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Diógenes Brandão

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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Qual o perfil do jornalista brasileiro?

30 de Novembro de 2018, 0:12, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

O portal Comunique-se faz uma pesquisa com 26 mil jornalistas que atuam em veículos de comunicação no Brasil. Os dados são utilizados pela Apex em suas ações de relacionamento com imprensa e influenciadores. 

Se você é um, acesse a pesquisa.


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Helder Barbalho vai à Inglaterra fazer curso de gestão. Aqui, manda fatiar o governo

27 de Novembro de 2018, 19:40, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

O governador eleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), está na Inglaterra, onde participa junto com mais oito (08) governadores eleitos, de uma espécie de "curso" de gestão pública na Universidade de Oxford. Além deles, a turma de alunos envolve outras 56 autoridades, entre elas, políticos de vários partidos, empresários e especialistas para discutirem propostas que possam ser aplicadas nos próximos mandatos para melhorar a qualidade da área de recursos humanos dos seus governos.

Diferente daqui, onde a maior parte dos escalados para compor o alto escalão do governo, na Inglaterra há um programa de seleção e atração de jovens das melhores universidades para trabalhar no governo. Exemplo disso é o chefe do RH, com posição de alta relevância no governo inglês, onde acompanha os 4 mil principais cargos de liderança de todos os ministérios. 

No Pará, Helder Barbalho escalou Parsifal Pontes, como coordenador da equipe de transição. Indicado por Jader Barbalho, pai do governador Helder Barbalho, Parsifal serve de uma espécie de tutor político do filho do senador, que o escolheu por confiar em sua maturidade e capacidade de agir com frieza, ao invés de tomar decisões no calor das emoções.


Parsifal coordenou a campanha de Helder Barbalho em 2014, quando ele perdeu as eleições para Simão Jatene (PSDB), que governa o Pará até o fim deste ano. Blogueiro e com uma vasta experiência política, Parsifal Pontes tem batido cabeça para agregar os interesses de todos que o procuram em busca dos espaços prometidos por Helder Barbalho, durante a formação de sua chapa, composta por 17 partidos e todos os demais que foram seduzidos a apoiá-lo no segundo turno das eleições.

Se na Inglaterra, boa parte dos assessores e principais gestores são escolhidos por sua capacidade técnica, no futuro governo do Estado, os interesses partidários e do debate feito no varejo, onde cada prefeito, vereador, empresário ou liderança política teve a promessa de cargos de DAS, no governo, o ensinamento que o futuro governador do Pará recebeu nestes dois dias, de nada adiantarão. Pelo menos sobre a 'disciplina' Governe com os melhores e não com os que cobram cargos e poder pelo apoio político.


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Helder Barbalho vai à Inglaterra fazer curso de gestão pública. Aqui, manda fatiar o governo

27 de Novembro de 2018, 19:37, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

O governador eleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), está na Inglaterra, onde participa junto com mais oito (08) governadores eleitos, de uma espécie de "curso" de gestão pública na Universidade de Oxford. Além deles, a turma de alunos envolve outras 56 autoridades, entre elas, políticos de vários partidos, empresários e especialistas para discutirem propostas que possam ser aplicadas nos próximos mandatos para melhorar a qualidade da área de recursos humanos dos seus governos.

Diferente daqui, onde a maior parte dos escalados para compor o alto escalão do governo, na Inglaterra há um programa de seleção e atração de jovens das melhores universidades para trabalhar no governo. Exemplo disso é o chefe do RH, com posição de alta relevância no governo inglês, onde acompanha os 4 mil principais cargos de liderança de todos os ministérios. 

No Pará, Helder Barbalho escalou Parsifal Pontes, como coordenador da equipe de transição. Indicado por Jader Barbalho, pai do governador Helder Barbalho, Parsifal serve de uma espécie de tutor político do filho do senador, que o escolheu por confiar em sua maturidade e capacidade de agir com frieza, ao invés de tomar decisões no calor das emoções.


Parsifal coordenou a campanha de Helder Barbalho em 2014, quando ele perdeu as eleições para Simão Jatene (PSDB), que governa o Pará até o fim deste ano. Blogueiro e com uma vasta experiência política, Parsifal Pontes tem batido cabeça para agregar os interesses de todos que o procuram em busca dos espaços prometidos por Helder Barbalho, durante a formação de sua chapa, composta por 17 partidos e todos os demais que foram seduzidos a apoiá-lo no segundo turno das eleições.

