2019, 17:55, por Feed RSS do(a) News

A notícia, recebida com ceticismo durante visita à Argentina, coloca o ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma nova ‘saia justa’. Segundo Bolsonaro, ele deu “o primeiro passo para um sonho de uma moeda única na região do Mercosul, o peso real”.

 

Por Redação, com agências internacionais – de Buenos Aires

 

O Banco Central informou em nota, na manhã desta sexta-feira, que não há qualquer projeto nem ao menos estudos em andamento para uma união monetária entre Brasil e Argentina. Ainda assim, o presidente Jair Bolsonaro tem afirmado que foram iniciadas negociações nesse sentido entre os governos de ambos os países.

Presidente Jair Bolsonaro fala sobre moeda única no Mercosul, que nem o Banco Central tem ideia do que seja

A notícia, recebida com ceticismo durante visita à Argentina, coloca o ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma nova ‘saia justa’. Segundo Bolsonaro, ele deu “o primeiro passo para um sonho de uma moeda única na região do Mercosul, o peso real”. Às pressas, um porta-voz do Ministério das Finanças da Argentina confirmou negociações nesse sentido.

— Estamos trabalhando nisso no médio a longo prazo — desconversou o porta-voz argentino à agência inglesa de notícias Reuters.

Sem prazo

A proposta, que existe apenas no ideário do presidente brasileiro, poderia incluir Uruguai e Paraguai, outros parceiros do Mercosul, de acordo com a mídia. Algumas horas depois, o BC divulgou nota afirmando que não há projetos nesse sentido.

“Há tão somente, como é natural na relação entre parceiros, diálogos sobre estabilidade macroeconômica, bem como debates acerca de redução de riscos e vulnerabilidades e fortalecimento institucional”, disse a nota.

Ao saber da negativa do BC, Bolsonaro ainda tentou manter a ideia da moeda única. Mas frisou, desta vez, que não existe uma prazo para a implementação do projeto. E que prevê no futuro a criação de uma união monetária para toda América do Sul.

Proposta

Nesta sexta, o presidente chegou a dizer que a moeda única poderia servir como uma trava a ameaça de avanço de pensamentos e “aventuras socialistas” na região.

— Uma nova moeda é como um casamento… mas a gente mais ganha do que perde. Temos muito mais, como num casamento, a ganhar do que perder. Acho que com a moeda única nós estamos dando uma trava nas aventuras socialistas que acontecem em alguns países na América do Sul — disse ele a jornalistas, após participar de uma cerimônia de formação de sargentos da Marinha, na zona norte do Rio de Janeiro.

Segundo Bolsonaro, “essa proposta existe desde 2011 e o Paulo Guedes mostrou interesse assim como o governo da Argentina em voltar a estudar a questão”. Guedes preferiu não falar sobre o assunto, de imediato.

No Twitter, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a ideia da possível nova moeda: “Será? Vai desvalorizar o real? O dólar valendo R$6,00? Inflação voltando? Espero que não.” Bolsonaro evitou polemizar e preferiu minimizar as críticas.

— Rodrigo Maia ou qualquer um que tenha criticado é um direito — concluiu.



Pesquisa mostra adesão maciça dos caminhoneiros à greve geral

7 de Junho de 2019, 17:55, por Feed RSS do(a) News

A pesquisa sobre a presença dos caminhoneiros na greve geral foi realizada entre os dias 2 e 18 de maio, com 648 motoristas, sendo 6 mulheres.

 

Por Redação, com RBA – de São Paulo

 

Estudo realizado junto aos caminhoneiros, pela Fundação Perseu Abramo (FPA) junto com a Rede Nacional de Pesquisadores Associados (RNPA), mediu o comprometimento da categoria com o movimento de paralisação chamado para dia 14 de junho. De acordo com o levantamento, 70% dos condutores vão aderir à Greve Geral.

No ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do paísNo ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do país

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 18 de maio, com 648 motoristas, sendo 6 mulheres. Do total de entrevistas, 49,7% foram com condutores de empresas, 42,6% autônomos, 4,7% cooperativados e 3% empregadores.

Paralisação

Na última terça-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), que representa 700 mil caminhoneiros associados aos sindicatos filiados à entidade, aprovou a adesão à Greve Geral. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros divulgou, em seu site, uma campanha de consulta à categoria para decidir sobre a adesão, ou não, ao movimento que pretende paralisar o país no dia 14 de junho.

Wanderley Dedeco, uma das lideranças forjadas nos grupos de Whatsapp, aplicativo de conversa online onde se orquestrou a paralisação da categoria, em maio de 2018, criticou a CNTTL e disse que é contrário ao movimento de greve.

