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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Soros ‘compra’ parte do Parlamento Europeu, denuncia premiê da Hungria

5 de Novembro de 2017, 18:10, por Jornal Correio do Brasil

Graças ao primeiro-ministro húngaro e ao seu partido, foi tornada pública uma lista de políticos que trabalham para os interesses do financista bilionário George Soros nas instituições europeias.

 
Por Redação, com Sputniknews – de Bruxelas

 

O registro enumera os membros do Parlamento Europeu que promovem projetos do magnata. Eles aprovam emendas na legislação da UE. Os tentáculos do multibilionário se espalham por todo o mundo. Aqui, no Brasil, ele é suspeito de ter financiado o golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). O empresário é sócio do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga Neto. Até 1999, Fraga Neto era diretor do Soros Fund Management.

O bilionário George Soros seria "dono" de um terço do Parlamento Europeu

O bilionário George Soros seria “dono” de um terço do Parlamento Europeu

A ideia de que o bilionário George Soros estaria interferindo ativamente na política mundial; e que poderá controlar países inteiros, geralmente, foi considerada uma das típicas teorias da conspiração.

Contra a Rússia

No entanto, a questão veio à tona de novo. O deputado Hollik Istvan anunciou, perante o parlamento húngaro, que o financista já controla ao menos um terço dos deputados do Parlamento Europeu.

Istvan se baseou em um enorme registro de documentos internos de George Soros, revelado pelo portal DCLeaks. A página enumera os deputados europeus e determina quem é patrocinado por organizações filiadas na Open Society Foundation. A instituição é chefiada por Soros. No total, nessa lista aparecem 226 dos 751 deputados do Parlamento Europeu.

Entre as ideias que se recomenda promover estão a democracia, a igualdade social e a de gênero; a abertura das fronteiras à imigração, a aproximação da Ucrânia à UE. E, claro, a luta contra quaisquer de seus laços com a Rússia.

Tomada de decisão

Esta “rede” europeia da Open Society Foundation inclui políticos de baixo calibre. Mas também outros de grande peso, como o presidente do Parlamento Europeu entre 2012 e 2017, Martin Schulz; o premiê da Bélgica entre 1999 e 2008, Guy Verhofstadt; e o atual líder do grupo socialista europeu, o italiano Gianni Pittella.

— A partir desses arquivos e documentos, podemos descobrir que a rede de George Soros tem uma influência significativa sobre os líderes da União Europeia residentes em Bruxelas — disse o político aos deputados húngaros.

De acordo com os documentos, nas vésperas das eleições europeias de 2014, o financista doou US$ 6 milhões (cerca de R$ 20 milhões) a 90 organizações não governamentais; para que influenciassem a tomada de decisões conforme a linha da fundação.

O caso mais recente foi protagonizado pela Comissão das Liberdades Civis, Justiça e Assuntos Internos (LIBE) do Parlamento Europeu. A instância adotou uma proposta favorável à imigração; apesar da oposição do Grupo de Visegrad (Hungria, Polónia, República Tcheca e Eslováquia).

Elites políticas

A maioria dos membros da LIBE está na lista de Soros, observa o político. Os documentos apontam para a contribuição especial de Sylvie Guillem, dos socialdemocratas franceses; e de Jean Lambert, dos verdes britânicos. Ambos são ardentes promotores da reforma imigratória na UE; que prevê uma maior aceitação dos refugiados.

— O assassino em massa mais procurado no Paquistão, acusado de 70 assassinatos pelas autoridades, foi capturado na fronteira do sul da Hungria. Apesar disso, ele conseguiu receber o status de refugiado na Grécia e chegar à fronteira com a Hungria — contou Istvan com indignação.

Hollik Istvan é membro do movimento político Fidesz, do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban.

Já faz muito que o dirigente húngaro vem tentando combater os projetos de interferência de Soros em seu país. Desde março de 2017, não cessam os litígios para encerrar a Universidade Central Europeia, fundada graças ao dinheiro de Soros em Budapeste e que formou várias gerações de elites políticas da UE.

Brexit enrolado

No front onde atua o bilionário, no entanto, as nuvens são de tempestade. A economia britânica crescerá mais lentamente no curto prazo se o país não conseguir assegurar um acordo para a futura relação comercial com a União Europeia depois do Brexit, disse neste domingo o presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Mark Carney.

Ao ser questionado em entrevista à emissora ITV se a economia britânica seria prejudicada caso não houvesse acordo sobre o Brexit, ele respondeu:

— A resposta curta é sim, no curto prazo. No curto prazo, sem dúvida, se tivermos materialmente menos acesso (à UE) do que temos agora. Essa economia precisará se reorientar e este período de tempo pesará sobre o crescimento”, acrescentou Carney.

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Chegou o Dórinha, porque ser prefeito é brincadeira!

16 de Agosto de 2017, 15:48, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Do perfil de O Soldadinho de Chumbo, sugerido por Luiz Skora, via twitter.

