Ir para o conteúdo

CRABASTOS @

CRABASTOS@

Tela cheia

Blog

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Buscamos uma Frente Ampla de União Nacional (Por Roberto Requião)

22 de Junho de 2017, 9:35, por Luíz Müller Blog

requiao_frente_amplaO senador Roberto Requião (PMDB-PR), que assumiu oficialmente nesta quarta (21) a presidência da Frente Ampla, em artigo especial, afirma que o movimento plural e suprapartidário é o caminho para a proteção das riquezas nacionais. No Blog do Esmael:

Buscamos uma Frente Ampla de União Nacional

Roberto Requião*

Hoje é um dia simbólico. Faz 13 anos que faleceu um dos mais nacionalistas dos líderes brasileiros, Leonel Brizola. Hoje estamos lançando com aguerridos companheiros de vários partidos a Frente pela Soberania Nacional, nossa Frente Nacionalista para enfrentar este governo entreguista.

Essa Frente Nacionalista está aberta a todos os parlamentares que expressem uma genuína preocupação com os destinos da Nação, hoje claramente ameaçada por forças internas e externas.

Ela transcende a partidos, mas tem uma profunda marca ideológica de compromisso com a defesa da soberania nacional e com o nacionalismo.

Nacionalismo sem xenofobia. Nacionalismo que corresponda ao padrão histórico do brasileiro comum, orgulhoso de sua miscigenação e de sua múltipla religiosidade, aberto a todas as culturas, e integrado pelo desejo comum de promover o desenvolvimento sócio-econômico do país.

Não pretendemos ser uma plataforma retórica.

Pretendemos pôr os nossos esforços a serviço da defesa da nacionalidade e da construção de uma sociedade de bem-estar social que atenda a todos os brasileiros.

Não temos inimigos, exceto aqueles que colocam o poder econômico como instrumento de subordinação da política aos interesses do mercado e dos grandes capitais.

Hoje, a maior ameaça à soberania brasileira vem da financeirização da economia, na medida em que o sistema financeiro tornou-se um meio de escravização do nosso povo através de juros escorchantes e de escassez de crédito de longo prazo.

A economia e a sociedade estão sangrando. Pretendemos, com nossa união, acabar com isso.

Várias frentes da soberania nacional estão sendo agredidas pelo atual Governo numa velocidade espantosa. A Petrobrás, símbolo da nacionalidade, está sendo fatiada para efeito de privatização. Entrega-se ao capital privado a exploração da água, desconsiderando que esse dom de Deus não poderia ser transformado em base de negócios lucrativos.

Entregam-se ao capital privado, sem limites, grandes porções de nossas terras. Doa-se a base de Alcântara a uma potência estrangeira que espionou – e provavelmente ainda espiona – nossa maior empresa e o próprio Palácio do Planalto. Ataca-se e desvirtua-se o BNDES, âncora do financiamento público de longo prazo da economia, como alternativa ao capital vadio.

A abertura indiscriminada ao capital estrangeiro e o estrangulamento da própria economia nos tornou uma área de caça de grande interesse para o capital vadio, cujo fluxo de entrada no país é festejado como se a desnacionalização acelerada fosse uma grande vantagem para o Brasil.

Estamos destruindo empresas e empregos em detrimento da sociedade.

O agronegócio se tornou a aparente âncora da economia, como não se soubesse, pela história, que confiar exclusivamente na exportação de commodities é um risco tremendo para a economia, que fica à mercê de grandes carteis de comercialização e de financeirização global.

Tenho assinalado insistentemente que há formas diferenciadas de globalização, algumas virtuosas, como a industrial, quando gera empregos internamente e é submetida a forte controle doméstico com vistas à afirmação de objetivos nacionais.

Só os néscios não perceberam o caráter de pilhagem da globalização financeira que se tornou um instrumento de neo-colonização, com a subordinação dos sistemas financeiros nacionais aos centros financeiros hegemônicos, especialmente Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, com seus sócios menores nos países em desenvolvimento, como o nosso.

Não somos hostis ao capital estrangeiro, ou ao capital em geral.

