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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | 2 people following this article.
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Rússia pede aos EUA que parem tentativa ‘irresponsável’ de derrubar o governo da Venezuela

6 de Maio de 2019, 8:11, por Feed RSS do(a) News

Lavrov fez as declarações no início de uma reunião com o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, na capital russa. O chanceler viaja nesta segunda-feira para a Finlândia, onde deve manter rara conversa com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

 

Por Redação, com agências internacionais – de Moscou

 

Ministro das Relações Exteriores da Rússia, o chanceler Sergei Lavrov disse, neste domingo, que a Rússia condena o que chamou de uma campanha para derrubar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, organizada pelos Estados Unidos. Ele pediu que Washington cancele seus planos “irresponsáveis”.

Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov pediu que os EUA sejam mais responsáveis em suas atitudes

Lavrov fez as declarações no início de uma reunião com o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, na capital russa. O chanceler viaja nesta segunda-feira para a Finlândia, onde deve manter rara conversa com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

Do lado venezuelano, Arreaza disse que Lavrov precisa explicar a Pompeo que é preciso haver diálogo com a Venezuela.

Maduro

Ao mesmo tempo, o diplomata russo anunciou que as duas partes estão dispostas a fortalecer a cooperação estratégica bilateral.

A crise na Venezuela se agravou em 30 de abril, quando o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país, lançou a chamada Operação Liberdade, para retirar Nicolás Maduro do poder.

Em um vídeo publicado no Twitter, Guaidó aparece ao lado de militares e do líder oposicionista Leopoldo López, que estava preso desde 2014 e foi libertado pelos rebeldes, na base aérea de La Carlota, em Caracas. Guaidó apelou a uma “luta não violenta”, disse ter os militares do seu lado e afirmou que “o momento é agora”.

Segundo o ministro venezuelano da Defesa, Vladimir Padrino López, as Forças Armadas da Venezuela continuam completamente fiéis às autoridades legítimas.



Mais de 5 milhões de brasileiros passam fome desde o golpe de Estado, em 2016

6 de Maio de 2019, 8:10, por Feed RSS do(a) News

No Brasil, 2,5% da população passou fome em 2017. Isso corresponde a 5,2 milhões de pessoas. O Brasil só saiu do mapa da fome em 2014, mas voltou após a crise gerada no golpe de Estado, em 2016.

 

Por Clara DawnPortal Raízes – de São Paulo

 

Com a concentração de riquezas nas mãos de uma pequena parcela da população, a FOME É O MAIOR PROBLEMA SOLUCIONÁVEL num mundo onde 821 milhões de pessoas passam fome, segundo a ONU. No Brasil 5,2 milhões de pessoas não têm o que comer.

O número de brasileiros em condições miseráveis aumentou, exponencialmente, após o golpe de 2016O número de brasileiros em condições miseráveis aumentou, exponencialmente, após o golpe de 2016

O relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2018, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mostrou que a fome aumentou no mundo. No ano passado, 821 milhões de pessoas passavam fome em todo o planeta. Este é o terceiro ano consecutivo com aumento deste número, segundo a FAO.

O relatório cita como as principais causas do avanço da subnutrição os conflitos armados, crises econômicas e fenômenos naturais extremos, como secas e enchentes.

Mapa da fome

No Brasil, 2,5% da população passou fome em 2017. Isso corresponde a 5,2 milhões de pessoas. O Brasil só saiu do mapa da fome em 2014, quando o índice de pessoas ingerindo menos calorias que o recomendado caiu para 3% da população.

E, segundo o relatório Luz da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, realizado pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil, o Brasil corre o risco de ser reinserido no mapa da ONU. Por que há tanta fome? Por que somos essencialmente infelizes? A resposta é simples, mas a solução é complexa.

Somos essencialmente infelizes porque não somos livres. Livres, no sentido integral da palavra ‘liberdade’. Tudo o que somos nos foi imposto: o lugar onde nascemos, os nossos pais, o nosso nome, a nossa religião, a nossa cultura, os nossos ideais, as nossas crenças e até os nossos entretenimentos, como o time de futebol que vamos torcer quando crescer.