Dorinho



O futuro e o desemprego

16 de Agosto de 2017, 9:00, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Lançamentos

Por Clemente Ganz Lúcio, Diretor técnico do DIEESE

O ritmo de fechamento de postos de trabalho diminuiu no primeiro semestre de 2017, com a economia no fundo do poço, após uma queda de mais de 9% do PIB per capita e mais de 14 milhões de desempregados, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa de desocupação ficou em 13,7% no primeiro trimestre deste ano (em 2014, chegou a 6,5%) e em 13% no segundo, primeira queda estatisticamente significativa desde 2014. O mercado de trabalho brasileiro tem quase 104 milhões de pessoas, 90,2 milhões de ocupados ou empregados e outros 13,5 milhões de desempregados.
   
No desemprego medido pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (DIEESE/Seade/parceiros regionais), realizada nas regiões metropolitanas, as taxas continuam altas, mas há alguma diferença no comportamento do desemprego. A RM Salvador apresentou, em junho, desemprego em alta, com taxa de 24,9%; a RM Porto Alegre tem taxa de desemprego muito menor e estável, na casa de 11%; na RM São Paulo, o maior mercado de trabalho metropolitano, o desemprego é de 18,6% e, no Distrito Federal, de 19,9%, as duas áreas com redução das taxas.

Além da queda do ritmo de fechamento de postos de trabalho, os indicadores refletem a criação de vagas temporárias na agricultura e o aumento do número de trabalhadores autônomos, por conta própria e assalariados sem carteira assinada.

O travamento da economia torna a situação de desemprego duradoura. O tempo médio de procura por trabalho (segundo a PED) é de 60 semanas na RM Salvador, 43 semanas na RM São Paulo e 37 semanas na RM Porto Alegre.

Em resumo, o desemprego estaciona, mas em elevados patamares, deixando como resultado o desalento diante de extenso e tortuoso tempo de procura para encontrar vagas precárias no setor informal (autônomos e assalariados sem carteira).

E o futuro ainda pretende entregar três pacotes com presentes bomba para os trabalhadores.

O primeiro será aberto em novembro, quando a reforma trabalhista entrar em vigor para, em um mercado de trabalho debilitado por uma economia em recessão, brindar os trabalhadores com múltiplas formas precárias e, agora, legais de contratação, de arrochar salários, reduzir direitos e benefícios.

O segundo presente reserva para 2017 e 2018 uma economia andando de lado, escorregando no limo da recessão. Os trabalhadores serão ainda mais pressionados pelo desemprego e, desesperados, submetidos “à livre escolha” de aceitar os novos postos de trabalho precários, abrindo “livremente” mão dos direitos.

O terceiro presente virá no centro da profunda desnacionalização da economia (a venda dos ativos de um país que está barato). O capital internacional imputará uma modernização tecnológica na base dos ativos adquiridos, aumentando a produtividade das empresas, com tecnologias que desempregam e ajustes estruturais do custo do trabalho permitidos pela reforma trabalhista – a produtividade espúria ganhará legalidade.

Ao Brasil está sendo imposto um caminho para experimentar um processo de vertiginosa mudança do padrão produtivo, uma imensa concentração de riqueza e acentuada extensão da pobreza, resultado de uma soberania reduzida à servidão ao capital financeiro.

Será preciso lutar, sustentar a democracia na raça, para que os brasileiros e brasileiras deem, pelo voto, outro destino ao país. Será preciso jogar esses presentes no lixo da história e retomar, com altivez, a tarefa que cabe a uma nação: conduzir o desenvolvimento do país para promover desenvolvimento econômico e social que gere bem-estar com qualidade de vida e sustentabilidade ambiental para todos.



Grandes empresas desviaram R$ 3 trilhões da Previdência em 20 anos, diz senador

14 de Agosto de 2017, 10:20, por Bertoni - 0sem comentários ainda

'Olha, os valores são assustadores. Se eu falava em 3 trilhões, há quem diga que é o dobro'.

Paim previdênciaPaulo Paim (PT-RS) acredita que o governo não conseguirá votar a reforma da Previdência até outubro (Waldemir Barreto/Agência Senado)

O valor desviado da Previdência por grandes empresas nos últimos 20 anos supera R$ 3 trilhões. A estimativa foi feita pelo senador Paulo Paim (PT-RS) durante audiência da CPI da Previdência nesta semana. “Olha, os valores são assustadores. Se eu falava em 3 trilhões, há quem diga que é o dobro”, disse o parlamentar, presidente da CPI.

O senador afirma que os trabalhadores irão pagar a conta do chamado déficit da Previdência, que, segundo ele, tem origem não nas regras atuais, mas justamente no desvio de dinheiro do setor e na falta de pagamento das contribuições pelas grandes empresas.

“Porque quando eles [o governo] fazem a reforma, eles fortalecem os bancos, que são os grandes devedores. Quer que eu diga nome, eu vou dizendo já: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, aí vai montadora, vai frigorífico, o mais famoso é esse JBS. Reforma da Previdência, não!” 