Se na Inglaterra, boa parte dos assessores e principais gestores são escolhidos por sua capacidade técnica, no futuro governo do Estado, os interesses partidários e do debate feito no varejo, onde cada prefeito, vereador, empresário ou liderança política teve a promessa de cargos de DAS, no governo, o ensinamento que o futuro governador do Pará recebeu nestes dois dias, de nada adiantarão. Pelo menos sobre a 'disciplina' Governe com os melhores e não com os que cobram cargos e poder pelo apoio político.


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MP arquiva denúncia contra Márcio Miranda. Helder Barbalho e Armando Brasil serão processados

23 de Novembro de 2018, 13:10, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

Há menos de um mês depois da eleição, o Ministério Público do Estado do Pará determinou o arquivamento do processo em que o promotor militar Armando Brasil, baseado em uma falsa denúncia publicada pelo jornal Diário do Pará e posteriormente em todos os veículos de comunicação da RBA - Rede Brasil Amazônia, pertencente à família do governador eleito Helder Barbalho. A falsa denúncia foi amplamente utilizada contra Márcio Miranda, o principal concorrente de Helder Barbalho nas eleições deste ano.

A Procuradoria-Geral de Justiça atestou que não houve irregularidade no processo em que Márcio Miranda foi encaminhado para a reserva da Polícia Militar, tal como foi amplamente divulgado pelos veículos de comunicação do Estado e repetido à exaustão pelo então candidato Helder Barbalho, tanto em debates, quanto no horário eleitoral de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, durante os meses de campanha. 

Além disso, até no dia do segundo turno das eleições, onde foi eleito governador, as emissoras de rádio e TV da família de Helder Barbalho martelaram a versão de que Márcio Miranda havia cometido o crime de improbidade administrativa, o que agora foi desmascarado definitivamente pelo Ministério Público do Estado.

Além de diversas matérias, charges depreciativas e notinhas plantadas nas demais edições e cadernos do jornal, a família Barbalho repetiu, em sucessivas capas do Diário do Pará, manchetes sensacionalistas, estampando de forma insistente, a falsa denúncia, - seguindo a velha máxima da propaganda nazista, de que uma mentira repetida mil vezes, torna-se verdadeira - que agora foi arquivada pela ausência de qualquer irregularidade por parte do denunciado, Márcio Miranda, adversário de Helder Barbalho, o candidato eleito e herdeiro do império de comunicação que controla a informação consumida pela maioria da população paraense, através de emissoras de rádio, TV, jornal impresso e portal na Internet.

Capa do Diário do Pará, do dia 09/08/2018 traz em sua manchete a denúncia feita pelo Promotor Armando Brasil.

Capa do Diário do Pará, do dia 12/08/2018 traz em sua manchete a denúncia feita pelo Promotor Armando Brasil.

Capa do Diário do Pará, do dia 12/08/2018 traz em sua manchete a denúncia feita pelo Promotor Armando Brasil.

Procurado pelo blog, o candidato Márcio Miranda disse que ainda estuda como procederá judicialmente, tanto contra o Promotor Armando Brasil, que instaurou o inquérito, quanto contra Helder Barbalho. Ainda como deputado estadual e presidente da ALEPA, Márcio Miranda é possível que venha a processar Armando Brasil e Helder Barbalho por injúria, calúnia e difamação.

A assessoria de Helder Barbalho não respondeu ao blog, os pedidos de informações sobre o posicionamento do governador eleito, após a decisão judicial que arquivou a denúncia, a qual prejudicou a imagem de seu principal opositor no pleito eleitoral em que ele, Helder Barbalho, saiu vitorioso. 

Veja a cópia da decisão que inocentou Márcio Miranda da acusação de ter se aposentado antes do tempo legal e de receber indevidamente o saldo de sua aposentadoria da Polícia Militar, onde atuou como médico.








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Guerra de acusações no MP do Pará

23 de Novembro de 2018, 12:39, por AS FALAS DA PÓLIS

Marcos Antônio voltou à carga contra Gilberto Martins e disputa eleitoral pelo comando do MPPA segue em ritmo de guerra.