Fronteiras

Decidem por nós pelo que devemos chorar, pelo que devemos sorrir (e como sorrir). Incutem em nós que a felicidade está no que se pode conquistar materialmente e ai daqueles que, por ‘rebeldia’, não se encaixam nos moldes desta idiotia. Ora, eu seria feliz se pudesse ir trabalhar de bermuda e de chinelos. Por que não?

Somos, sim, desde crianças autômatos controlados por outrem e, assim, somos servos voluntários de um consumismo cada vez mais capitalista e jamais, jamais dialético. Quando o homem se fez gente, infincou bandeiras e ergueu muros, como se tivesse o direito de fazê-lo por si só numa terra que naturalmente não lhe pertencia. Assim nasceram as fronteiras, as novas línguas, novas culturas e metodologias de existir…

No entanto, todos os esses ‘novos’ mundos foram consolidados, e ainda são, sobre um sistema regido pela vaidade, pela sofisma, pela ganância, pelo bem supremo das classes dominantes(maioria) em detrimento de minorias: os trabalhadores, os que produzem toda a riqueza da Terra.

Consciência

Comungo com Carl Marx do conceito de felicidade. Como ser feliz em um mundo de injustiças sociais? Marx responde que é impossível. Como sermos plenamente felizes se não temos liberdade para coisa alguma? Se há muros cheios de placas de advertências indicando que não temos o direito de estar ali. Ora, por que não? Quem deu a esses seres o direito maior de serem donos de um patrimônio naturalmente pertencente a todos? A Terra é nossa. É todos, irmãos. E pessoa alguma, repito, pessoa alguma, tem dela o monopólio legal. A Leis que regulamentam o contrário, por quem foram instituídas e a quem, na prática, favorecem?

Ora, não somos felizes e jamais seremos até que tenhamos a consciência de que nossa liberdade integral também é nosso direito e que por isso vamos exercê-la. Seremos livres quando ao invés de somente obedecermos as leis passarmos a ser membros participativos na criação delas.

Então seremos livres para viver onde se bem quiser, livres para ter fé no que quiser, livres para amar quem se quiser, livres para ser quem realmente se é… Todos livres, libertos de todo tipo opressão: moral, social, psicológica, econômica, política, étnica, de gênero, de sexualidade. Enfim, livres. E logo, felizes.

Minorias

Não, eu não sou feliz. Uma vida ‘normal’ é superestimada. Algumas pessoas não são predestinadas à felicidade, mas à luta. Porque têm a vocação natural de acreditar que é impossível ser feliz de verdade num mundo onde a riqueza de poucos é fruto da exploração e opressão de tantos.

Por isso eu só acredito no que eu sinto. Se eu sinto, faz sentindo. Logo eu só acredito na luta. É a luta que me dá sentido. É a luta que dá sentido à vida. A luta é a força toda poderosa que move o mundo e o transforma.

Seremos felizes num mundo onde amos não existem, onde as leis são feitas para a equidade universal e os infratores são julgados por conselhos populares e não por juízes corruptíveis.

Para que isso aconteça, só mesmo uma revolução. Os de baixo derrubando os de cima. Impossível, você pode pensar. Sim, a revolução é impossível, dizia Trotsky, até que se torne inevitável. E o que mais precisamos sofrer para que nós, as minorias exploradas,  enxergarmos que já tornou-se inevitável?

Esta é somente a minha opinião e não a torno pública com a intenção de conversar as pessoas a pensarem como eu, mas sim, para dizer aquelas que comungam comigo desse pensamento, que elas não estão sozinhas.

Clara Dawn é romancista, psicoterapeuta; palestrante com o tema: “Prevenção aos transtornos mentais e ao suicídio na adolescência”. É editora-chefe no Portal Raízes (portalraizes.com).



Desemprego vai à maior taxa desde maio do ano passado

30 de Abril de 2019, 20:14, por Feed RSS do(a) News

A taxa de desemprego brasileira chegou a 12,7% no período, na terceira alta consecutiva e a maior do ano, ante 12,4% nos três meses até fevereiro e 11,6% no quarto trimestre. O resultado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, entretanto, recuo em relação aos 13,1% registrados no mesmo período de 2018.

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

O desemprego no Brasil voltou a aumentar no primeiro trimestre e atingiu a maior taxa desde maio do ano passado, com o total de desempregados chegando a quase 13,4 milhões e número recorde de desalentados, em um cenário de fragilidade do crescimento econômico.

