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Cúpula dos Povos

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Notícias da ONU

June 11, 2012 21:00 , von Vicente Aguiar - | No one following this article yet.
Notícias do Site Oficial da ONU. http://www.onu.org.br/tema/rio20/

Nova galeria de fotos do ACNUR mostra dia a dia de família de refugiados congoleses

November 28, 2012 22:00, von Unbekannt - 0no comments yet

O pai de Sukuru, Baseme, com um dos filhos mais novos numa tenda comunitária onde a família morava desde que chegou a Mugunga III. Eles acabaram de mudar-se para a sua própria tenda. ©ACNUR/ F. NoySeis meses após o início, em abril de 2012, do intenso combate na região leste da República Democrática do Congo (RDC), os rebeldes do movimento M23 conseguiram capturar Goma, capital da província de Kivu do Norte.

O avanço rebelde obrigou dezenas de milhares de pessoas a deixarem suas casas. Elas se somaram aos mais de 220 mil civis deslocados em Kivu do Norte em virtude das primeiras ondas do combate, em abril.

Aos dez anos de idade, o menino Sukuru e sua família já estavam abrigados em Mugunga III, um campo para deslocados internos, quando Goma foi tomada em 20 de novembro. Meses antes, a família precisou deixar sua casa no território de Masisi, em Kivu do Norte, em busca de um lugar mais seguro. O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) acompanhou o dia a dia da família no acampamento. Apesar dos percalços, Sukuru continua confiante no futuro.

A nova galeria de fotos – publicada pelo ACNUR em http://bit.ly/Uuv8W9 – mostra o cotidiano desta família de refugiados congoleses.


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33 milhões de pessoas passam fome na América do Sul, afirma FAO

November 28, 2012 22:00, von Unbekannt - 0no comments yet

Foto: FAOApesar de ser uma das regiões que mais produz alimentos, a América do Sul ainda tem mais de 33 milhões de pessoas passando fome. Juntos, América Latina e Caribe possuem uma população de 597 milhões de pessoas e produzem comida suficiente para alimentar 746 milhões.

Estes números mostram que “a fome é fundamentalmente um problema de acesso aos alimentos e não de disponibilidade”, afirmou o Representante Regional da Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) para América Latina e Caribe, Raul Benitez.

“É inaceitável que ainda haja fome em uma região que produz uma quantidade de comida que é bem acima de suas necessidades. Para isso, é preciso continuar a trabalhar com os governos para criar políticas para melhorar a distribuição dos benefícios do crescimento econômico e produção agrícola, apoiando-os para alcançar a meta de erradicar a fome, uma meta que sabemos ser perfeitamente possível”, declarou Benitez.

No entanto, histórias de sucesso mostram que estados comprometidos com a segurança alimentar podem fazer progressos significativos na redução da fome. Haiti, Nicarágua, Peru e Brasil, entre outros, reduziram os níveis de subnutrição em magnitudes diferentes, mas de forma constante ao longo das últimas duas décadas, movendo-se no sentido de atingir o primeiro dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Na América do Sul, o Peru reduziu a desnutrição em mais de 20 pontos percentuais nas últimas duas décadas, de 32,6% em 1990-92 para 11,2% no período de 2010-12, enquanto o Brasil tem empreendido uma grande campanha para acabar com a fome, incentivando grandes mudanças. O país tem agora níveis de desnutrição de 6,9%, um dos maiores avanços na região.


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Começou hoje congresso da UNESCO sobre bioética, direitos humanos e inclusão social

November 28, 2012 22:00, von Unbekannt - 0no comments yet

UNESCO realiza congresso para relacionar bioética com direitos humanos e inclusão social.

O IV Congresso Internacional da Rede de Bioética da América Latina e do Caribe, criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), começa hoje na sede da Fiocruz na Universidade de Brasília e permanece até o dia 1º. de dezembro, com enfoque nos temas bioética, direitos humanos e inclusão social. Especialistas da área de bioética irão analisar maneiras pelas quais o tema pode contribuir com o desenvolvimento de políticas públicas e atividades na área de educação continuada que favorecem a implementação de estratégias orientadas a inclusão social e equidade em questões de saúde.  Além da UNESCO, organiza também o evento a Sociedade Brasileira de Bioética (SBB).

A abertura da conferência contou com a palestra do Dr. Volnei Garrafa (Brasil), presidente da Cátedra UNESCO de Bioética da Universidade de Brasília, e membro do Comitê Internacional de Bioética (IBC) da UNESCO e no encerramento haverá a palestra do doutor Victor Penchaszadeh (Argentina), Consultor de Bioética da Organização Pan-Americana da Saíde (OPAS). Entre as duas palestras, mais de 400 especialistas e estudantes de diversos países da América Latina e Caribe, incluindo Brasil, Colômbia, Cuba, Jamaica e Peru trocarão experiências sobre temas relacionados a bioética. (Confira aqui a programação do evento)


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UNICEF certifica 399 municípios do Semiárido e da Amazônia pelos avanços nos direitos da infância e adolescência

November 28, 2012 22:00, von Unbekannt - 0no comments yet

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) anunciou os municípios certificados com o Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2009-2012 nesta quinta-feira (29), durante cerimônia no Museu Nacional, em Brasília. O Selo é uma iniciativa do UNICEF, em parceria com a Petrobras e a Rede Energia. A lista completa dos municípios certificados está publicada no site www.unicef.org.br.