Somos hostis à exploração desenfreada da classe trabalhadora, independentemente da origem do capital.

Nisso me coloco alinhado ao Papa Francisco, na predicação moral mais importante de um papa neste século: a firme condenação da busca obsessiva pelo dinheiro em si, por múltiplos expedientes, inclusive de corrupção, espalhando em contrapartida a miséria por amplas camadas da sociedade.

Dessa forma, o capital predatório é um típico adorador de Mamom, o deus dinheiro, sendo responsável por inédita concentração de renda na história mundial.

O povo tem dificuldades de identificar os inimigos mais inescrupulosos da Nação, representado pelo capital financeiro, porque vivemos numa sociedade de desinformação.

A grande mídia, comprada pelos financistas, desinforma pelo que diz e pelo que deixa de dizer. Daí nossa responsabilidade estratégica nessa Frente, no sentido de fazer chegar à sociedade uma crítica honesta e corajosa em relação ao funcionamento da economia e, insista-se, ao processo de financeirização e desnacionalização.

Sem uma sociedade informada, os nossos esforços em defesa de uma economia não apenas nacional, mas nacionalista serão em vão. Entretanto, gostaria de expressar também a nossa opinião sobre outro tema relacionado com a globalização e a integração regional que circula há anos no mundo e na América do Sul. É a questão da integração comercial. Muitos a defendem por analogia com o processo original de integração na Europa. Esquecem-se de que, no pós-guerra, quando se colocou a proposta de integração comercial europeia, os seis países membros, saídos da guerra, apresentavam bases industriais similares ou complementares, sem grandes desníveis. A desgraça europeia foi o euro, instituído numa época em que a Alemanha assumira, inequivocamente, a hegemonia monetária e financeira no continente. Isso liquidou com a soberania fiscal de grande parte dos países europeus, sobretudo do sul da Europa.

Na América do Sul, tem-se aventado insistentemente a hipótese de uma integração comercial do Mercosul com a Europa. Por trás do comércio querem nos impor goela abaixo o livre trânsito de investimentos, de propriedade intelectual, de serviços. É a união do lobo com o cordeiro. E não me venham dizer que isso é nacionalismo exacerbado. É defesa da economia nacional.

Vários trabalhos acadêmicos têm demonstrado que a proteção industrial é fundamental para o desenvolvimento. “Chutando a escada”, do coreano Ha Joon Chang, mostra de forma inequívoca que todos os países hoje desenvolvidos recorreram a medidas protecionistas na época de sua decolagem.

E esses mesmos países, ao se tornarem desenvolvidos, passaram a pregar o liberalismo econômico para os outros. As posições ideológicas, claro, se movem segundo os interesses nacionais deles.

Portanto, convido meus pares dessa Frente a fazerem uma reflexão a respeito e ajudarem a tomarmos posições comuns.

A chama que moveu Leonel Brizola por suas longas décadas de luta continua viva.

*Roberto Requião, senador pelo PMDB do Paraná, é presidente da Frente Ampla Nacional.




Web precisa ser repensada para impedir espionagem, diz criador

10 de Abril de 2017, 11:30, por Jornal Correio do Brasil - 0sem comentários ainda

Berners-Lee, um cientista que inventou a Web afirmou que sua intenção foi permitir que o público fizesse “coisas boas” e compartilhasse ideias entre si

Por Redação, com Reuters – de Londres/Seul/São Paulo:

A World Wide Web precisa ser completamente repensada para impedir espionagem e disseminação de “ideias malignas e nefastas” por redes sociais, disse o inventor da rede mundial de computadores, Tim Berners-Lee, nesta segunda-feira.

Web precisa ser repensada para para impedir espionagem e disseminação de “ideias malignas e nefastas”

Berners-Lee, um cientista de computadores que inventou a Web como uma plataforma sobre a Internet em 1989. Ele afirmou que sua intenção foi permitir que o público fizesse “coisas boas” e compartilhasse ideias entre si. Como foi o caso da enciclopédia Wikipedia.

Em vez disso, ideais negativas estão proliferando por sites de mídia social, disse ele. Enquanto a privacidade também está sendo comprometida por espionagem online.