Guedes conversou com Rodrigo Maia, na tentativa de colocar panos quentes na crise com BolsonaroA política econômica do governo, chefiada por Paulo Guedes, tem gerado um número cada vez maior de desempregados

A taxa de desemprego brasileira chegou a 12,7% no período, na terceira alta consecutiva e a maior do ano, ante 12,4% nos três meses até fevereiro e 11,6% no quarto trimestre. O resultado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, entretanto, recuo em relação aos 13,1% registrados no mesmo período de 2018, e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters com economistas, de uma taxa de 12,8%.

Cenário

Ainda assim, é o mais alto desde os três meses encerrados em maio do ano passado, quando ficou no mesmo patamar.

— Nenhum setor teve contratação significativa no primeiro trimestre deste ano. Esse é o retrato do mercado de trabalho em 2019. A expectativa de uma melhora no mercado de trabalho que havia para 2019 não se confirma diante do cenário econômico — disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

Em meio a dispensas ainda sazonais e aumento da procura por emprego, o país tinha no trimestre até março 13,387 milhões de desempregados, ante 13,098 milhões nos três meses até fevereiro e 12,152 milhões no quarto trimestre de 2018. Nos três meses até março de 2018 eram 13,634 milhões de desempregados.

Desalentados

Na outra ponta, o total de pessoas ocupadas caiu a 91,863 milhões, de 92,127 milhões entre dezembro e fevereiro e 92,736 milhões no quarto trimestre.

Nesse cenário, o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, foi ao recorde de 4,843 milhões no primeiro trimestre, de 4,663 milhões no trimestre anterior.

— O número de desalentados é o maior da série. Esse é um retrato de um mercado de trabalho brasileiro frágil. Significa dizer que os desempregados poderiam ser de quase 18 milhões se essas pessoas estivessem pressionando o mercado a procura de uma vaga — completou Azeredo.

Fraqueza

O emprego com carteira assinada continua fraco, com 32,918 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, queda de 0,1% sobre o período anterior e alta de apenas 0,2% sobre o primeiro trimestre do ano passado.

Ao mesmo tempo, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado entre janeiro e março caiu 3,2% na comparação com o quarto trimestre, mas subiu 4,4% sobre o mesmo período do ano passado, a 11,124 milhões.

Em relação ao rendimento médio do trabalhador, este chegou a R$ 2.291 no primeiro trimestre, contra R$ 2.276 no quarto trimestre e 2.259 reais no mesmo período de 2018. Em março, o Brasil registrou fechamento líquido de 43.196 vagas formais de emprego, num resultado negativo que contrariou expectativas e foi puxado pela fraqueza no comércio, segundo dados do Ministério da Economia.

O mercado de trabalho brasileiro vem refletindo diretamente a dificuldade que a economia vem apresentando de avançar, destacadamente o setor industrial. A mais recente pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa de crescimento econômico é de 1,70% em 2019, indo a 2,5% em 2020.



Beth Carvalho se despede da vida e deixa saudades em um Brasil mais triste

30 de Abril de 2019, 20:14, por Feed RSS do(a) News

“Agradecemos todas as manifestações de carinho e solidariedade nesse momento. Beth deixa um legado inestimável para a música popular brasileira e sempre será lembrada por sua luta pela cultura e pelo povo brasileiro”, afirma a nota.

 

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

Morreu a compositora e sambista Beth Carvalho, às 17h33 desta terça-feira, confirmaram familiares e fãs de uma das artistas mais consagradas da música popular brasileira. Beth se despediu da vida “cercada do amor de seus familiares e amigos”, diz nota divulgada por produtores da cantora, nesta tarde.

Beth Carvalho foi uma das artistas mais reverenciadas e premiadas na música popular brasileiraBeth Carvalho foi uma das artistas mais reverenciadas e premiadas na música popular brasileira

“Agradecemos todas as manifestações de carinho e solidariedade nesse momento. Beth deixa um legado inestimável para a música popular brasileira e sempre será lembrada por sua luta pela cultura e pelo povo brasileiro”, afirma a nota.