O Selo UNICEF Município Aprovado busca fortalecer as políticas públicas municipais que garantem os direitos da infância e adolescência. Ao todo, 399 municípios do Semiárido (AL, BA, CE, ES, MA, MG, PB, PE, PI, RN e SE) e da Amazônia Legal Brasileira (AC, AM, AP, MA, MT, PA, RO, RR e TO) foram reconhecidos pelos seus avanços na melhoria das condições de vida das crianças e dos adolescentes. No Semiárido, foram certificados 279 municípios, e 120, na Amazônia. Esses números correspondem a 22% do total dos 1.799 municípios que aderiram ao Selo em 2009.

Pacto Nacional

Durante a cerimônia, também foram renovados o Pacto Nacional Um mundo para a criança e o adolescente do Semiárido e a Agenda Criança Amazônia. Os dois compromissos buscam somar forças entre governo federal, governos estaduais, organizações da sociedade civil, organismos internacionais e empresas privadas para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio no Semiárido e na Amazônia.

Estiveram presentes no evento o Representante do UNICEF no Brasil, Gary Stahl; a Ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; a Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello; a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário; e a Ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; os Governadores Cid Gomes, do Ceará; Ricardo Coutinho, da Paraíba; Eduardo Campos, de Pernambuco; Wilson Martins, do Piauí; Rosalba Ciarlini, do Rio Grande do Norte; e Confúncio Moura, de Rondônia; e o Senador Cristovam Buarque, do Distrito Federal, além de prefeitos, conselheiros de direitos e articuladores municipais.

A partir da próxima semana, os municípios receberão os troféus e os certificados de reconhecimento e participação em cerimônias organizadas em cada uma das capitais dos Estados envolvidos.

Avanços no Semiárido

Além de fortalecer a gestão local e a participação social, o Selo avaliou a melhoria da situação da Saúde, Educação e Assistência Social nos municípios participantes do Selo.

  • O indicador que apresentou os maiores avanços foi o percentual de crianças alcançadas pelo Benefício de Proteção Continuada da Assistência Social que estão na escola. De 2008 a 2011, esse percentual passou de 23,2% para 61,3% entre os municípios inscritos no Selo no Semiárido. Aproximadamente 46,6 mil crianças com deficiência ingressaram na escola.
  • A queda da mortalidade infantil entre os municípios inscritos no Selo no Semiárido foi 58% maior do que nos demais municípios brasileiros. De 2007 a 2010, a queda desse indicador para os municípios participantes do Selo foi de 18,4%. Isso significa que 1.836 crianças deixaram de morrer no primeiro ano de vida. Nos municípios certificados, a queda foi ainda maior: 23,3%. No mesmo período, a taxa nos demais municípios do País caiu 11,6 %.
  • O acesso ao pré-natal aumentou 19,4% entre os municípios inscritos no Selo, enquanto nos demais municípios brasileiros o aumento foi de 8,5%. De 2007 a 2010, o percentual de nascidos vivos de mulheres com sete ou mais consultas de pré-natal passou de 42,1% para 50,26%.
  • O abandono escolar caiu 41,2%. De 2007 a 2011, a taxa de abandono no ensino fundamental dos municípios inscritos passou de 7,0% para 4,0%. Nos municípios certificados, a queda foi ainda maior: 48,2%.
  • A distorção idade-série caiu 15% entre os municípios inscritos no Selo. Esse indicador mede a adequação entre a idade do aluno e a série na qual está matriculado. O percentual passou de 50,5% em 2007 para 42,9% em 2011. Nos municípios certificados, a queda foi ainda maior: 17,8%. No mesmo período, a taxa nos demais municípios do País caiu 12,8 %.
  • A taxa de cobertura de Centros de Referência da Assistência Social (Cras) aumentou 15,1% entre os municípios participantes. Passou de 76,1% em 2008 para 87,6% em 2011. Nos municípios certificados, a melhora foi ainda maior: 19,5%.

 

Avanços na Amazônia

Além de fortalecer a gestão local e a participação social, o Selo avaliou a melhoria da situação da Saúde, Educação e Assistência Social nos municípios participantes do Selo.

