Go to the content

Cúpula dos Povos

Full screen Suggest an article

Notícias da ONU

June 11, 2012 21:00 , by Vicente Aguiar - | No one following this article yet.
Notícias do Site Oficial da ONU. http://www.onu.org.br/tema/rio20/

ACNUR participa da campanha 16 dias de ativismo contra a violência de gênero

November 27, 2012 22:00, by Unknown - 0no comments yet

Congolesa organiza os pedaços de madeira que coletou. A coleta de madeira nos campos de refugiados expõe as mulheres à violência. (ACNUR/M.Sibiloni)Como parte da campanha anual 16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) lançou um curso online para que seus funcionários em todas as operações no mundo tenham conhecimentos e ferramentas necessárias para planejar e implementar programas efetivos de prevenção e combate à violência baseada em gênero. Este ano, a agência intensificou esforços para melhorar o acesso das sobreviventes à Justiça.

“Apesar de ter aumentado a atenção para o tema da violência sexual baseada em gênero e os esforços para combatê-la, um número alarmante de mulheres continua enfrentando esta terrível violação de seus direitos. Em grande parte por causa da desigualdade que persiste em todo o mundo”, disse  Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, na segunda-feira (26).

De acordo com Guterres, evitar e combater a violência sexual e de gênero é “componente-chave das operações do ACNUR”. “Em 2012, alocamos 6,9 milhões de dólares para projetos de prevenção e combate que estão sendo implementados em 12 países nos quais o ACNUR tem operações em andamento”, disse.

O Alto Comissário notou que apesar da prevalência da violência de gênero em todas as regiões do mundo, os níveis de relatos são baixos. “Inúmeras barreiras culturais e práticas impedem os sobreviventes de denunciar os abusos e os perpetradores ficam impunes,” disse Guterres.

Os 16 Dias de Ativismo de contra a Violência de Gênero é uma campanha internacional iniciada em 1991 pelo Women’s Global Leadership Institute. Este ano o tema é “Da paz em casa para a paz no mundo: vamos desafiar o militarismo e acabar com a violência contra a mulher!”. A iniciativa vai até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos.

A campanha une o ACNUR, organizações parceiras, populações de interesse da agência e comunidades em todo o mundo pelo combate a todas as formas de violência baseada em questões de gênero. O ACNUR também dará visibilidade ao trabalho da Campanha Fita Branca, uma iniciativa de um grupo de homens que encoraja seus colegas a não se envolverem, pactuarem ou ficarem calados diante da violência contra a mulher. Os participantes são convidados a usar uma fita branca em sinal de comprometimento com a causa.


Imprimir



OIT promove seminário em SP sobre Pacto Nacional contra o Trabalho Escravo

November 27, 2012 22:00, by Unknown - 0no comments yet

(OIT)Um balanço dos sete anos de existência do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e as perspectivas desta iniciativa serão debatidos nesta quinta-feira (29) em São Paulo durante o Seminário Anual do Comitê de Coordenação e Monitoramento, do qual faz parte a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Também participarão do eventos representantes do Instituto Ethos, do Instituto Observatório Social e da Repórter Brasil, instituições que integram o Comitê.

Além de uma retrospectiva com os principais momentos e conquistas, destacando sua relevância no fortalecimento do combate ao trabalho escravo contemporâneo, também serão divulgadas e debatidas mudanças na governança e em seu funcionamento.

Programação

14h – 15h30: Sete anos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo

Apresentação do balanço da iniciativa: Leonardo Sakamoto, Repórter Brasil

Mesa de debate sobre o balanço: PauloVannuchi (Ex-ministro dos Direitos Humanos), Maria do Rosário Nunes (Ministra dos Direitos Humanos da Presidência da República), OIT, Instituto Ethos, Instituto Observatório Social
Apresentação dos resultados sobre o monitoramento das empresas 2010-2011: Instituto Observatório Social

15h30 – 17h: Apresentação da reestruturação do Pacto: Comitê de coordenação e monitoramento, empresas apoiadoras da transição.

17h – 17h15: Lançamento da Cartilha para oficinas de costura: Comitê do Pacto, C&A.

Serviço

Data: 29 de novembro, quinta-feira
Horário: das 14h às 17h30
Local: Senac Consolação
Endereço: Rua Doutor Vila Nova, 228 – Térreo, Salão Nobre. São Paulo, SP
Inscrições: Gratuitas, no site do Instituto Ethos


Imprimir



PNUMA alerta para impacto do derretimento do permafrost no aquecimento global

November 27, 2012 22:00, by Unknown - 0no comments yet

O relatório Implicações para a Política do Aquecimento do Permafrost, lançado nesta terça-feira (27) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP18), em Doha, no Catar, alerta para os riscos potenciais enfrentados pelos ecossistemas globais caso estes subsolos árticos congelados derretam e se tornem instáveis.

Caso isto aconteça, enormes reservas de carbono presas sob quase 1/4 do hemisfério norte correm o risco de serem liberadas, desencadeando e contribuindo de forma significativa para o aquecimento global, já que o derretimento do permafrost produziria o equivalente entre 43 e 135 bilhões de toneladas de CO².

O Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner, enfatizou o papel que o permafrost poderia ter no aumento significativo do aquecimento global: “O permafrost é uma das chaves para o futuro do planeta, pois contém grandes depósitos de matéria orgânica congelada que, se descongelados e liberados para a atmosfera, amplificam o aquecimento global atual e nos levam a um mundo mais quente. Seu potencial impacto sobre o clima, ecossistemas e infraestrutura tem sido negligenciado por muito tempo.”