Ainda segundo os produtores, o talento de Beth Carvalho “nos presenteou com a revelação de inúmeros compositores e artistas que estão aí na estrada do sucesso. Começando com o sucesso arrebatador de Andança, até chegar a Marte com Coisinha do Pai, Beth traçou uma trajetória vitoriosa laureada por vários prêmios, inclusive um Grammy pelo conjunto da obra. Assim que possível, informaremos sobre o sepultamento”.



DIEESE lança índice para medir condição do trabalho

29 de Abril de 2019, 21:09, por Feed RSS do(a) News

O mundo do trabalho está em revolução. Muitas transformações em curso. São as novas tecnologias, formas de contratação, novos ajustes nas jornadas de trabalho, revisões na proteção laboral, terceirização, salários variáveis e, muitas vezes, arrochados, entre outros.

Ict abr2019

Por Clemente Ganz Lúcio 1

Flexibilidade para as empresas fazerem tudo o que quiserem, enquanto os trabalhadores vão sendo confinados em um mundo inseguro e precário.

O enfrentamento desse novo cenário demanda capacidade de luta para que esses processos sejam revertidos e acabem trazendo qualidade de vida, bem-estar coletivo e boas condições de trabalho. Olhando para o futuro, parece missão quase impossível. Olhando para a história, missão civilizatória que os trabalhadores enfrentaram com criatividade e força, a ponto de mudar o rumo da situação. É por isso que, diante de todas as dificuldades atuais, é preciso continuar a empreender a luta! É preciso também intensificá-la, modificá-la, criar táticas diferentes.

É com essa perspectiva histórica e rumo ao futuro que o DIEESE criou e agora lança um novo instrumento para avaliar a qualidade das condições do trabalho no Brasil. Trata-se de um “termômetro” que busca medir a “temperatura” das condições de trabalho, ou seja, indicar se a qualidade das condições do trabalho está melhorando ou piorando.

O ICT é um indicador sintético, composto, de maneira ponderada, por três dimensões: ICT-Inserção Ocupacional, ICT-Desocupação e ICT-Rendimento. O ICT varia entre 0 e 1. Mais próximo de 1 indica melhores condições de trabalho ou que as condições estão melhorando, isso se os índices que se sucedem ao longo do tempo tenderem a se aproximar de 1. De outro modo, se os resultados tenderem para 0, indicam uma situação pior ou tendência de piora da qualidade das condições do trabalho.

Entre 2012 e o primeiro trimestre de 2014, a série do ICT-DIEESE elevou-se de forma intensa e passou de 0,48 para 0,70. Nos trimestres seguintes de 2014, o Índice quase não variou e, a partir de 2015, já sob os efeitos da crise econômica, o ICT-DIEESE passou a diminuir de forma contínua até o início de 2018 e desde então, pouco mudou. No último trimestre de 2018, ficou em 0,36.

O ICT refletiu o movimento de deterioração das condições do trabalho entre 2015 e 2017, puxado pela elevação do desemprego, da informalidade e pelo arrocho dos rendimentos. Em 2018, o desemprego parou de crescer, estacionado em altos patamares. A informalidade e as ocupações desprotegidas predominaram no movimento observado no mundo do trabalho, em 2018, e indicam uma situação parada em patamares de alta gravidade. No final do ano, há “um soluço” de melhora, revertido no começo de 2019, como mostram os dados. Leves oscilações das condições do trabalho, devido à sazonalidade do final do ano, ocorrem em um contexto que não evidencia nenhum sinal de alento. A situação é crítica e deve permanecer assim em 2019, conforme indica a dinâmica da atividade econômica do país. Infelizmente.

Novas pesquisas, estudos e indicadores observando as condições do trabalho serão produzidos pelo DIEESE. Com o ICT, a entidade dá início à produção técnica para olhar esse mundo do trabalho em mudança e produzir conhecimento que municie a atuação dos trabalhadores e a intervenção do movimento sindical.



Seguidinha de novelas bíblicas prejudica resultados da Record

29 de Abril de 2019, 15:42, por Feed RSS do(a) News

Será que a insistência em colocar uma bíblica atrás da outra não acaba tornando todas muito iguais? Não estaria o público deixando de se surpreender com algo um pouco diferente?

Por Flávio Ricco – do Rio de Janeiro

Colaboração – José Carlos Nery

Esta é uma questão que, na boa, a Record deveria examinar com maior cuidado.

