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Cúpula dos Povos

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Notícias da ONU

11 de Junho de 2012, 21:00 , por Vicente Aguiar - | No one following this article yet.
Notícias do Site Oficial da ONU. http://www.onu.org.br/tema/rio20/

OIT e Prefeitura de Vitória em favor das mulheres e das trabalhadoras domésticas

26 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Cartilhas da OIT e da Prefeitura de Vitória (ES) abordam os direitos das trabalhadoras domésticas e divulgam a Lei Maria da Penha.

O Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, em parceria com a Prefeitura de Vitória (ES), lança duas cartilhas: uma com informações completas sobre os direitos das trabalhadoras domésticas e outra sobre a Lei Maria da Penha, relativa à defesa das mulheres contra a violência doméstica e familiar. O lançamento será realizado amanhã (28) às 16h30 na Praça do Papa, durante a Feira do Verde em Vitória.

A proposta de sensibilização e mobilização das mulheres trabalhadoras de residências insere-se no quadro de ações desenvolvidas para o enfrentamento à violência contra o sexo feminino. As ações estão no âmbito do Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania, que, junto da OIT,conta com a participação de mais cinco agências das Nações Unidas. No evento de amanhã será feito um balanço do projeto que, além de Vitória, está presente nos municípios de Contagem (MG) e Lauro de Freitas (BA). (Clique aqui para saber mais do programa).

No mesmo dia, hora e local, ocorrerá outro lançamento, do Fórum Valcenir Patrício dos Santos em defesa dos direitos das trabalhadoras domésticas. Valcenir Patrício foi a primeira Presidente do Sindicato das Trabalhadoras Domésticas do Espírito Santo, faleceu em julho deste ano e será homenageada amanhã durante o evento.


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Atividades humanitárias da ONU recomeçam na República Democrática do Congo

26 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

As agências humanitárias da ONU e seus parceiros estão trabalhando 24 horas por dia para fornecer serviços básicos, como água, alimentos e abrigo para mais de 140 mil pessoas deslocadas pela recente violência na República Democrática do Congo (RDC).

Após vários dias sem poder levar ajuda devido à recente onda de confrontos entre tropas do governo e do grupo rebelde M23, o Alto Comissariado para os Refugiados (ACNUR) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) recomeçaram suas atividades na sexta-feira, dia 23.

“Durante o fim de semana, o ACNUR e seus parceiros conseguiram retomar a assistência às pessoas deslocadas internamente em 12 locais em torno de Goma, levando doações de alimentos do PMA, sabão e água”, disse o Porta-voz do ACNUR , Adrian Edwards, em Genebra. “As entregas começaram sábado, e o objetivo é atingir 110 mil pessoas. Esta é a primeira entrega de ajuda em grande escala desde que Goma foi capturada pelo movimento rebelde M23 em 20 de novembro”.

“Muitos dos deslocados precisam de abrigo e água limpa. As condições de higiene continuam sendo um grande desafio, devido à falta de banheiros e pontos de abastecimento de água. Alguns casos de infecções, vômitos e problemas respiratórios já foram registrados. Essas infecções respiratórias são devido ao fato de que essas pessoas não têm abrigo e estão dormindo ao relento sob as chuvas”, disse Edwards.


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Fundo das Nações Unidas doa 5,3 milhões de dólares para deslocadas pelo conflito em Mianmar

26 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Alguns dos deslocados recebem sua ração de comida para um mês no armazém de distribuição do PMA. Foto: CERF / OCHAUm fundo adicional anunciado hoje (27) deve beneficiar aproximadamente 36 mil pessoas deslocadas pela violência no estado de Rakhine, em Mianmar. Os 5,3 milhões de dólares em assistência, fornecidos pela  Central de Resposta de Emergência da ONU (CERF), permitirão que cinco agências da ONU e seus parceiros humanitários realizem atividades em saúde, nutrição, abrigo, água e saneamento.

Neste ano, a CERF já destinou mais de 10 milhões de dólares para a situação humanitária em Rakhine. Um plano de resposta inicial do Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) tinha pedido 32,5 milhões de dólares para fornecer assistência em Rakhine durante o período de julho a dezembro de 2012. No entanto, o plano foi revisto na semana passada e agora 67,6 milhões são necessários para ajudar os 115 mil deslocados durante o período de julho de 2012 a junho de 2013. Até agora, foram recebidos apenas 27 milhões de dólares.

A violência no norte do estado de Rakhine começou em junho deste ano, com confrontos entre as etnias de budistas Rakhine e muçulmanos Rohingya, que levaram o Governo a declarar estado de emergência no país. Esse surto de violência teria deixado pelo menos uma dúzia de civis mortos e centenas de casas destruídas, além de cerca de 75 mil pessoas deslocadas. Novas ondas de violências nos meses de setembro e outubro, deixaram pelo menos 89 pessoas mortas, 36 mil deslocadas e mais de 5.300 casas e edifícios religiosos destruídos, de acordo com estimativas da ONU.


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CEPAL: Pobreza segue caindo na América Latina mas ainda afeta 167 milhões de pessoas

26 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A pobreza segue caindo na América Latina, mas ainda afeta  167 milhões de pessoasA Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) projeta que a região finalizará este ano com 167 milhões de pessoas em situação de pobreza, um milhão de pessoas a menos que em 2011, o que equivale a 28,8% dos habitantes da região. O número de pessoas em extrema pobreza ou indigência se manterá estável em 2012, somando 66 milhões, o mesmo número apresentado em 2011.