– Precisamos repensar a maneira como construímos a sociedade sobre estas páginas da Web – disse Berners-Lee em um fórum de tecnologia realizado em Londres.

– Como é que ideias nefastas e malignas algumas vezes parecem prevalecer mais que ideias construtivas no Twitter? Foi a forma com foi projetado? O Twitter pode ser ajustado? – Disse Berners-Lee.

– Não podemos deixar as pessoas fazerem o que quiserem das redes sociais – disse ele.

Google

O Google ofereceu investir pelo menos 1 trilhão de wons (US$ 880,29 milhões). Para ajudar a sul-coreana LG Display a aumentar a produção de telas com tecnologia Oled para smartphones. Publicou o Electronic Times, sem citar fontes.

O jornal afirmou que o Google ofereceu o investimento para assegurar um fornecimento estável de telas Oled flexíveis para os celulares Pixel. A Samsung Electronics usa telas curvas em seus smartphones e Apple deve começar a usá-las em pelo menos um dos próximos modelos do iPhone.

Representantes da LG Display não comentaram o assunto e o Google não pode ser imediatamente contatado para se pronunciar.

Positivo

A fabricante brasileira de computadores e celulares Positivo Informática informou nesta segunda-feira que vai mudar seu nome para Positivo Tecnologia. Para melhor refletir a diversificação da companhia.

– Hoje a companhia atua com um variado portfólio de marcas, públicos-alvo. Segmentos de negócio e geografias – afirmou a Positivo em comunicado ao mercado.

A empresa afirmou que a mudança reflete eventos como o crescimento da importância do segmento de celulares. Que representaram no ano passado um terço do faturamento. Além de licenciamento da marca de computadores premium Vaio no Brasil, Argentina, Uruguai e Chile.

Além da atuação em computadores e celulares. A empresa também citou aquisição de 50 %  da companhia iniciante de equipamentos médicos Hi Technologies, que está em “preparativos finais para o lançamento de produtos disruptivos na área de tecnologia médica em 2017”.

A assembleia de acionistas que votará a mudança no nome da Positivo foi marcada para 28 de abril.

O post Web precisa ser repensada para impedir espionagem, diz criador apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Tratado militar assinado com EUA altera equilíbrio na América Latina

28 de Março de 2017, 13:27, por Jornal Correio do Brasil

Às pressas, a assinatura do tratado ocorreu após a chegada de Temer ao Palácio do Planalto. Seguiu no bojo do golpe de Estado, em curso no país

 

Por Redação, com agências internacionais – de Brasília, Buenos Aires, Londres e Washington

 

O tratado militar assinado entre o Brasil e os Estados Unidos, sem muito alarde, na semana passada, pavimenta a estrada para que o Reino Unido se junte ao clube que espera extrair novas riquezas da república sul-americana. O secretário britânico de Negócios Internacionais, Liam Fox, concilia sua agenda com seus equivalentes brasileiros. Visam uma rodada de conversas sobre a indústria bélica brasileira. O encontro segue sem data confirmada no Itamaraty, como constatou a reportagem do Correio do Brasil.

Jungmann assinou acordo para que os EUA possam explorar novos negócios no país

Jungmann assinou tratado para que os EUA possam explorar novos negócios no país

Diante dos documentos com a assinatura de Raul Jungmann, atual ocupante do Ministério da Defesa, há espaço para os norte-americanos e seu principal aliado. Os britânicos se preparam para deixar a União Europeia (Brexit) e buscam novos mercados.

Na última quarta-feira, Brasil e EUA fecharam acordo para venda de equipamentos norte-americanos para as Forças Armadas. A medida não requer aprovação do Congresso. Por esta modalidade de entendimento, basta que o governo do presidente de facto, Michel Temer, concorde com a abertura de mercado para a indústria bélica norte-americana.

Base de Alcântara

Trata-se, segundo a rede norte-americana de comunicação Bloomberg, “do maior sinal, até agora, de mudança na política externa da maior economia latino-americana. Isso, após mais de uma década de regulação por parte da esquerda, encerrada no impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no ano passado. Este tratado também assinala os esforços dos brasileiros para uma nascente indústria de Defesa”.

