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Notícias da ONU

11 de Junho de 2012, 21:00 , por Vicente Aguiar - | No one following this article yet.
Notícias do Site Oficial da ONU. http://www.onu.org.br/tema/rio20/

UNFPA e parceiros lançam livro sobre saúde da população negra

21 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Durante a inauguração da exposição “Igualdade Racial no SUS é pra valer!” do Ministério da Saúde, foi lançada a segunda edição ampliada do livro “Saúde da População Negra”, realizado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e Ministério da Saúde. O evento ocorreu na data em que se celebra o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro.

O livro, organizado por Luís Eduardo Batista, Jurema Werneck e Fernanda Lopes, integra a Coleção “Negras e Negros: Pesquisas e Debates”, coordenada por Tânia Müller. A publicação traça, ao longo de 16 capítulos de vários autores, um painel sobre o direito à saúde e a questão racial como determinante social da saúde.

O Fundo de População da ONU foi representado no lançamento pela Representante Adjunta, Florbela Fernandes, que destacou os esforços desenvolvidos pelo UNFPA, juntamente com o Sistema das Nações Unidas, para que as pessoas “tenham o direito a viver com dignidade e igualdade de oportunidades, possam melhorar sua condição de vida e de saúde e tenham todos os seus direitos respeitados. Esperamos que esta publicação possa contribuir para o alcance desse resultado”.

A exposição “Igualdade Racial no SUS é pra valer!” com fotografias de servidores do Sistema Único de Saúde (SUS), informações sobre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, e outras ações positivas do Governo Federal nesta área, está montada no túnel que liga a sede do Ministério da Saúde ao edifício-anexo do órgão, em Brasília (DF). A mostra, que pode ser visitada até o mês de fevereiro, faz parte das ações que compõem a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, cujo objetivo é combater a discriminação étnico-racial nas unidades do SUS, e promover a equidade na saúde da população negra.

Para o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ideia é fazer com que todos os servidores e funcionários do Ministério da Saúde que passam diariamente por este túnel sejam sensibilizados pelo desafio de promover a saúde da população negra. “Com a exposição, fazemos uma grande homenagem à população negra e também promovemos o exercício de sensibilização para melhorar a saúde no nosso País”, destacou.

Acesse aqui a versão virtual do livro.


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PNUD seleciona Desenvolvedor Web e Assistente de Desenvolvedor Web

21 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil está à procura de pessoas com boa experiência em ASP.Net com desenvolvimento C# para trabalhar em vários projetos dentro da Unidade de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC).

Os projetos vão desde a análise de negócio inicial, escopo, desenho e implementação de soluções administrativas. As exigências variam de acordo com a vaga (Desenvolvedor Web ou Desenvolvedor Web Assistente). O prazo para envio de candidaturas é dia 27 de novembro de 2012.

Acesse o edital para Desenvolvedor Web clicando aqui.

Acesse o edital para Desenvolvedor Web Assistente clicando aqui.


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ONU alerta para impacto dos conflitos entre Hamas e Israel sobre as crianças

21 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Garoto observa destruição promovida pelas forças de Israel em Gaza. (Foto: Samar Abu Elouf)

O conflito entre o grupo islâmico Hamas, que controla Gaza, e Israel teve “impacto devastador e duradouro” sobre as crianças da região, disse hoje (22) o Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, ressaltando que a violência teria a longo prazo efeitos psicológicos na juventude e até na vida adulta dos menores.

“Esse impacto se estende a partir de um grande número de mortos e feridos em Gaza ao trauma profundo e outros efeitos psicológicos sobre crianças em ambos os lados da fronteira”, disse o Comitê. Embora tenha saudado o cessar-fogo anunciado ontem (21), o Comitê exortou todas as partes a cumprirem a sua obrigação internacional de garantir a proteção infantil. No conflito, 26 crianças morreram e 400 ficaram feridas em Gaza, com 14 feridas no sul de Israel.

A UNRWA deu assistência com itens de emergência como colchões, cobertores e kits de higiene para as famílias abrigadas nas escolas de Gaza mantidas pela ONU. (Crédito da foto: Samar Abu Elouf)

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) também chamou a atenção para o fato de que muitas crianças foram forçadas a dormir no frio em Gaza, em razão das destruições de janelas ou porque tiveram de manter as janelas abertas devido ao risco de os cacos de vidro as atingirem. No sul de Israel, crianças foram obrigadas a procurar abrigo em outras partes do país. “A destruição de casas e danos nas escolas, ruas e outras instalações públicas afetaram gravemente as crianças e as privaram de seus direitos fundamentais”, afirmou o Comitê.

