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Cúpula dos Povos

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Notícias da ONU

Giugno 11, 2012 21:00 , by Vicente Aguiar - | No one following this article yet.
Notícias do Site Oficial da ONU. http://www.onu.org.br/tema/rio20/

Na Alemanha, escola fornece cursos digitais profissionalizantes para mulheres refugiadas; vídeo

Giugno 8, 2018 16:54, by ONU Brasil



Crianças congolesas viram mão de obra barata em meio a crise de deslocamento forçado, diz ONU

Giugno 8, 2018 16:04, by ONU Brasil
Françoise, de 14 anos, é paga para transportar areia do Lago Tanganica até áreas de construção. Foto: Vania Turner/Junior D. Kannah

Françoise, de 14 anos, é paga para transportar areia do Lago Tanganica até áreas de construção. Foto: Vania Turner/Junior D. Kannah

Às margens do lago Tanganica, na República Democrática do Congo, Françoise, de 14 anos, enche de areia um saco de 25 quilos e o equilibra cuidadosamente em cima de sua cabeça. É uma tarefa que a adolescente aprimorou nos últimos meses. Ela não está sozinha. Na maioria das manhãs, um exército de crianças – algumas com apenas cinco anos de idade – lotam as ruas nos arredores da cidade de Kalemie para trabalhar no setor de construção.

Anos de conflito no país africano forçaram muitos jovens a deixar a sala de aula para ajudar suas famílias a sobreviver.

“Todos nós aqui frequentávamos a escola. Agora, trabalhamos para ter o que comer,” conta Françoise, tirando grãos de areia do cabelo. “Todas as crianças reclamam porque a areia é pesada e ficamos cansadas. Eu me sinto mal, minhas pernas doem e eu tenho dores de cabeça o tempo todo.”

A areia é um material de construção popular e barato no sudeste da República Democrática do Congo. Em um “bom” dia de trabalho, Françoise pode ganhar cerca de 1 real para cada 25 quilos que carrega. Mesmo com a ajuda, sua família não consegue ter o suficiente para sobreviver, afirma seu pai, Philippe Kika Malisawa, de 58 anos, que transporta areia ao lado da filha.

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“Nossos pais nunca fizeram a gente trabalhar assim”, lembra o congolês. “Nós apenas sentávamos e nossos pais traziam comida. Mas agora que estamos deslocados, sofremos tremendamente.”

A violência armada levou civis a fugir de suas casas. Essa população busca efúgio em campos superlotados, com condições de vida degradantes, ​​perto e ao redor de Kalemie e em outras partes da província de Tanganica. Quanto maior a corrida por meios de subsistência, mais as crianças são forçadas a trabalhar.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e outros organismos humanitários já conseguiram entregar assistência para os deslocados de Kalemie, incluindo utensílios domésticos e itens para abrigo. Mas a falta de financiamento e os novos deslocamentos, causados pelos confrontos, tornaram impossível o atendimento às necessidades básicas desses congoleses.

“Toda a minha vida se resume em fugir da guerra”, diz Françoise, enxugando o suor da testa. “Eu gostaria que pudéssemos parar de carregar areia e voltar para a escola.”



Centro de Excelência participa de debate sobre educação e inovação em Salvador

Giugno 8, 2018 15:55, by ONU BrasilClique para exibir o slide.

O Centro de Excelência contra a Fome, uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, participou do Fórum Global Virtual Educa: a Cooperação Sul-Sul, realizado esta semana (de 4 a 8) em Salvador, na Bahia.

O evento ocorreu paralelamente ao 19ª Seminário Virtual Internacional Educa, uma iniciativa criada em 2001 para impulsionar a inovação em educação e promover a transformação social e o desenvolvimento sustentável, especialmente na América Latina e no Caribe. O tema do fórum global foi “Cooperação Multilateral em Educação e Inovação”.

O objetivo do evento foi compartilhar experiências, resultados e perspectivas de iniciativas desenvolvidas no campo da educação. Cerca de 3 mil representantes de países latino-americanos, caribenhos e africanos participaram. O encontro foi parte de uma série de fóruns sobre educação e inovação iniciada em Santo Domingo, República Dominicana, em 2010. A intenção foi consolidar um espaço de reflexão e análise sobre educação no século 21, tendo a inovação como eixo.

O secretário-geral da iniciativa multilateral de inovação e educação Virtual Educa, José Maria Antón, falou sobre a importância de criar um fórum global, realizado pela primeira vez. “Sempre tivemos esses debates muito específicos e regionais, mas com o crescimento do Virtual Educa sentimos a necessidade de uma discussão mais ampla. Agora podemos discutir com sucesso experiências com mais países, permitindo trocas educacionais de forma a contribuir para o desenvolvimento da educação global”, disse.

Daniel Balaban, diretor do Centro de Excelência, enfatizou a importância de incluir os países africanos no debate sobre educação e inovação. “O continente africano tem uma população enorme que precisa ser atendida por políticas educacionais inclusivas e inovadoras que possam catalizar o desenvolvimento sustentável”, disse. “As trocas entre os países latino-americanos e caribenhos têm resultados muito positivos, tanto na segurança alimentar como na educação, porque os dois continentes enfrentam desafios semelhantes e podem encontrar soluções compartilhadas”, acrescentou.



ACNUR: alojamentos para desabrigados de vulcão na Guatemala têm saneamento precário

Giugno 8, 2018 15:28, by ONU Brasil
Abrigo Simon Bergano Villegas Berga, em Escuintla, na Guatemala, recebe pessoas desabrigadas pelo Vulcão de Fogo. Foto: PNUD/Fernanda Zelada Rosal

Abrigo Simon Bergano Villegas Berga, em Escuintla, na Guatemala, recebe pessoas desabrigadas pelo Vulcão de Fogo. Foto: PNUD/Fernanda Zelada Rosal

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) informou nesta sexta-feira (8) que segue prestando assistência às autoridades e à população da Guatemala, onde as contínuas erupções do Vulcão de Fogo já afetaram a vida de 1,7 milhão de pessoas, segundo dados do governo divulgados na quinta (7). Organismo internacional afirmou que falta iluminação e serviços de saneamento, incluindo privadas, nos abrigos para as pessoas deslocadas na catástrofe.

De acordo com estimativas oficiais, 12,4 mil pessoas foram evacuadas. O Instituto Nacional de Ciências Forenses do país atualizou na tarde de ontem o número de mortos para 109.

Uma avaliação das necessidades da poluição, conduzida por profissionais das Nações Unidas, teve de ser adiada devido à permanente atividade do vulcão. O ACNUR está com equipes nas regiões atingidas, registrando as necessidades de quem foi hospedado em alojamentos. O governo afirma que há 4.137 pessoas em 21 centros de acolhimento cadastrados. Além dessas instalações, existem outros 23 abrigos não registrados.

Segundo o organismo da ONU, são necessárias melhorias no saneamento e a criação de espaços seguros para mulheres e crianças. Áreas comuns das instituições estão sem iluminação adequada e não há latrinas suficientes para atender à demanda.



Mossul, no Iraque, agora precisa lidar com o lixo gerado pelo conflito; vídeo

Giugno 8, 2018 15:20, by ONU Brasil



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