Segundo o secretario Flavio Basílio, do Ministério da Defesa, “o documento é um outro passo para que os laços com os norte-americanos permitam importantes parcerias tecnológicas que embasarão a indústria bélica”. O tratado também vai em direção ao objetivo dos militares dos EUA de ocupar a base para lançamento de foguetes em Alcântara, no Maranhão. E foi exatamente o que ele fez.

A embaixada dos EUA, em Brasília, evitou qualquer comentário sobre o assunto.

Cooperação

O Convênio para Intercâmbio de Informações em Pesquisa e Desenvolvimento (MIEA – Master Information Exchange Agreement, na sigla em inglês), ainda segundo Basílio, permitira que os dois países levem adiante, em parceria, projetos de desenvolvimento tecnológico. No caso, apesar da sinalização de mão dupla, os papéis ficam bem definidos pela dimensão das máquinas de guerra, nos dois países.

Às pressas, a assinatura do tratado ocorreu após a chegada de Temer ao Palácio do Planalto. Seguiu no bojo do golpe de Estado, em curso no país. Coube à Chefia de Assuntos Estratégicos do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) e pela Secretaria de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa (Seprod) traçar os detalhes técnicos.

Secretário da Seprod, Basilio admite que o documento “é a base para se estabelecer qualquer tipo de cooperação bilateral com os EUA”. As negociações foram ampliadas depois que Raul Jungmann e a então embaixadora norte-americana no Brasil, Liliana Ayalde, participaram do Diálogo da Indústria de Defesa, um encontro bilateral que restaurou a forma subsidiária entre os países, toralmente reformulada durante os governos de Lula e Dilma.

Horizonte amplo

O acordo fechado, a toque de caixa, entre o Brasil e os EUA, no campo da indústria bélica, segue em paralelo com os objetivos geopolíticos dos norte-americanos de reforçar posição no Cone Sul da América Latina. Desde o início das negociações até a assinatura do tratado, na semana passada, os diálogos entre Brasília e Washington, e de ambos com Buenos Aires, intensificaram-se nos últimos seis meses.

A recente visita do então presidente Barack Obama à capital portenha, em um dos últimos atos externos, selou o acordo. O chefe de Estado argentino Mauricio Macri autorizou a instalação de duas bases dos EUA no país. Uma em Ushuaia, na Terra do Fogo, e outra na Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai.

Segundo José Carlos de Assis, economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe-UFRJ e professor de Economia Internacional da UEPB, “a base em Ushuaia é uma projeção próxima e direta sobre a Antártica”. É a maior reserva gelada de água doce do mundo; “além de conter importantes minerais estratégicos”, lembra.

Água, recurso vital

Uma recente matéria do diário argentino Integración Nacional já ventilava a mesma opinião. Trata-se da entrevista de Elsa Bruzzone, especialista em geopolítica, estratégia e Defesa. Ela também integra o Centro de Militantes para a Democracia Argentina (CEMIDA).

— Os EUA utilizam diversos pretextos, entre eles o de ‘ajuda humanitária’ e ‘apoio diante de catástrofes naturais’. Objetivam instalar bases militares disfarçadas de bases científicas. Estas bases encobertas eles sempre as instalam em zonas onde há recursos naturais altamente estratégicos. Entre eles, água, terra fértil para produção de alimentos, minerais, petróleo, biodiversidade — afirmou a analista argentina.

Segundo Bruzzone, os EUA querem “fechar o cerco sobre todos os recursos naturais” da América. 

— As bases militares, cobertas e encobertas, que instalaram na América Central e no Caribe, somadas às que possuem na Colômbia, no Peru, no Chile e no Paraguai, junto com a base militar da OTAN nas Malvinas mais o destacamento britânico nas Ilhas Georgias fecham o cerco sobre todos nossos recursos naturais. E reafirmam sua presença na Antártida — acrescentou.

Dois aquíferos

Neste contexto, cabe lembrar que o Brasil, que compartilha mais de 1,2 mil km de fronteira com a Argentina, possui dois aquíferos subterrâneos de enorme importância: o Guarani e o Alter do Chão. Este último, aliás, é considerado o maior depósito de água potável do mundo, com 86 mil km³ de água doce.