— Não haverá paralisação, isso é coisa de gente irresponsável no meio de uma negociação que o governo tem cumprido sua parte, esse anúncio é coisa de pessoas que são contra o crescimento do Brasil e do presidente, mas garanto não haverá paralisação — afirmou Dedeco.

A pesquisa

A FPA também perguntou aos caminhoneiros se eles são a favor de uma nova paralisação da categoria, como aconteceu em maio de 2018. Se declararam contrários 20%. Outros 71% são a favor e 9% não souberam opinar.

Para 34,6% dos caminhoneiros, o governo de Jair Bolsonaro é ótimo ou bom. Outros 33,9% consideram ruim ou péssimo.

Os condutores também responderam sobre os meios que utilizam para se informar a respeito de assuntos do interesse da categoria. O Whatsapp é a plataforma eleita por 35,8% dos motoristas e, para 17,2%, é a TV.

Bancários

Ainda nesta sexta-feira, mais duas categorias decidiram participar da Greve Geral. A decisão foi tomada de forma unânime nas assembleias das categorias, realizadas em Porto Alegre.

Os municipários garantem que serviços urgência, emergência e essenciais terão um número mínimo de servidores trabalhando no dia para atender a população. Nos próximos dias prefeitura será comunicada da decisão e a categoria será convocada para participar das manifestações.

Porém, o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) diz que não tem atividades programadas e que seguirá as decisões de centrais sindicais e movimentos sociais.

Aposentadorias

Já por parte dos bancários uma nova reunião está agendada para o dia 13 de junho na qual será definida como será a participação na Greve Geral. Nos próximos dias o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) irá comunicar as instituições financeiras, tanto públicas quanto privadas. Dessa forma eles esperam evitar qualquer punição a quem aderir ao movimento.

A Greve Geral é um protesto contra a reforma da previdência proposta pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, e na região metropolitana já conta com a adesão dos metroviários.

Entre as críticas ao texto enviado à Câmara dos Deputados está o aumento nas idades mínimas para aposentadoria, além da previsão de mudança no sistema que passaria de solidariedade para capitalização.



Fim da ditadura é registrado em documentário: ‘Depois do vendaval’

7 de Junho de 2019, 17:55, por Feed RSS do(a) News

A  série documental Depois do Vendaval de Sérgio Péo, José Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos, será exibido em três episódios neste sábado.

Por Redação, com ACS – do Rio de Janeiro

A  série documental Depois do Vendaval de Sérgio Péo, José Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos, será exibido em três episódios neste sábado às 16h no Rio de Janeiro.

Todos os episódios terão uma introdução onde se situa o golpe militar de 64, o AI-5 em 1968 e o estado de um país oprimido pela ditadura militar. Apesar de tudo o povo brasileiro resistiu.

A  série documental Depois do Vendaval de Sérgio Péo, José Carlos Asbeg e Luiz Arnaldo Campos

Primeiro episódio

O Movimento Estudantil, depois de consumado o golpe, a primeira providencia dos militares foi desmantelar a base de apoio entre os trabalhadores do governo João Goulart. Intervenções nos sindicatos, prisões de lideranças, imposição de pelegos à frente das associações de classe, utilizando para isto o modelo sindical herdado de Getúlio Vargas.

As fábricas se tornaram infernos, onde os operários não tinham direitos e eram esmagados pelo arrocho salarial. A reação veio da base. A solidariedade entre os trabalhadores nas linhas de produção, os grupos por local de trabalho, as oposições sindicais, o aparecimento de dirigentes sindicais combativos.Tudo isto construiu o levante do ABC, em 1979. A partir daí a greve retornou ao dicionário político brasileiro e símbolos como o Primeiro de Maio foram retomados. Uma avalanche poderosa conquistou a liberdade sindical, o direito de greve, a sindicalização dos funcionários públicos e a organização das centrais sindicais. Para o Brasil, um novo tempo tinha começado.

Segundo Episódio 

O Movimento Operário, depois de 68, a ditadura aumentou a repressão contra o movimento estudantil. A UNE foi colocada na ilegalidade, centros acadêmicos foram fechados, e o decreto 477 suspendia por cinco anos os estudos dos alunos considerados subversivos.

Ainda assim a resistência não se dobrou. Cineclubes e atividades culturais viraram pontos de encontro e discussão, semanas de calouros e grupos de estudos debatiam a realidade brasileira e o papel do estudante. No final dos anos 70, a efervescência nas faculdades já é grande: estudantes reivindicam melhores condições de ensino e liberdades democráticas.

Pouco depois começam a desfiar abertamente o regime. Em todo país são recriados diretórios estudantis, geralmente com o nome de militantes da luta armada, mortos pela ditadura, estabelecendo assim uma ligação entre o passado e o presente da resistência. Daí para a frente os universitários se unem nas ruas na luta aberta contra a ditadura. Apoiam as greves do ABC e participam ativamente da campanha pela Anistia e em 1979, num congresso memorável, refundam a União Nacional dos Estudantes.