Hoje, não há como questionar, com Jezabel ela tem no ar um dos melhores trabalhos da sua teledramaturgia dos últimos tempos. Os primeiros capítulos levados ao ar revelaram um nível de qualidade que impressionou positivamente a todos.

Lidi Lisboa é a protagonista de “Jezabel”, um dos melhores trabalhos da dramaturgia da Record nos últimos tempos

Agora por que a audiência, pelo menos até aqui, e sem considerar os resultados de sexta-feira, não corresponde à altura?

É uma resposta que a sua direção deve buscar. Um dos problemas pode estar na montagem da sua programação. Entre o Cidade Alerta, que normalmente termina com números em alta e a exibição de Jezabel, tem a reprise de A Terra Prometida no meio.

Será que a insistência em colocar uma bíblica atrás da outra não acaba tornando todas muito iguais? Não estaria o público deixando de se surpreender com algo um pouco diferente?

São respostas que devem ser buscadas. Jezabel, por tudo que está mostrando, merece um resultado melhor do que vem conquistando.

TV Tudo

Desconforto

O problema, ainda em se tratando de Record, é que ela vive um emaranhado político dos mais complicados. E um certo desencontro para saber quem realmente está à frente de tudo.

Cristiane Cardoso, filha de Edir Macedo, que até então vinha interferindo apenas nas novelas, passou a avançar em outras direções. E por ser quem é, uma voz que ninguém ousa divergir.

Mais do que nunca

Há um trabalho em prática que visa recolocar a Band novamente em condições de competir no campo esportivo. Não nas mesmas condições do passado, mas dentro das possibilidades atuais.

O problema é que dentro dela mesmo tem muita gente jogando contra. Os mesmos de muito tempo sempre querendo colocar dificuldades.

Bola pingando

Ainda do campo esportivo, nenhuma TV até agora, entre maiores e menores, se interessou em transmitir a Série C do campeonato brasileiro.

A informação é que a DAZN, dona dos direitos, até chegou a procurar algumas emissoras, mas com nenhuma a conversa avançou.

Pan de Lima

A Record pretende definir ao longo desta semana todo o plano comercial dos Jogos Pan-Americanos de Lima, Peru.

Para o período, 26 de julho a 11 de agosto, com exclusividade na aberta, será garantida a transmissão de seis horas diárias. No mínimo.

Detalhe

Aos jornalistas convidados para participar do café da manhã com o presidente Bolsonaro, na semana passada, foi solicitado que todos deixassem o celular do lado de fora.

As canetas, tudo bem, puderam entrar.

Marcão na Band

Marcão do Povo, apresentador do SBT, está com negociação praticamente fechada para comandar um programa na rádio Nativa FM, emissora do Grupo Bandeirantes.

A informação é que só falta assinar.

Mais uma baixa

Na semana passada, a Rede TV! dispensou os serviços de Rafael Bezerra, profissional respeitado no meio, com passagens importantes em outras emissoras.

Era o seu diretor de aquisições.

Dedicatória

Olha a mensagem deixada por Aguinaldo Silva no final do capítulo 152 de O Sétimo Guardião:

“E aí a câmera desvia e por sobre o ombro de Elizabeth Savala, a maior de todos os tempos…”.

Um reconhecimento público do autor ao trabalho da atriz, nesta e em outras tantas novelas.

Novo quadro

Isso Deu o Que Falar é o novo quadro que o César Filho vai passar a apresentar no Hoje em Dia, na Record, relembrando fatos que caíram no esquecimento.

Muito desse trabalho está sendo feito em externa e deve ir ao ar já a partir desta semana.

Bom começo

Malhação: Toda Forma de Amar, que conta com a participação de Caroline Dallarosa como a Anjinha, já se destaca na programação da Globo.

Recordes de audiência no Rio de Janeiro e bons índices em São Paulo, entre outras praças.

Bate – Rebate

·       Márcio Gomes, do jornalismo da TV Globo, é um dos alvos principais da CNN Brasil.

·       De volta para a TV, Vivi Romanelli e Charles Daves estarão juntos na apresentação do Dois em Um, programa do canal fechado Climatempo…

·       … O programa vai funcionar como uma revista eletrônica com pautas de saúde, moda, comportamento, beleza e variedades apresentado no início da tarde…

·       … Será exibido, a partir da próxima segunda-feira, das 12h30 às 13h30.