Por Rita Soares, via Conexão AMZ

Marcada para o próximo dia 4 de dezembro, a eleição para escolha dos nomes que vão compor a lista tríplice de onde sairá o próximo chefe do Ministério Público do Estado do Pará está acirrando os ânimos. Houve um aumento expressivo na fissura entre grupos rivais que disputam o comando do órgão responsável por fiscalizar o cumprimento das leis, investigar e denunciar pessoas físicas, empresas e autoridades públicas.  

A maior rivalidade se dá entre o atual procurador-chefe, Gilberto Valente Martins, e seu antecessor, Marcos Antônio Ferreira das Neves.  

Valente concorre à reeleição. Marcos Antônio teve o pedido de candidatura negado porque já foi procurador-chefe por dois mandatos e, pelas regras do MP, só poderá se candidatar novamente dois anos após a saída do cargo, ou seja, abril do ano que vem. Marcos Antônio recorreu da decisão ao Conselho Nacional do Ministério Público, mas, por enquanto, fora da disputa, apóia a promotora Fábia de Melo Fournier.  

Nesta semana, Marcos Antônio voltou à carga contra Gilberto Martins. Apresentou ao próprio Ministério Público notícia-crime contra Martins, acusado pelo crime de peculato (apropriação de recursos públicos). A pena varia de dois a 12 anos de prisão.  

Na notícia- crime, Marcos Antônio acusa a esposa de Valente, Ana Rosa Figueiredo Martins, de ter sido funcionária fantasma da Câmara Municipal de Belém (CMB). Ao longo de quase dois anos, de acordo com a denúncia, Ana Rosa acompanhou o marido, que então fazia mestrado em Portugal.

A arquiteta Ana Rosa é funcionária concursada da Prefeitura de Belém e, na época,  estava cedida para a CMB, de onde teria continuado a receber os salários mesmo distante de Belém, de acordo com a denúncia. “A conduta é gravíssima por se tratar de um membro do Ministério Público. É estarrecedora porquanto é de todos consabido que o Primeiro Noticiado (Gilberto Valente ) se apresenta como paladino da moralidade, linha de frente do combate à corrupção”, alfineta Marcos Antônio na denúncia protocolada na terça-feira, 20.  

Segundo o ex-procurador-chefe, o benefício para Ana Rosa teria sido concebido pelo então prefeito Duciomar Costa após pressão de Gilberto Martins que, na época, comandava o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Para ele, Martins se beneficiou da fraude, uma vez que “os valores vieram a integrar o patrimônio do casal”.  

Procurador-chefe se defende 

Em entrevista à Conexão AMZ, o atual procurador-chefe e candidato à reeleição, Gilberto Valente, garante que a parte do período em que Ana Rosa ficou em Portugal foi referente a férias e licenças-prêmio a que tinha direito. “Minha saída do Brasil (em 2008) se deu por uma decisão do Conselho de Procuradores. Eu havia atuado em uma investigação que envolvia muitos agentes de segurança e houve um entendimento de que corria riscos se permanecesse aqui. Justamente por ser minha esposa, a Ana Rosa jamais teve qualquer benefício e até foi prejudicada, porque não conseguiu licença para viajar. Por isso, mesmo sendo uma mudança por questões de segurança, usou férias e licenças”.  

Martins admite, contudo, que dos 14 meses em que Ana Rosa permaneceu em Portugal, um pequeno período, cerca de quatro meses, ficou a descoberto, ou seja, ela estava de licença sem vencimentos, mas, por um erro, a Prefeitura fez o pagamento da remuneração. A questão, segundo ele, só foi verificada em fevereiro deste ano, por iniciativa da própria Ana Rosa, quando fez a contagem do tempo de serviço para a aposentadoria. “Por uma iniciativa própria, o problema foi encontrado e ela fez um depósito (de cerca de R$ 11 mil) reembolsando a Prefeitura. Faltou a este senhor apurar corretamente o fato”, diz Valente que atribui o pedido de Marcos Antônio, oito anos após o retorno do casal ao Brasil, às desavenças entre eles e ao período eleitoral no MP.  

“Lamentavelmente só tomei conhecimento do fato agora. O caso é relevante e cabem ações criminais e disciplinares, por isso, a notícia crime”, rebate Marcos Antônio.  

Contra-ataque Gilberto 

Valente contra-atacou com uma denúncia de uso de policiais por parte de Marcos Antonio para fazer segurança privada de um posto de combustíveis que pertenceria à esposa Lauricéia Barros Ayres. O caso foi o registrado em abril de 2017, quando Marcos Antonio ainda era procurador chefe.  