Durante o recente conflito em Gaza, as escolas da UNRWA forneceram alguma proteção contra a violência. (Crédito da foto: Samar Abu Elouf)

Simultaneamente, a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA) anunciou hoje (21) que suas 245 escolas em Gaza serão abertas no sábado, retomando as aulas para 225 mil crianças. As escolas foram usadas durante os conflitos para abrigar cerca de 10 mil pessoas deslocadas que já voltaram para suas casas após o cessar-fogo.


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Goma: solução deve ser política, afirma Subsecretário-Geral de Operações de Paz da ONU

21 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Hervé Ladsous, Sub-Secretário-Geral para as Operações de Manutenção da Paz, fala aos jornalistas após uma reunião do Conselho de Segurança sobre a situação na República Democrática do Congo. UN Photo / Rick BajornasDestacando o papel ativo dos “capacetes azuis” da ONU na proteção de civis em todo o leste da República Democrática do Congo (RDC), o Subsecretário-Geral para Operações de Paz, Hervé Ladsous, enfatizou ontem (21) a necessidade de uma solução política para as atividades envolvendo o Movimento 23 de março (M23), grupo rebelde que atua na região.

Os 1.500 “capacetes azuis” presentes em Goma prestam apoio às Forças Armadas do país (FARDC), controlando o aeroporto e realizando patrulhas regulares. Entretanto não é parte das funções dos soldados da Missão de Estabilização da ONU para a RDC (MONUSCO) atingir diretamente os grupos armados. A rendição de algumas tropas da FARDC dificulta o trabalho da Missão, que conta com outros 10 mil soldados atuando nas províncias de Kivu do Norte e do Sul.

“Claramente, além das atividades militares, há a necessidade de priorizar soluções políticas”, destacou, após consultas a portas fechadas do Conselho de Segurança sobre os acontecimentos no leste da RDC.

Na noite de terça-feira (20), o Conselho aprovou por unanimidade uma resolução em que condenou veementemente a mais recente onda de ataques do M23 e exigiu a sua retirada imediata de Goma. Além disso, presidentes de países vizinhos, como Ruanda e Uganda, têm se mobilizado em conjunto com representantes da ONU e da RDC para buscar uma solução para o conflito.

As reações vem após a ocupação, nesta terça-feira (20), da cidade de Goma, capital da província de Kivu do Norte, pelo M23 – composto por soldados que se amotinaram do exército nacional de RDC em abril. Segundo o chefe da MONUSCO, Roger Meece, o movimento – que já provocou o deslocamento de mais de 60 mil congoleses – ocupa no momento uma parcela significativa de Kivu do Norte e prepara uma estrutura formal de governo e administração.

O grupo, no entanto, não tem conseguido apoio total por qualquer grupo étnico ou comunidade no país. “Na verdade, o M23 não goza de amplo apoio em Kivu do Norte, ou em outro lugar, no leste da República Democrática do Congo”, relatou Meece, que também denunciou graves violações dos direitos humanos cometidas pelo movimento, como execuções sumárias e recrutamento de crianças-soldado.

Apoio Externo

Sobre as acusações de apoio externo recebido pelo M23, Meece observou que os rebeldes estão bem esquipados, com uniformes, armas e munições, “muitas das quais claramente não vieram das reservas existentes da FARDC”. Entretanto, ele acrescentou que a MONUSCO não tem mandato ou meios para investigar ou verificar as fontes ou meios pelos quais estas “impressionantes” capacidades têm sido alcançadas.

Países da região apresentaram propostas para a crise

A Conferência Internacional sobre as Regiões dos Grandes Lagos (CIRGL),formada por 11 países da região, já havia apresentado anteriormente duas propostas para lidar com a situação no leste da RDC. Um deles é o chamado Mecanismo de Verificação Expandido Conjunto, que foi lançado em setembro em Goma. Discutido pela primeira vez em julho, o mecanismo é um órgão técnico, composto por especialistas militares de RDC e Ruanda, bem como outros países da CIRGL, que conta com o apoio da União Africana e da ONU, para tratar de questões de segurança nas fronteiras.