De acordo com o senador, mais de cem pessoas, entre eles grandes devedores, foram ouvidas pela CPI da Previdência. Paim acredita que o governo não conseguirá votar a reforma até outubro deste ano. Ele disse ser importante que a sociedade se mobilize contra a proposta.

Caixa

Paulo Paim lamentou ainda que a Caixa Econômica Federal tenha anunciado o desejo de substituir os concursos pela contratação de trabalhadores terceirizados. Já o setor privado, segundo o senador, estuda substituir os trabalhadores contratados por tempo indeterminado por terceirizados ou por pessoas ligadas à empresa por intermédio de outros vínculos permitidos depois da entrada em vigor da nova lei trabalhista.

Como as recentes mudanças na legislação trabalhista impõem um prazo mínimo para que um trabalhador demitido seja contratado pela mesma empresa nas novas modalidades de contrato previstas nas regras que passarão a valer a partir de novembro, Paim denunciou alguns mecanismos para burlar essa determinação legal.

" [As empresas] estão se preparando para demitir aqueles que têm o contrato formal. E eles terão que deslocar para uma outra empresa, para a tal de quarentena, de não sei quantos dias, mas vão fazer parceria, vão para outra empresa, entram como "PJ" [pessoa jurídica], ou como autônomo exclusivo, ou entram como terceirizado, ou ficam desempregados. Essa é a tal de livre negociação".

Fonte: http://domtotal.com/noticia/1178658/2017/08/grandes-empresas-desviaram-r-3-trilhoes-da-previdencia-em-20-anos-diz-senador/



Deputada casa ao som de

15 de Julho de 2017, 13:48, por Blog do Arretadinho

Foto: Giorgia Prates
PR: Protestos marcam casamento da deputada Maria Victoria, filha de Ricardo Barros
Mobilização foi contra as reformas trabalhista e previdenciária, ambas apoiadas pela família Barros

DA Redação Brasil de Fato | Curitiba (PR)

O casamento da deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros (PP) com o advogado Diego da Silva Campos, na noite desta sexta-feira (14), teve bem mais participantes do que o planejado pelos noivos. Além dos cerca de mil convidados, centenas de manifestantes ocupam a região do Largo da Ordem, Centro de Curitiba. A concentração foi maior em frente à Igreja do Rosário e ao Palácio Garibaldi, locais da cerimônia religiosa e da festa, respectivamente.

A deputada é filha de Ricardo Barros, ministro da Saúde do governo Michel Temer, e de Cida Borghetti, vice-governadora do Paraná, também do PP.

O protesto foi contra as reformas trabalhista e previdenciária, ambas apoiadas pela família Barros. A ação também denuncia a ilegalidade cometida pela deputada Maria Vitória, que instalou uma fachada anexa ao Palácio Garibaldi, prédio histórico, sem autorização prévia.

A ação começou por volta das 18h30, com batucada, faixas como a frase "Deputada do camburão tem casamento ostentação", "Viemos brindar a sua boa vida", e palavra palavras de ordem como "Golpistas", "Fora Beto Richa" e "Chega de deboche, eu quero o meu brioche". Um grupo de manifestantes segue no local.

Apesar do clima agradável e seco desta sexta-feira na capital paranaense, convidados da festa usaram guarda-chuvas. O objeto serviu de escudo de proteção contra ovos arremessados pelos manifestantes.

Entre as organizações mobilizadoras do ato estão as Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo, Resistência Democrática e o movimento CWB Resiste. 

Pelo menos 15 viaturas da polícia militar estão no local e integrantes da Tropa de Choque cercavam os locais públicos utilizados para o casamento.
Foto: Giorgia Prates

Ilegal 
A estrutura montada exclusivamente para a festa do casamento de Maria Victoria, em frente ao Palácio Garibaldi, foi considerada ilegal pela Coordenação de Patrimônio Cultural (CPC). Trata-se de uma fachada montada para ampliado para aumentar a capacidade de público do local, mas que foi armada sem autorização prévia. Uma multa, de valor ainda não estipulado, será aplicada à Sociedade Garibaldi, proprietária do edifício.

Maria Vitória informou e solicitou a autorização da Coordenação de Patrimônio Cultural (CPC) apenas dez dias após o início da montagem. De acordo com a CPC, configura-se infração à Lei Estadual nº 1.211, de 16 de setembro de 1953, segundo a qual “sem prévia autorização da Divisão do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural do Paraná, não se poderá, na vizinhança da coisa tombada, fazer construção que lhe impeça ou reduza a visibilidade, nem nela colocar anúncios ou cartazes”.

O Palácio Garibaldi teve sua construção concluída em 1904 e foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1988. Maria Vitória envolveu a estrutura de metal, que não precisarão ser retiradas, embora a multa esteja mantida. O valor ainda não foi definido.