Na ação, o atual procurador-geral do MP pede que o ex reembolse os cofres públicos em R$ 100 mil pelos serviços dos policiais que também atuariam no transporte de valores de uma casa lotérica da mulher de Marcos Antônio. O ex-procurador classifica a denúncia de leviana. Diz que a mulher fazia “jus à segurança”. “Ela estava no local e tinha direito à segurança porque eu tinha cargo de representação”, diz.  

Mudança no calendário eleitoral foi a primeira batalha 

As eleições para procurador-geral em muito se assemelham às disputas em pequenos municípios, onde candidatos e eleitores se conhecem e têm contato direto. O colégio eleitoral é formado pelos promotores e procuradores. Neste ano, 347 estão aptos a votar e as disputas já extrapolaram os muros do Ministério Público, sofrendo reflexos da rixa política ente o tucano e atual governador Simão Jatene (PSDB) e o governador eleito Helder Barbalho (MDB).  

Prevista para março de 2019, a data da eleição foi alterada por um projeto de autoria do atual procurador-chefe  e aprovado pela Assembléia Legislativa do Pará, após uma guerra de liminares e de ações junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).  

Ao defender a mudança de data, Valente argumenta que a antecipação para dezembro seguiu o calendário tradicional do MP e dará mais tempo para a transição. “Quando fui nomeado, tive apenas 14 dias para nomear assessores. Não é lógico”.  

O fato é que a antecipação dá a Jatene o poder de nomear o próximo procurador-chefe e a base aliada do atual governador apoiou o projeto. Surgiram, então, acusações de que a manobra teria como objetivo blindar Jatene de futuros processos no MP. “Ao deixar o cargo, o atual governador perde a prerrogativa de foro e não será investigado pelo procurador-geral, mas por um promotor. Aliás, a eleição e  nomeação em dezembro são justamente para que o procurador-geral tenha independência em relação ao governador que está entrando”, afirma Valente.  

Cinco na disputa 

Cinco candidatos disputam as três primeiras colocações para formar a lista que será enviada ao governador do Pará, a quem cabe a palavra final sobre quem será nomeado.  Concorrem os procuradores Gilberto Valente Martins, Nelson Medrado e Cândida de Jesus Pinheiro Nascimento e os promotores Fábia de Melo Fournier e José Maria Costa Lima Junior.  

Costuma ser praxe que o chefe do Executivo escolha o nome mais votado, mas não há uma regra. Na última disputa, o atual governador Simão Jatene surpreendeu. Nomeou Gilberto Martins Valente, que o foi o segundo colocado atrás do promotor César Mattar.  

O mandato de chefe do MP é de dois anos. O órgão tem orçamento anual de R$ 500 milhões. 
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Bancada do Microfone: quem é o jornalista milionário que derrotou Dilma Rousseff?

17 de Novembro de 2018, 14:10, por AS FALAS DA PÓLIS

Carlos Viana superou Dilma Rousseff nas urnas (Imagem: divulgação)


Indo contra os números de pesquisas eleitorais, a ex-presidente da República ficou de fora da lista de eleitos para o Senado. 


Carlos Viana, integrante do PHS e jornalista com carreira no rádio e na TV de Belo Horizonte, venceu Dilma Rousseff nas urnas.


Portal Comunique-se apresenta a primeira reportagem sobre comunicadores eleitos para o Congresso Federal. É a Bancada do Microfone 


Presidente da República que sofreu impeachment em 2016, Dilma Rousseff seria eleita senadora pelo PT de Minas Gerais. O “seria” ficou por conta de institutos de pesquisas, como o errante Datafolha. Abertas as urnas, o resultado foi diferente. A petista amargurou a quarta colocação e perdeu a oportunidade de integrar o Congresso a partir de fevereiro de 2019. Para o Senado, o atual deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM) foi o que mais recebeu votos dos mineiros. A segunda vaga ficou com um representante da Bancada do Microfone que se formará em Brasília: o jornalista Carlos Viana (PHS).  

