Começa Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais
December 2, 2012 22:00 - Pas de commentaire
Começa hoje (3) a Conferência Mundial de Telecomunicações Internacionais (WCIT-12), realizada pela União Internacional de Telecomunicações (UIT) e com duração até o dia 14 de dezembro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O evento reunirá 1.950 representações mundiais de 160 países para renegociar as Regulações Internacionais de Telecomunicação (ITR), tratado mundial firmado em 1988 que visa facilitar a interconexão global, o funcionamento eficaz e a disponibilidade generalizada para o público dos serviços.
Dentre as propostas que serão debatidas estão as formas de acelerar a implementação global da banda larga, estratégias para melhorar a eficiência energética e lidar com o lixo eletrônico e iniciativas para melhorar o acesso às tecnologias para pessoas com deficiência. “Aqui em Dubai, vamos ver o atrito entre as mentes. E como todos sabemos, a partir do atrito vem a luz. Essa luz vai nos ajudar a ver o nosso objetivo comum: construir uma sociedade do conhecimento, onde todos, independentemente das suas circunstâncias, podem acessar, utilizar, criar e compartilhar informações “, disse o Secretário-Geral da UIT, Hamadoun I Touré.
A reunião é presidida pelo diretor-geral da Autoridade Reguladora de Telecomunicações dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed Al Ghanim, que definiu a WCIT-12 como reconhecidamente o mais importante evento mundial para as políticas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, falou por meio de uma mensagem gravada em vídeo da importância em estender o acesso das TIC mundialmente. “A exclusão digital não tem lugar na era da informação e da economia digital do século 21. A gestão de tecnologia de informação e comunicação deve ser transparente, democrática e inclusiva”.
OIT reúne personalidades de todo mundo em campanha pelo fim da escravidão
December 2, 2012 22:00 - Pas de commentaire
Os brasileiros Milton Nascimento, Sérgio Mendes e Carlos Saldanha estão na lista de reconhecidos artistas internacionais que se uniram à Organização Internacional do Trabalho (OIT) para lutar contra a escravidão moderna. Os participantes incluem artistas de Hollywood, desportistas e defensores dos direitos humanos, entre eles: Mila Kunis, Cher e Oliver Stone, Kellan Lutz e Jada Pinkett Smith. Também participam Dan Kennedy, goleiro do Chivas EUA, e Somaly Man, defensora das vítimas de tráfico humano.
“Estou orgulhosa de unir-me à OIT na luta contra a escravidão”, declarou Jada Pinkett Smith. “Quando pensamos na escravidão, pensamos no passado. Mas a realidade é que na atualidade, três de cada 1.000 pessoas no mundo estão em trabalho forçado, são vítimas de tráfico ou trabalham em condições similares à escravidão”, assinalou. “Isto não é bom e tem que terminar”.
De acordo com números da OIT, quase 21 milhões de mulheres, homens e crianças no mundo são vítimas de trabalho forçado. Isto significa que estão presos em empregos que lhes foram impostos por meio da coação ou de engano, e que não podem abandonar. Cerca de 26% dos escravos hoje em dia possuem menos de 18 anos.
“Para todos nós, ter um trabalho decente com um trabalho justo, no qual estejamos minimamente protegidos quando precisamos e em que se respeitem os direitos laborais fundamentais, são aspirações básicas”, disse o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder.
“Lamentavelmente, muitas mulheres e homens, meninas e meninos, continuam presos no pesadelo da escravidão e do trabalho forçado. Por isso, a OIT se sente realmente animada ao ver tantos artistas de renome unindo-se a esta luta. Juntos, podemos fazer uma grande diferença e dar esperança a todos aqueles que aspiram trabalhar em liberdade, igualdade, segurança e dignidade”, acrescentou.
Clique aqui para acessar fotos e outras informações da campanha “Acabe com a escravidão agora!”
Brasil entre os mais afetados pelos desastres climáticos em 2011, alerta ONU
December 2, 2012 22:00 - Pas de commentaire
O Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Sideral (UNOOSA) e o programa ONU-Spider, para informações do espaço em relação a desastres naturais e resposta emergencial, alertaram na sexta-feira (30) que o Brasil esteve entre os países mais afetados pelas catástrofes naturais em 2011. A nação ocupa a sexta colocação na lista dos 10 países mais atingidos no ano passado, em ranking liderado pela Tailândia, seguida do Camboja e do Paquistão.
As informações são provenientes do relatório “Índice de Risco Global Climático (CRI) de 2013”, realizado pela organização Germanwatch e lançado na terça-feira (27) em Doha, no Catar, durante a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP18). Segundo o documento, o Brasil está entre os mais afetados em 2011 em razão das inundações e deslizamentos de terra, que no ano passado mataram mil pessoas e causaram prejuízos de 5 bilhões de dólares.