·       O Jornal da Record estreia nova série do repórter Luiz Carlos Azenha gravada na Tailândia.

·       A comédia Lucicreide vai pra Marte, produzida e estrelada por Fabiana Karla, tem lançamento previsto para o próximo semestre nos cinemas…

·       … Um trabalho que contou inclusive com filmagens no Kennedy Space Center, o parque da Nasa na Flórida…

·       … Adriana Birolli, atualmente em Jezabel, também integra o elenco do filme.

·       Tom Cavalcante estreia nesta segunda-feira, às 22h30, a quarta temporada do Multi Tom no Multishow…

·       … Entre as novidades, o quadro Tá ok, Brasília?!, no qual o artista se caracteriza como o presidente Jair Bolsonaro, o “Tomsonaro”.

C´est fini

Uma das cidades cenográficas de A Dona do Pedaço, substituta de O Sétimo Guardião, finalmente foi liberada para gravações – a que reproduz o bairro do Bixiga em São Paulo. Por lá já entraram em ação os personagens de Juliana Paes, Marco Nanini, Suely Franco, entre outros.

Escrita por Walcyr Carrasco e com direção artística de Amora Mautner, a trama estreia dia 20 de maio.

Ficamos assim. Mas amanhã tem mais. Tchau!



Unidade e amplitude contra o fascismo

29 de Abril de 2019, 15:42, por Feed RSS do(a) News

Na semana passada, Manuela D’Ávila lançou o seu Revolução Laura na Casa do Maranhão, em São Luís. De passagem por ali, a trabalho, e tendo perdido o lançamento em Fortaleza, não podia deixar passar a oportunidade de ouvi-la e, de quebra, rever e abraçar camaradas e amigos maranhenses.

Por Joan Edesson de Oliveira – de Fortaleza

Na sua fala para algumas centenas de pessoas que lotaram o espaço e se acomodaram de qualquer jeito para escutar, em cadeiras, sentados no chão, em pé pelos cantos e nas escadas da casa, Manu repetiu o que vem falando em todos os lugares por onde passa: a saída para o Brasil passa pela unidade contra o fascismo.

O momento que vivemos é de extrema gravidade, com a nação à deriva e com ameaças diárias à democracia

Até aí não há muita novidade, várias outras personalidades e forças políticas vêm pregando a unidade. A diferença no discurso e na prática de Manu e do PCdoB está em vincular a unidade à amplitude.

Manu foi firme na defesa da unidade, mas fez questão de ressaltar que unidade não pode ser entre os iguais. Manu colocou o dedo na ferida: “Nós fomos derrotados, apenas nós não seremos suficientes, é necessário ganhar os que estavam do lado de lá para a nossa aliança, para a nossa unidade.”. A memória não pode garantir que esta foi literalmente a sua fala, mas foi este o sentido do que ela pregou.

O momento que vivemos é de extrema gravidade, com a nação à deriva e com ameaças diárias à democracia. Os recentes ataques ao STF não partem de grupos preocupados com a correta aplicação da lei e da justiça mas, pelo contrário, de grupos para os quais o STF não pode ser obstáculo aos seus desejos obscurantistas de implementação do arbítrio mais absoluto.

O que vivemos, na verdade, é um retrocesso civilizacional. Paira sobre nós a ameaça de destruição das conquistas mais recentes de democracia, de direitos, de respeito entre as pessoas, de soberania, de tolerância.

Numa quadra assim, a palavra de ordem de defesa da unidade ganha importância, ganha centralidade. Mas a unidade não pode ser em torno de projetos partidários ou de personalidades, a unidade precisa se dar em torno de um projeto de nação, a unidade deve se dar em torno de algo muito maior, que é a defesa da democracia, a luta contra o fascismo.

Manu se referiu a Flávio Dino e ao PCdoB do Maranhão, e o próprio Dino reafirmou isso, como exemplo de unidade com amplitude. A unidade que Flávio Dino e o PCdoB capitanearam conseguiu se dar com a máxima amplitude, tendo como eixo a defesa da democracia e dos interesses do povo do Maranhão.

Esta é a unidade que necessitamos, esta é a unidade que Manu, Dino e o PCdoB têm pregado, esta é a unidade que precisa ser buscada por todos os democratas consequentes que se preocupam com os destinos desta Nação aparentemente desnorteada.