Integrante do Partido Humanista da Solidariedade desde abril, Carlos Viana revelou o desejo de se tornar senador desde o momento de sua filiação. Missão que para ser alcançada contou com um cabo eleitoral de peso. Ex-presidente do Atlético Mineiro e figura do PHS mais conhecida nacionalmente, Alexandre Kalil chegou a se licenciar da prefeitura de Belo Horizonte para ajudar na campanha do jornalista. Em busca de uma das cadeiras para representar Minas Gerais no Senado, o comunicador, por sua vez, teve que abrir mão de seus dois empregos. Deixou a Record TV, onde apresentava o ‘MG Record’. Também se despediu dos ouvintes da Rádio Itatiaia, veículo em que comandava o ‘Plantão da Cidade’ (mas voltou à emissora na segunda-feira, 8).

No rádio e na TV

Natural de Braúnas (MG), cidade de 5 mil habitantes no Vale do Aço, o jornalista recém-eleito senador tem vasta experiência na imprensa. Dos 55 anos de vida, 23 foram dedicados ao trabalho em veículos de comunicação. Ao longo da carreira, Carlos Viana passou por jornais e revistas, sendo, inclusive, contratado dos Diários Associados. Fora do impresso, soma passagens por emissoras de rádio e televisão. Tem no currículo serviços para Rede Minas, Globo Minas, TV Alterosa (afiliada do SBT) e a já mencionada Record TV. Fora de Minas Gerais, o jornalista trabalhou na Rede Bahia (afiliada da Globo). Em 2004, experiência internacional: foi editor-chefe do National The Brazilian Newspaper, informa o Estado de Minas. No dial, é desde 2006 uma das principais vozes da Rádio Itatiaia, emissora AM sediada em Belo Horizonte.

Carlos Viana se formou jornalista aos 32 anos. Ele decidiu cursar comunicação porque desejava ser porta-voz da empresa em que trabalhava, a Lufthansa-Linhas Aéreas Alemãs.

A formação acadêmica e a vida profissional do senador eleito não se resumem à comunicação social. Carlos Viana é especializado em estratégia pelo Centro de Pós-Graduação e Pesquisas em Administração da Universidade Federal de Minas Gerais (Cepead-UFMG). Trabalhou como professor universitário, passando por Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH) e Centro Universitário Newton Paiva. Além de tudo, ele se define como otimista. “Muita gente me pergunta quem é Carlos Viana. Eu digo, com muita sinceridade e humildade, que Carlos Viana é um otimista por natureza”, diz o jornalista em vídeo.




Jornalista milionário 

Eleito senador, Carlos Viana foge à regra da profissão. Ele é, oficialmente, um jornalista milionário. Ao registrar sua candidatura junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou ter bens avaliados em R$ 4 milhões. Entre os itens estão quatro apartamentos, com valor venal de R$ 1,9 milhão, R$ 288 mil, R$ 152 mil e R$ 133 mil. Há, ainda, quatro terrenos, uma casa (de R$ 492 mil) e uma sala comercial (R$ 420 mil). Por outro lado, quem se deparar com as contas bancárias do político-comunicador pode se assustar com as operações. Consta, entre os bens, depósito bancário em conta corrente no valor de um centavo. Há, ainda, movimentações de R$ 99,27 e R$ 10. De aplicação de renda fixa, soma R$ 80,38. Em contato com a reportagem do Portal Comunique-se, ele avisa: também tem dívidas e muitos dos imóveis foram conquistados por meio de consórcios.  

No Senado, os eleitores podem esperar pela atuação de um defensor da “democracia, economia liberal e liberdade de imprensa”. É o que avisa o parlamentar eleito em seu perfil no Twitter. Eleito que fez questão de colocar a profissão que exerce na urna. No último domingo, 7, mais de 3,5 milhões de mineiros digitaram 310 e confirmaram. Eles foram os responsáveis por eleger o Jornalista Carlos Viana como representante do estado no Distrito Federal.  

Especial: Bancada do Microfone Antes das eleições, especial do Portal Comunique-se já apontava que 450 comunicadores galgavam um cargo político. Ao decorrer das próximas semanas, o site apresentará os perfis de alguns desses candidatos que obtiveram sucesso nas urnas. Acompanhem as próximas reportagens.
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Bolsonaro pode ter dado um golpe no governo cubano

15 de Novembro de 2018, 0:51, por AS FALAS DA PÓLIS

Jair Bolsonaro disse que Brasil vai dar asilo a quem quiser ficar.