A pobreza na América Latina seguirá sua tendência à queda, ainda que a um ritmo menor ao observado nos últimos anos, graças às projeções de crescimento econômico positivo e inflação moderada para 2012 na região, resume o Relatório Panorama Social da América Latina 2012, apresentado hoje (27) na sede da CEPAL em Santiago, Chile.

As atuais taxas de pobreza e indigência são as mais baixas observadas nas últimas três décadas, o que é uma boa notícia, embora estejamos diante de níveis inaceitáveis em muitos países. O desafio é gerar empregos de qualidade no marco de um modelo de desenvolvimento orientado para a igualdade e para a sustentabilidade ambiental”, disse a Secretária-Executiva da CEPAL, Alicia Bárcena.

Assista ao vídeo abaixo sobre o relatório:

De acordo com o Relatório, na última década, a desigualdade reduziu-se em matéria de distribuição de renda, ainda que esta continue sendo outro dos principais desafios da região. As últimas estatísticas disponíveis para 18 países indicam que em média 10% dos mais ricos da população latino-americana recebem 32% da renda total, enquanto 40% dos mais pobres recebem somente 15%.

Por outro lado, a CEPAL adverte sobre uma mudança na tendência do gasto público social na região. Até o ano de 2010, este seguia crescendo na América Latina, tanto em valores absolutos como em proporção ao gasto público total e ao produto interno bruto (PIB), mostrando um caráter contracíclico durante a crise internacional. Entretanto, dados parciais de 2011 indicam que há uma tendência à contração relativa do gasto social para robustecer as finanças públicas, o que não significa, necessariamente, uma redução dos valores absolutos destinados aos setores sociais.

Assistência e cuidado na América Latina

Na edição de 2012 do Panorama Social também são abordados alguns aspectos do tema relacionado às atividades de assistência ou “cuidado” na América Latina. Este “é um assunto fundamental, em torno do qual existem profundas desigualdades e discriminações de gênero que afetam negativamente a mulher, que carrega a carga da assistência na qualidade de trabalho não remunerado e pouco reconhecido”, indica o Relatório.

De acordo com a publicação, 6,7% do total de ocupados na região latino-americana trabalha no setor de assistência e em torno de 3/4 desses trabalhadores estão empregados no serviço doméstico. As mulheres ocupam 94% dos trabalhadores neste setor: 71% no serviço doméstico e 23% em serviços educativos e de saúde.

Entre os trabalhadores do cuidado observa-se uma maior incidência da pobreza que entre o resto dos ocupados (24,1% frente a 20,2% em 2010). O emprego doméstico, em particular, combina escassa regulação, baixos salários, pouco acesso à proteção social, discriminação e condições de trabalho extremamente precárias, indica o Panorama Social 2012.


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UNAIDS e Parceria Stop TB assinam acordo para reduzir mortes de pessoas com HIV e Tuberculose

26 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, quer integração entre os serviços de combate à Tuberculose e AIDS.O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) e a Parceria Stop TB  firmaram hoje (27) o acordo Para Atingir Zero Mortes de Tuberculose (TB) entre as Pessoas que Vivem com o HIV, que visa acelerar ações de resposta à TB e à AIDS. A iniciativa quer atingir em 2015 a meta de reduzir em 50% as mortes por TB em pessoas com o HIV.

As duas organizações estão desenvolvendo um plano de trabalho detalhado e assumiram o compromisso de colaborar para alcançar três objetivos dentro dos próximos três anos: aumentar o compromisso político e a mobilização de recursos para a TB/HIV, reforçar a capacidade de conhecimento e envolvimento de organizações da sociedade civil, das comunidades afetadas e o setor privado e ajudar mais países afetados a integrar os serviços de TB/HIV.

Em 2011, na Reunião de Alto Nível da ONU sobre a Aids, os Estados-Membros das Nações Unidas estabeleceram a meta de reduzir pela metade as mortes de TB / HIV em 2015, o que levaria a prevenção de 600 mil vidas. Três quartos dos óbitos por TB / HIV ocorrem  em apenas 10 países, Etiópia, Índia, Quênia, Moçambique, Nigéria, África do Sul, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbabué. Intensificar os esforços nestes 10 países aceleraria significativamente o alcance da meta de 2015.

Pessoas que vivem com o HIV têm 20 a 30 vezes mais chances de desenvolver tuberculose ativa do que as pessoas sem a infecção. Estima-se que 8,7 milhões de pessoas ficaram doentes com tuberculose em todo o mundo em 2011, entre os quais mais de 1 milhão estavam vivendo com a AIDS. O alerta é grande para as mulheres grávidas, pois se a mãe é portadora do HIV e da tuberculose, o risco de morte é alto para a mãe e o filho e as possibilidades de transmissão do vírus para a criança superam o dobro. Em 2011, 430 mil das 1,7 milhão de mortes relacionadas à AIDS, 25% do total, foram causadas pelo HIV associado à TB.

“A TB com o HIV é uma combinação mortal. Nós podemos impedir que as pessoas morram dessa coinfecção, por meio da integração e simplificação dos serviços de HIV e tuberculose”, disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. “Os objetivos para 2015 são claros, reduzir as mortes de tuberculose em pessoas vivendo com AIDS em 50%”. Podemos fazer isso acontecer, mas só se os serviços forem fortalecidos nos países através de esforços combinados e conjuntos”, completou Sidibé.

Na semana passada, o UNAIDS ressaltou os avanços no combate, ao constatar uma redução de 13% dos óbitos associados à TB/HIV nos últimos dois anos. A diminuição deve-se ao maior número de pessoas com acesso à terapia antirretroviral, um aumento de 45% entre 2009 e 2011.


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