Unidade com a máxima amplitude, esta deve ser a nossa consigna.

Como falam Beto Guedes e Ronaldo Bastos em Sal da Terra, “vamos precisar de todo mundo, pra banir do mundo a opressão”.

 

Joan Edesson de Oliveira, é educador, mestre em educação brasileira pela Universidade Federal do Ceará.

 



Unidade e amplitude contra o fascimso

29 de Abril de 2019, 15:42, por Feed RSS do(a) News

Na semana passada, Manuela D’Ávila lançou o seu Revolução Laura na Casa do Maranhão, em São Luís. De passagem por ali, a trabalho, e tendo perdido o lançamento em Fortaleza, não podia deixar passar a oportunidade de ouvi-la e, de quebra, rever e abraçar camaradas e amigos maranhenses.

Por Joan Edesson de Oliveira – de Fortaleza

Na sua fala para algumas centenas de pessoas que lotaram o espaço e se acomodaram de qualquer jeito para escutar, em cadeiras, sentados no chão, em pé pelos cantos e nas escadas da casa, Manu repetiu o que vem falando em todos os lugares por onde passa: a saída para o Brasil passa pela unidade contra o fascismo.

O momento que vivemos é de extrema gravidade, com a nação à deriva e com ameaças diárias à democracia

Até aí não há muita novidade, várias outras personalidades e forças políticas vêm pregando a unidade. A diferença no discurso e na prática de Manu e do PCdoB está em vincular a unidade à amplitude.

Manu foi firme na defesa da unidade, mas fez questão de ressaltar que unidade não pode ser entre os iguais. Manu colocou o dedo na ferida: “Nós fomos derrotados, apenas nós não seremos suficientes, é necessário ganhar os que estavam do lado de lá para a nossa aliança, para a nossa unidade.”. A memória não pode garantir que esta foi literalmente a sua fala, mas foi este o sentido do que ela pregou.

O momento que vivemos é de extrema gravidade, com a nação à deriva e com ameaças diárias à democracia. Os recentes ataques ao STF não partem de grupos preocupados com a correta aplicação da lei e da justiça mas, pelo contrário, de grupos para os quais o STF não pode ser obstáculo aos seus desejos obscurantistas de implementação do arbítrio mais absoluto.

O que vivemos, na verdade, é um retrocesso civilizacional. Paira sobre nós a ameaça de destruição das conquistas mais recentes de democracia, de direitos, de respeito entre as pessoas, de soberania, de tolerância.

Numa quadra assim, a palavra de ordem de defesa da unidade ganha importância, ganha centralidade. Mas a unidade não pode ser em torno de projetos partidários ou de personalidades, a unidade precisa se dar em torno de um projeto de nação, a unidade deve se dar em torno de algo muito maior, que é a defesa da democracia, a luta contra o fascismo.

Manu se referiu a Flávio Dino e ao PCdoB do Maranhão, e o próprio Dino reafirmou isso, como exemplo de unidade com amplitude. A unidade que Flávio Dino e o PCdoB capitanearam conseguiu se dar com a máxima amplitude, tendo como eixo a defesa da democracia e dos interesses do povo do Maranhão.

Esta é a unidade que necessitamos, esta é a unidade que Manu, Dino e o PCdoB têm pregado, esta é a unidade que precisa ser buscada por todos os democratas consequentes que se preocupam com os destinos desta Nação aparentemente desnorteada.

Unidade com a máxima amplitude, esta deve ser a nossa consigna.

Como falam Beto Guedes e Ronaldo Bastos em Sal da Terra, “vamos precisar de todo mundo, pra banir do mundo a opressão”.

Joan Edesson de Oliveira, é educador, mestre em educação brasileira pela Universidade Federal do Ceará.

 



Espanha: socialistas ponderam aliados para compor governo após eleição

29 de Abril de 2019, 15:42, por Feed RSS do(a) News

O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, enfrenta uma escolha entre buscar uma aliança complexa com os também esquerdistas do Podemos ou tentar somar forças com o lado oposto do espectro político com os partido de centro-direita Ciudadanos.

Por Redação, com Reuters – de Madri

Os socialistas consideravam possíveis aliados nesta segunda-feira para um novo governo na Espanha, após vencerem a eleição nacional no país, mas ficarem aquém de conquistar a maioria dos assentos no Parlamento.