Segundo afirma o professor Assis, “o governo Macri nos expõe à presença militar norte-americana de uma forma que cria desconforto em todo o Cone Sul”.

“A Argentina deverá escolher entre sua aliança estratégica com o Brasil, que lhe tem garantido sobrevivência econômica. Sem deixar a condição de subordinada aos interesses de Washington. Se colocar os pesos na balança, verá que a aliança com o Brasil interessa mais. A não ser que confunda Brasil com José Serra!”, acrescenta o texto.

As tratativas ocorreram durante a gestão do senador José Serra (PSDB-SP), enquanto ocupava o Ministério das Relações exteriores. Ele foi denunciado pelo WikiLeaks. Serra teria negociado com interesses norte-americanos para mudar o regime de partilha do pré-sal. Além disso, aberto as portas do setor à exploração de corporações estrangeiras.

O post Tratado militar assinado com EUA altera equilíbrio na América Latina apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Rio: dinheiro recuperado pela Lava Jato será usado para pagar aposentados

19 de Março de 2017, 13:36, por Jornal Correio do Brasil

O dinheiro faz parte de um montante de cerca de R$ 320 milhões que foram recuperados durante a investigação de um esquema de corrupção envolvendo o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

A 7a Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro autorizou o uso de R$ 250 milhões recuperados pela Operação Lava Jato no Rio para o pagamento de 140 mil servidores inativos do Estado que recebem até R$ 3.200. O dinheiro faz parte de um montante de cerca de R$ 320 milhões que foram recuperados durante a investigação de um esquema de corrupção envolvendo o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral.

O dinheiro faz parte de um montante de cerca de R$ 320 milhões que foram recuperados durante a investigação

De acordo com o procurador da República Jessé Ambrósio dos Santos Júnior, que integra a força-tarefa da Lava Jato no Rio. O uso do dinheiro para o pagamento dos aposentados foi negociado com o governo fluminense. O anúncio sobre quando o dinheiro estará disponível será feito ao longo desta semana.“A gente falou que devolveria o dinheiro do Estado. Desde que ele fosse atrelado ao pagamento de servidores”, disse o procurador.

Recurso contra Adriana Ancelmo

Cabral e sua esposa Adriana Ancelmo foram presos no final do ano passado, na chamada Operação Calicute. Junto com assessores e outros acusados no esquema. Eles são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ambos estão presos no Complexo Penitenciário de Bangu.

Na última sexta-feira (18), a Justiça concedeu à Adriana Ancelmo o direito de cumprir a prisão preventiva em casa. Devido ao fato de que ela e Cabral tem dois filhos menores de idade.

Segundo o procurador Jessé, o Ministério Público Federal já impetrou um mandado de segurança na Justiça Federal contra a decisão de conceder a prisão domiciliar a Adriana.

O post Rio: dinheiro recuperado pela Lava Jato será usado para pagar aposentados apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Greve Geral 100 anos: pauta bem definida, contra trabalho infantil e exploração das mulheres, parou São Paulo

16 de Março de 2017, 12:36, por NPC - Núcleo Piratininga de ComunicaçãoNPC – Núcleo Piratininga de Comunicação

[Por Isaías Dalle/CUT Brasil - 10.03,17] Em 2017, comemoram-se os 100 anos da primeira e mais bem-sucedida Greve Geral brasileira. O movimento, embora tenha atingido outras cidades do país, como o Rio de Janeiro, teve seu epicentro e auge na capital de São Paulo, o centro industrial mais avançado. Segundo diferentes autores que estudaram aquela Greve, um dos principais motivos do sucesso da paralisação – que em julho deixou São Paulo às moscas, como veremos em textos posteriores – foi a escolha acertada das bandeiras de luta, com destaque para a exploração do trabalho infantil e o trabalho opressivo, extenso e noturno das mulheres. Este momento histórico pode servir de exemplo e motivação para a construção da greve que se pretende realizar neste ano de 2017, um século depois. | Continue lendo.