  • O percentual de crianças alcançadas pelo Benefício de Proteção Continuada da Assistência Social que estão na escola foi o indicador que mais avançou. De 2008 a 2011, passou de 21,9% para 59,7% entre os municípios inscritos no Selo na Amazônia. Aproximadamente 25,9 mil crianças com deficiência retornaram à escola.
  • A taxa de mortalidade infantil caiu 6,8%, entre os municípios inscritos no Selo na Amazônia, de 2007 a 2010. Isso significa que quase 511 crianças deixaram de morrer no primeiro ano de vida. Nos municípios certificados, a queda foi ainda maior: 12,7%.
  • O acesso ao pré-natal aumentou 16,4% entre os municípios inscritos no Selo na Amazônia, enquanto nos demais municípios brasileiros o aumento foi de 10,1%. De 2007 a 2010, o percentual de nascidos vivos de mulheres com sete ou mais consultas de pré-natal passou de 30,6% para 35,6%.
  • O abandono escolar caiu 47,2%. De 2007 a 2011, a taxa de abandono no ensino fundamental dos municípios inscritos no Selo na Amazônia passou de 6,5% para 3,4%. Enquanto a redução nos demais municípios brasileiros foi de 41,1%.
  • A distorção idade-série caiu 19,4% entre os municípios participantes do Selo. A adequação entre a idade do aluno e a série na qual está matriculado passou de 47,0% em 2007 para 37,9% em 2011. No mesmo período, a taxa nos demais municípios do País caiu 12,6 %.
  • A taxa de cobertura de Centros de Referência da Assistência Social (Cras) aumentou 29,7% para os municípios participantes. Esse indicador passou de 67,4% em 2008 para 87,4% em 2011. Nos municípios certificados, a melhora foi ainda maior: 30,2%.

Mais informações:

Assessoria de Comunicação do UNICEF
Ida Pietricovsky Oliveira
Telefone: (91) 8128 9022
E-mail: ipoliveira@unicef.org
Immaculada Prieto
Telefone: (98) 8111 7492
E-mail: iprieto@unicef.org

Letícia Sobreira
Telefone: (61) 3035 1917
E-mail: lsobreira@unicef.org

Alexandre Magno de A. Amorim
Telefone: (61) 3035 1947 ou (61) 8166 1636
E-mail: aamorim@unicef.org

Santafé Ideias
Yasmine Karysia
E-mail: yasmine@santafeideias.com.br
Telefone: (61) 3225 7065 ou (61) 8179 8667

O que é o Selo

Iniciada em 1999, no Ceará, a experiência do Selo UNICEF Município Aprovado foi expandida para todo o Semiárido Brasileiro em 2004, após a assinatura do Pacto Nacional Um mundo para a criança e o adolescente do Semiárido. Com duração de dois anos, as edições de 2006 e 2008 mobilizaram municípios dos 11 Estados da região: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Em 2009, a metodologia estendeu-se para quatro anos e chegou à Amazônia Legal Brasileira. Assim, mais nove Estados, signatários da Agenda Criança Amazônia, foram envolvidos: Acre, Amapá. Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Para conquistar o Selo UNICEF Município Aprovado, o município aderiu à iniciativa em 2009 com o compromisso do gestor municipal em avançar na garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Durante os anos seguintes, participou de atividades de capacitação técnica, recebeu material metodológico e orientação para desenvolver um Plano Municipal de Ação a partir da análise de um conjunto de indicadores de Impacto Social e Gestão de Políticas Públicas. O município também desenvolveu atividades de Participação Social, envolvendo principalmente as crianças e os adolescentes, além de promover fóruns com a comunidade.

Agora, em 2012, o Selo está sendo conquistado pelos municípios que melhoraram em, pelo menos, 15 indicadores num total de 33 indicadores dos Eixos de Impacto Social e Gestão de Políticas Públicas, além de ter pontuado em pelo menos três das atividades de Participação Social.

Saiba quais foram os 399 municípios ganhadores do Selo UNICEF Edição 2009-2012 em http://www.unicef.org/brazil/pt/media_24593.htm


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Comitê da ONU aprova texto para acabar com a mutilação genital feminina

November 28, 2012 22:00, von Unbekannt - 0no comments yet

Facas cerimoniais utilizadas em MGF / E por membros da sociedade Bondo em Serra Leoa. Foto: IRIN / Bryna HallamOs Estados-Membros das Nações Unidas aprovaram, nesta segunda-feira (26), pela primeira vez um projeto de resolução que visa acabar com a prática nociva da mutilação genital feminina, em um movimento aclamado pelo Secretário-Geral, Ban Ki-moon, como um grande passo em direção à proteção de milhões de mulheres e meninas.

O texto foi aprovado por consenso pelo Terceiro Comitê da Assembleia Geral, que lida com as questões sociais, humanitárias e culturais, e poderá ser adotada pela Assembleia no próximo mês. Além de exigir que Estados tomem medidas para proteger as mulheres e meninas e acabar com a impunidade da prática, o texto também sugere a designação do dia 6 de fevereiro como o Dia Internacional de Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina.

A mutilação genital feminina/excisão (MGF/E) refere-se a diversas práticas nocivas que envolvem o corte dos genitais femininos por razões não médicas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo vivem atualmente as consequências desta prática.

“Estou ansioso para que a Assembleia adote a presente resolução, o que marcaria um passo importante na proteção das mulheres e das meninas e acabe com a impunidade dessa prática”, afirmou o Secretário Geral, Ban Ki-moon, ontem (28), durante o evento que marcou o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.

Nos últimos três anos, cerca de oito mil comunidades em todo o mundo, incluindo 15 países africanos, abandonaram a prática, de acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Só no ano passado duas mil comunidades declararam que não vão mais permitir  a continuidade desta violação de direitos humanos.


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