Terceiro Episódio                                                                 

“Depois do vendaval”

O Movimento pela Anistia, a prisão foi paradoxalmente um dos maiores centros de resistência contra a ditadura militar. Presos políticos se organizavam nos cárceres, passavam clandestinamente denúncias para o exterior e realizavam greves de fome em defesa da vida e da dignidade.

Do lado de fora, mães, filhas, esposas dos presos começaram a se encontrar para repercutir as denúncias no Brasil e no mundo. Por isto, foram também ameaçadas e perseguidas, mas não desistiram. Foram aos poucos ampliando a rede e no final dos anos 70 já tem força suficiente para lançar o Comité Brasileiro pela Anistia.

O movimento, articulado dentro e fora dos presídios, ganha representatividade, conquistando inclusive o apoio de políticos conservadores, como o senador Teotônio Vilela. A bandeira da Anistia Ampla, Geral e Irrestrita se torna a principal palavra de ordem contra a ditadura.

Dentro das prisões, os presos políticos se unem cada vez mais, como demonstra a tocante solidariedade entre presas e presos políticos, trancafiados em prisões distintas. A histórica greve de fome de 32 dias é um marco da luta democrática do Brasil e foi fundamental para ampliar os limites de uma Anistia que os militares queriam restrita, sem contemplar os combatentes da luta armada.

Mesmo assim, conseguiram impor uma anistia que também contempla os torturadores que jamais foram julgados. Ainda hoje há muito o que ser esclarecido e conhecido pelo povo brasileiro mas a campanha perla Anistia permanece como um marco histórico da luta pela liberdade no Brasil.

Serviço

Depois do vendaval

Data: sábado – 8/6

Hora: 16h

Local: Rua São Clemente, 155, Botafogo

Entrada Franca

 

 



Le #boutique des #brésiliens #enfants

7 de Junho de 2019, 17:54, por Feed RSS do(a) News

¡Para adoção!!!

Reproduzo do ConversaAfiada nota que comenta e reproduz a mais nova inovação brasileira.

Brasil cria "passarela" para adotar crianças

!!!Vão acabar na São Paulo Fashion Week!!!!
 

Debret, mercado de escravos Mercadovalongoescravosriojaneiro1 Mercadovalongoescravosriojaneiro

Quando se pensa que o Brasil é capaz de tudo, aparece uma inovação alucinada: uma passarela para que crianças de 4 a 17 "desfilem" diante de futuros pais como se fossem modelos!

Seguramente, a "ideia" deriva da SP Fashion Week, com a coreografia e o know-how da cultura do espetáculo com que a Globo contaminou o Brasil:

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Crianças de 4 a 17 anos participam do evento 'Adoção na Passarela' no Pantanal Shopping


Pela segunda vez acontece, nesta terça-feira (21) no Pantanal Shopping o evento ‘Adoção na Passarela’. Realizado pela Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (AMPARA) em parceria com a Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-МT), o encontro tem por objetivo dar visibilidade a crianças e adolescentes de 4 a 17 anos, que estão aptas para adoção.

"Será uma noite para os pretendentes - pessoas que estão aptas a adotar - poderem conhecer as crianças, a população em geral poderá ter mais informações sobre adoção e as crianças em si terão um dia diferenciado em que elas irão se produzir, cabelo, roupa e maquiagem para o desfile. Na última edição, dois adolescentes, um de 14 e o outro de 15, foram adotados. E esperamos novamente dar visibilidade as essa crianças e adolescentes que estão aptas a adoção. E como sempre dizemos: o que os olhos veem o coração sente", afirma a presidente da Comissão de Infância e Juventude da OAB-MT e da Comissão Nacional da Infância, Tatiane de Barros Ramalho.

O evento finaliza a ‘Semana da Adoção’, que contou com palestras, seminários e recreação para as crianças. Para a gerente de marketing do Pantanal Shopping, Ticiana Pessoa, o empreendimento se sente honrado em receber esse projeto que procura incentivar e sensibilizar sobre a adoção.

"Procuramos sempre utilizar a relevância do nosso shopping para a comunidade cuiabana e desejamos, principalmente, que esse desfile abra portas para uma vida de mais afeto para muitas crianças e adolescentes", afirma. (...)

 

 



CAf: https://www.conversaafiada.com.br/brasil/brasil-cria-passarela-adotar-criancas

Nota original: https://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?id=17583&noticia=criancas-de-4-a-17-anos-participam-do-evento-adocao-na-passarela-no-pantanal-shopping