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Mineiraço: A vitória do trabalho duro em equipe contra a “esperteza” e o marketing

9 de Julho de 2014, 7:51 , por Bertoni - 0sem comentários ainda | No one following this article yet.
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O Amigo Luiz Rodriguez nos enviou por e-mail o artigo abaixo com este mensagem:

Ia escrever um texto, mas alguém já escreveu.

Há menos de um ano participei de uma experiência de uma construção coletiva. Foi fantástico e agora a gente vê este jogo entre Alemanha e Brasil. 

Vocês perceberam a troca de passes e os deslocamentos, onde um sabia onde o outro estava pela seleção alemã?

Como o trabalho coletivo é eficiente e eficaz, isto merece esta reflexão, vejam texto:

Mineiraço: A vitória do trabalho duro em equipe contra a “esperteza” e o marketing

Por Conceição Lemes 

Alemanha 7 x Brasil 1.

Vexame absoluto.

Foi a pior derrota do Brasil na história das Copas.

Hora de reformular o futebol brasileiro.

A função da verdade é aparecer. Hoje isso aconteceu. Sem maquiagem.

No Brasil, quando os jovens talentos despontam, ainda meninos são vendidos para o exterior.

São eles que integram a seleção brasileira. Jogadores que atuam fora do Brasil, em diferentes times, e que, de vez em quando, se reúnem para jogar juntos.

Diferentemente do que acontece com a seleção alemã, cujos integrantes estão jogando e, sobretudo, treinando — muito! — há seis anos.

Além disso, os alemães são uma equipe colaborativa, não individualista. Jogam por e para um time. E não por uma marca ou contrato. E o Brasil?

Resultado: um time bem preparado, bem treinado, ganhou o jogo de lavada.

Foi a vitória do trabalho duro em colaboração contra a “esperteza” e o individualismo histórico, atávico.

Marketing não ganha jogo. Ganha dinheiro.

Haverá vergonha  e vontade suficientes para o Brasil conquistar o terceiro lugar?

***********

Algumas considerações de Adilson Filho antes do desastre da seleção brasileira nesta terça-feira, em Belo Horizonte

por Adilson Filho

“A Alemanha troca 224 passes a mais que o Brasil por jogo. Eu disse mais de 200 passes! São números impressionantes.

O jogo contra a Colômbia foi o mais faltoso até agora e o Brasil cometeu a maioria das 54 faltas daquela partida. (Não precisa ser nenhum gênio pra saber que num jogo truncado e “sem bola” as chances de sair uma jogada mais perigosa aumentam).

A seleção brasileira é, então, a mais faltosa da Copa e a que menos troca passes em seu meio campo. Esses dados são denunciativos do que o treinador transformou esse time, e por extensão o futebol brasileiro aos olhos do mundo. A seleção, que outrora encantou os amantes do futebol com seu jogo vistoso e imponente, hoje é o reflexo de um sujeito ultrapassado que joga, preferencialmente, pra neutralizar o adversário, e isso sequer na base da ocupação de espaços, mas na da chegada dura que prende o jogo a todo instante.

Vive da garra, da pegada e da força de suas lideranças de contenção.

Isso pode ganhar Copa do mundo? Pode.

Isso traz confiança? Diria que depende do ponto de vista…

Se perder será uma “tragédia”? Tragédias (aspas) no mundo do futebol são aquelas que pegam a gente de surpresa.

Se ganhar terá seus méritos? A meu ver todos, pois uma equipe campeã, que tenha se valido de qualquer coisa permitida pelo esporte, deve sempre ser louvada; e esses 23 atletas que ali estão dando seu máximo não têm a menor obrigação de agradar a nós, torcedores saudosistas”.

PS do Viomundo:  Torcedores brasileiros, alguns poucos, foram retirados  do estádio depois de ameaçar os alemães. Por medida de segurança, a torcida alemã foi orientada a permanecer nos assentos até a saída dos brasileiros do estádio.

Leia também:

Os brasileiros que sugeriram estuprar filha de zagueiro


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