A maioria do permafrost do planeta se formou durante a última era do gelo, constituindo uma camada ativa de até dois metros de espessura no topo de uma camada de solo congelado.


Imprimir



Remessas de migrantes podem ajudar no desenvolvimento e na redução da pobreza, avalia UNCTAD

November 26, 2012 22:00, by Unknown - 0no comments yet

Migrantes, como estes trabalhadores na Jordânia, enviam remessas para seus países de origem. Foto: IRIN / Maria Font de MatasAs remessas enviadas pelos migrantes aos seus países de origem devem desempenhar um papel mais importante na redução da pobreza e na capacitação da economia destas nações, afirma o relatório Aproveitamento de Remessas e Conhecimento de Diáspora para Construir Capacidades Produtivas, lançado nesta segunda-feira (26), a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

De acordo com o documento, as remessas cresceram oito vezes entre 1990 e 2011 e agora valem 27 bilhões de dólares em escala global. Além disso, elas continuaram a subir, apesar dos impedimentos impostos pela crise econômica mundial 2008 e consequentes receios de estagnação financeira.

Para os países menos desenvolvidos, o montante das remessas é significativo. O valor enviado pelos cerca de 27,5 milhões de cidadãos destes países que vivem e trabalham no exterior superou o investimento estrangeiro direto nestes mesmos países durante a última década.

Entretanto, as altas taxas de transferência cobradas sobre estas remessas, que chegam a 12%, representam um empecilho ao crescimento dos menos desenvolvidos. Em 2010, por exemplo, o dinheiro enviado para a África subsaariana poderia ter gerado cerca de 6 bilhões de dólares para os destinatários se os custos associados com as transferências tivessem sido menor.

O Secretário-Geral da UNCTAD, Supachai Panitchpakdi, ao apresentar o relatório, ressaltou que os governos dos países menos desenvolvidos também devem criar medidas e orientar oportunidades para que este dinheiro seja investido no desenvolvimento nacional. ”Os países menos desenvolvidos não podem permanecer sempre dependentes da ajuda oficial ao desenvolvimento”, afirmou, observando que a ajuda oficial continuou a exceder as remessas como fonte de financiamento externo. “Eles têm que fazer seu próprio esforço para mobilizar o seu próprio capital.”

O relatório também destaca outro lado da migração internacional, a chamada “fuga de cérebros”. A partida de pessoas qualificadas enfraquece as chances de os países se desenvolverem e reforça as desigualdades internacionais na disponibilidade de pessoal qualificado.

Em um esforço para combater os efeitos negativos da “fuga de cérebros”, a agência da ONU propôs um esquema de transferência de conhecimentos – o investimento na transferência de conhecimentos da diáspora – destinado a incentivar que membros altamente qualificados da diáspora dos países menos desenvolvidos, incluindo os cerca de 2 milhões de migrantes com nível universitário, para conduzir a aprendizagem e o investimento em países de origem. A iniciativa seria fornecer aos membros da diáspora acesso preferencial ao capital necessário para iniciar um investimento em seu país de origem, com taxas de juros preferenciais.


Imprimir



Status quo entre Israel e Palestina é insustentável, diz funcionário da ONU

November 26, 2012 22:00, by Unknown - 0no comments yet

O Coordenador Especial para o Processo de Paz no Oriente Médio, Robert Serry, cumprimenta um menino em Gaza.

“A recente intensificação da violência ressalta a necessidade urgente de colocar o processo de paz israelense-palestino de volta nos trilhos”, disse hoje  (27) o Coordenador Especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, Robert Serry, em reunião do Conselho de Segurança da ONU.  A reunião do Conselho, ocorre quase uma semana após o cessar-fogo mediado pelo Egito que começou em 21 de novembro, pondo fim ao recente ciclo de violência entre Gaza e Israel.

O encontro acontece também antes da votação de quinta-feira (29) na Assembleia Geral, onde os palestinos devem apresentar uma resolução para tentar obter o status de  Estado Observador não membro da ONU. Segundo Serry, a violência na região e a revindicação palestina demonstram que o status quo  é insustentável, e por isso deve-se encontrar um caminho para o retomar o processo de paz entre Israel e a Palestina. “Ambos têm de retornar as negociações interrompidas em setembro de 2010, depois que o primeiro recomeçou a atividade de assentamento no Território Palestino ocupado”.

Sobre a revindicação palestina que será votada na quinta-feira, Serry acredita que a formação do Estado palestino é fundamental para a estabilidade da região e para legitimar as aspirações locais. Ele também disse que  o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, compartilha da mesma opinião. “O Secretário-Geral afirmou em diversas ocasiões que os palestinos devem ter um Estado independente e viável, vivendo lado  a lado com o Estado de Israel em paz e segurança”.

No domingo, Serry visitou e verificou a destruição em Gaza e em Rishon Letzion, um subúrbio de Tel Aviv, em Israel. Os oito dias de violência deixaram 158 palestinos mortos, incluindo 103 civis, e 1269 feridos. Os confrontos também mataram seis israelenses – quatro civis e dois soldados – e deixaram 224 feridos, a maioria civis em Israel.


Imprimir



Rio+20 ao vivo!