O relatório busca analisar os impactos humanitários e econômicos dos desastres climáticos em 2011, e também entre 1992 e 2011. Nesse intervalo de tempo, o Brasil ocupou a 80ª posição entre os mais atingidos. Nas últimas duas décadas lideraram o ranking Honduras, Mianmar e a Nicarágua, sendo que oito dos 10 mais afetados são países pobres.
De acordo com o estudo, 530 mil pessoas morreram como consequência de 15 mil desastres e houve perdas de 1,68 trilhão de dólares nos últimos 20 anos.
As análises não incluíram pequenos países e ilhas e só consideraram impactos diretos de catástrofes extremas, sem considerar, por exemplo, os impactos indiretos das ondas de calor. Além disso, não incluíram o número total de pessoas afetadas, considerando apenas as vítimas mortais.
Campanha do ACNUR ‘Amplifique suas vozes’ busca deter violência de gênero contra refugiadas
December 2, 2012 22:00 - Pas de commentaire
Em apoio à iniciativa internacional “16 Dias de Ativismo contra a Violência Sexual e de Gênero”, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) lançou na última sexta-feira (30) uma campanha para dar voz às mulheres refugiadas e deslocadas vítimas da violência.
A campanha “Amplifique suas Vozes”, que está sendo lançada em toda a região das Américas por meio de spots de rádio, vídeos, cartazes e postais, convida o público a escutar e compartilhar depoimentos sobre diferentes tipos de violência sofrida por refugiadas e deslocadas. O conteúdo da campanha, em português e espanhol, está disponível no site www.amplificasusvoces.com e também estará nos websites do ACNUR.
Assista ao vídeo com um relato de violência:
Os “16 Dias de Ativismo contra a Violência de Gênero” se iniciaram no último dia 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, e se encerram em 10 de dezembro, Dia Internacional de Direitos Humanos. Esta iniciativa da sociedade civil ressalta que a violência contra as mulheres também é uma violência contra os Direitos Humanos. Lançada há 22 anos pelo Center for Women’s Global Leadership, a iniciativa envolve mais de 4.100 organizações em 172 diferentes países.
“O enfrentamento da violência sexual e de gênero é uma das prioridades do ACNUR, e integra nossos programas em todo o mundo. Embora a conscientização sobre o problema seja cada vez maior, um número alarmante de mulheres continua enfrentando esta terrível violação dos seus direitos”, afirmou o Alto Comissário da ONU para Refugiados, António Guterres, em comunicado sobre os 16 Dias de Ativismo.
Assista outro vídeo da campanha:
Para acessar as legendas em português, é preciso clicar no comando de legendas no canto inferior direito do vídeo.
Produção industrial no Brasil caiu pelo terceiro trimestre consecutivo em 2012, diz ONU
December 2, 2012 22:00 - Pas de commentaire![]()
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Em 2012, a produção industrial do Brasil caiu pelo terceiro trimestre consecutivo, afirmou o relatório da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO). Apesar das medidas adotadas pelo governo para controlar o aumento de preços, a produção de máquinas, equipamentos e veículos diminuiu drasticamente no terceiro trimestre deste ano.
De acordo com o estudo divulgado hoje (3), os países em desenvolvimento registraram melhora em relação ao terceiro trimestre do ano passado, crescimento de 6,6%, mas piora de 2,3% em relação ao segundo trimestre de 2012. A produção industrial também diminuiu na Argentina e Colômbia. No entanto, Chile, México e Peru tiveram uma taxa de crescimento relativamente maior de produção industrial, mais do que 4%.
O relatório, intitulado “Produção Industrial Mundial, Estatísticas Para o Terceiro Trimestre 2012”, também ressaltou que a fabricação mundial permaneceu lenta no terceiro trimestre de 2012, com crescimento de 2,2%, a menor taxa desde 2009. Embora as tendências para a primeira metade de 2012 fossem analisadas como uma mistura de crescimento na América do Norte, Ásia Oriental e nos países em desenvolvimento junto a uma incerteza na Europa, os últimos dados indicam uma forte recessão na Europa e uma recuperação enfraquecida na América do Norte e Leste da Ásia, bem como uma diminuição sustentada nos países em desenvolvimento.
Os países industrializados sofreram uma redução na produção industrial pela primeira vez desde 2009. O terceiro trimestre de 2012 registrou queda na manufatura nas economias do euro, em comparação com o mesmo período em 2011. Na Itália houve queda de 6,2% , na França, 1,9%, na Alemanha, 1,7% e no Reino Unido, 0,9%.

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