A outra solução apresentada anteriormente pela ICGLR é o estabelecimento de uma força internacional neutra para trabalhar ao lado da MONUSCO na pacificação das províncias de Kivu do Norte e do Sul devido ao grande tamanho do território: Kivu do Norte sozinho é quatro vezes o tamanho da Bélgica. Essa proposta, entretanto, ainda se encontra em uma fase muito conceitual.


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Goma: solução deve ser política, afirma Sub-Secretário-Geral de Operações de Paz da ONU

21 de Novembro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Hervé Ladsous, Sub-Secretário-Geral para as Operações de Manutenção da Paz, fala aos jornalistas após uma reunião do Conselho de Segurança sobre a situação na República Democrática do Congo. UN Photo / Rick BajornasDestacando o papel ativo dos “capacetes azuis” da ONU na proteção de civis em todo o leste da República Democrática do Congo (RDC), o Subsecretário-Geral para Operações de Paz, Hervé Ladsous, enfatizou ontem (21) a necessidade de uma solução política para as atividades envolvendo o Movimento 23 de março (M23), grupo rebelde que atua na região.

Os 1.500 “capacetes azuis” presentes em Goma prestam apoio às Forças Armadas do país (FARDC), controlando o aeroporto e realizando patrulhas regulares. Entretanto não é parte das funções dos soldados da Missão de Estabilização da ONU para a RDC (MONUSCO) atingir diretamente os grupos armados. A rendição de algumas tropas da FARDC dificulta o trabalho da Missão, que conta com outros 10 mil soldados atuando nas províncias de Kivu do Norte e do Sul.

“Claramente, além das atividades militares, há a necessidade de priorizar soluções políticas”, destacou, após consultas a portas fechadas do Conselho de Segurança sobre os acontecimentos no leste da RDC.

Na noite de terça-feira (20), o Conselho aprovou por unanimidade uma resolução em que condenou veementemente a mais recente onda de ataques do M23 e exigiu a sua retirada imediata de Goma. Além disso, presidentes de países vizinhos, como Ruanda e Uganda, têm se mobilizado em conjunto com representantes da ONU e da RDC para buscar uma solução para o conflito.

As reações vem após a ocupação, nesta terça-feira (20), da cidade de Goma, capital da província de Kivu do Norte, pelo M23 – composto por soldados que se amotinaram do exército nacional de RDC em abril. Segundo o chefe da MONUSCO, Roger Meece, o movimento – que já provocou o deslocamento de mais de 60 mil congoleses – ocupa no momento uma parcela significativa de Kivu do Norte e prepara uma estrutura formal de governo e administração.

O grupo, no entanto, não tem conseguido apoio total por qualquer grupo étnico ou comunidade no país. “Na verdade, o M23 não goza de amplo apoio em Kivu do Norte, ou em outro lugar, no leste da República Democrática do Congo”, relatou Meece, que também denunciou graves violações dos direitos humanos cometidas pelo movimento, como execuções sumárias e recrutamento de crianças-soldado.

Apoio Externo

Sobre as acusações de apoio externo recebido pelo M23, Meece observou que os rebeldes estão bem esquipados, com uniformes, armas e munições, “muitas das quais claramente não vieram das reservas existentes da FARDC”. Entretanto, ele acrescentou que a MONUSCO não tem mandato ou meios para investigar ou verificar as fontes ou meios pelos quais estas “impressionantes” capacidades têm sido alcançadas.

Países da região apresentaram propostas para a crise

A Conferência Internacional sobre as Regiões dos Grandes Lagos (CIRGL),formada por 11 países da região, já havia apresentado anteriormente duas propostas para lidar com a situação no leste da RDC. Um deles é o chamado Mecanismo de Verificação Expandido Conjunto, que foi lançado em setembro em Goma. Discutido pela primeira vez em julho, o mecanismo é um órgão técnico, composto por especialistas militares de RDC e Ruanda, bem como outros países da CIRGL, que conta com o apoio da União Africana e da ONU, para tratar de questões de segurança nas fronteiras.

A outra solução apresentada anteriormente pela ICGLR é o estabelecimento de uma força internacional neutra para trabalhar ao lado da MONUSCO na pacificação das províncias de Kivu do Norte e do Sul devido ao grande tamanho do território: Kivu do Norte sozinho é quatro vezes o tamanho da Bélgica. Essa proposta, entretanto, ainda se encontra em uma fase muito conceitual.


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