Primeiro-ministro da Espanha e líder do Partido Socialista do país, Pedro Sánchez, discursa para simpatizantes em Madri

O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, enfrenta uma escolha entre buscar uma aliança complexa com os também esquerdistas do Podemos ou tentar somar forças com o lado oposto do espectro político com os partido de centro-direita Ciudadanos.

O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) conquistou 123 cadeiras parlamentares na eleição de domingo, frente às 84 que tinha, depois de superar o desafio que enfrentava em relação à direita, que dividiu o país pela ascensão do partido radical Vox.

Com a apuração dos votos praticamente finalizada, o PSOE e o partido de extrema-esquerda Podemos, somados, estavam a 11 cadeiras de alcançar a maioria no Parlamento de 350 assentos.

Isso significa que Sánchez dependeria novamente dos partidos catalães pró-independência ou dos nacionalistas bascos caso queira voltar a governar.

– Um governo liderado por socialistas com apoio do Podemos parece o resultado mais provável – informou a agência estatística DBRS em um comunicado. “Essa combinação política precisa do apoio parlamentar de partidos menores”.

O líder do Podemos, Pablo Iglesias, disse no domingo que seu partido estaria prontamente disposto a formar uma coalizão de esquerda com os socialistas, mas Sánchez ainda não se pronunciou a respeito.

Outra possibilidade ainda não descartada por Sánchez é uma aliança com o Ciudadanos. Os dois partidos teriam cadeiras suficientes para governar sem outros aliados, uma parceria apoiada por muitos nos mundos empresarial e financeiro.

Entretanto, um acordo entre os socialistas e o Ciudadanos parecia improvável nesta segunda-feira.

O líder do Ciudadanos, Albert Rivera, disse a apoiadores no domingo que seu partido comandaria a oposição parlamentar a Sánchez.

Inés Arrimadas, líder do Ciudadanos na Catalunha, acrescentou nesta segunda-feira que “todos que votaram no Ciudadanos o fizeram sabendo que não nos alinharíamos a Sánchez”.

De qualquer modo, negociações sobre a formação de um governo poderiam levar semanas ou até meses.

De acordo com a lei eleitoral espanhola, um novo governo requer uma maioria parlamentar absoluta para tomar posse em um primeiro turno de votação.



Aleitamento materno promove crescimento cerebral de prematuros

29 de Abril de 2019, 15:42, por Feed RSS do(a) News

Os espectros cerebelares mostraram níveis de creatina significativamente maiores para bebês amamentados com leite materno em comparação com os bebês alimentados com fórmula.

Por Redação, com ABr – de Brasília

Um estudo mostrou que bebês prematuros que consomem leite materno têm níveis significativamente mais altos de substâncias químicas importantes para o crescimento do cérebro.

Aleitamento materno promove crescimento cerebral

O estudo apresentado no Encontro das Sociedades Acadêmicas Pediátricas 2019 em Baltimore, nos Estados Unidos, selecionou bebês que tinham muito baixo peso ao nascer (menos de 1.500 gramas) e 32 semanas de idade gestacional ou menos ao nascer.

A equipe da Children’s National coletou dados da massa branca frontal direita e do cerebelo via espectroscopia de ressonância magnética de prótons.

Os espectros de massa branca cerebral mostraram níveis significativamente maiores de inositol, uma molécula semelhante à glicose, para bebês alimentados com leite materno, em comparação com os bebês alimentados com fórmula, de acordo com o estudo.

Os espectros cerebelares mostraram níveis de creatina significativamente maiores para bebês amamentados com leite materno em comparação com os bebês alimentados com fórmula.

Além disso, a percentagem de dias em que as crianças foram alimentadas com leite materno foi associada a níveis significativamente maiores de creatina e colina, um nutriente solúvel em água.

A creatina facilita a reciclagem da renovação energética da célula, pelo que maiores quantidades deste metabolito resultaram em mudanças mais rápidas e maior maturação celular, enquanto a colina é um marcador da renovação da membrana celular, de acordo com o estudo.

– Os principais níveis de metabólitos aumentam durante os tempos em que os cérebros dos bebês experimentam crescimento exponencial – disse a especialista em pediatria Katherine Ottolini, autora principal do estudo.