O presidente eleito disse que o médico cubano que desejar ficar no Brasil, receberá asilo político

Ao anunciar que estava largando o programa Mais Médicos, o Ministério da Saúde Pública de Cuba pode ter imaginado que estaria dando um golpe fulminante no próximo governo brasileiro.  Afinal, de uma hora para outra, sem previsão, 8.332 profissionais cubanos serão obrigados a deixar mais de 24 milhões de brasileiros sem assistência médica. Só, em São Paulo, são 8,5 milhões.

Desses limões enviados por Cuba, no entanto, Jair Bolsonaro pode ter encontrado a receita para uma suculenta limonada.   

"Temos que dar o asilo às pessoas que queiram. Não podemos continuar ameaçando como foram ameaçadas no governo passado. Se eu for presidente (sic), o cubano que quiser pedir asilo aqui, vai ter", disse o sucessor de Michel Temer.  

Em português claro: ao propor acolhimento institucional ao profissional que deseja ficar, Bolsonaro pode ter aberto uma fenda de proporções oceânicas na política cubana.  

Uma conta importante: o Brasil gasta, por mês, R$ 95.984.640,00 com os cubanos. Dessa grana, R$ 70.988.640,00 ficam para o governo do presidente Miguel Díaz-Canel. Ou seja, mais de R$ 850 milhões anuais.  

Além de perder essa dinheirama, os herdeiros de Fidel Castro ainda correm o risco de passar pelo constrangimento de terem muitos médicos abandonando as regalias e encantos do regime socialista.     
De qualquer modo, Cuba pode retaliar, impondo restrições à saída dos familiares. Mas, aí, criaria uma monumental crise humanitária.   Resumo dessa rumba: Bolsonaro pode ter dado uma rasteira em Cuba.
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Com laudo da PF confirmando fraude na ata da convenção do PP, Jader e Zequinha podem não assumir seus cargos

14 de Novembro de 2018, 23:39, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

Eleitos senador e governador, pai e filho, Jader e Helder Barbalho já respondiam a diversos processos antes de disputarem as eleições deste ano, mas durante toda a campanha continuaram praticando crimes eleitorais e por isso, podem não assumirem os seus respectivos cargos.

Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (PSC) podem vir a terem canceladas as suas diplomações como senadores reeleitos, ou se diplomados, ter seus mandatos cassados. O motivo é claro e muito provável: Eles foram beneficiados pela adulteração de assinaturas de dirigentes do Partido Progressista, que retirou o nome de Mário Couto - até então candidato do PP - da ata da convenção partidária que homologou seu nome como candidato ao senado para fazer com que uma nova ata fosse feita declarando o apoio do PP a Jader Barbalho e Zequinha Marinho.

Logo depois da convenção do PP, realizada no mesmo dia e local em que o MDB lançou sua chapa, junto com mais 16 partidos, em apoio a Helder Barbalho, Mário Couto recorreu ao TRE-PA, mas foi vencido. Ingressou no TSE e também não teve êxito. 

Ontem, 13, o ex-senador esteve em Brasília, onde apresentou ao corredor nacional do TSE, o lado da Polícia Federal, que comprovou que a ata que retirou seu nome da convenção do PP foi adulterada. Com isso, uma grande reviravolta no tabuleiro político do Estado está prestes a acontecer. A menos que forças ocultas ajam no TRE-PA e na sede do TSE, em Brasília.

Amanhã o blog receberá documentos que comprovarão o aceite da denúncia contra Jader Barbalho e Zequinha Marinho em Brasília.
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Se tomar posse, Jader Barbalho levará o filho que fez caretas para a imprensa em 2011?

14 de Novembro de 2018, 20:19, por AS FALAS DA PÓLIS

Jader Barbalho decidiu levar a família à sessão extraordinária do Senado. Ao lado de Giovanna, o filho Daniel foi o centro das atenções durante a entrevista coletiva. 

Por Diógenes Brandão


No dia 30 de Dezembro de 2011, Daniel Barbalho, de 9 anos, disparou caretas para todos os lados depois de participar da posse do pai, o senador Jader Barbalho. Barrado pela Lei da Ficha Limpa por ter renunciado a um mandato de senador em 2001 para escapar de um processo de cassação, o senador paraense só conseguiu garantir o cargo depois que o Supremo Tribunal Federal permitiu que ele assumisse a vaga. Marinor Brito (PSOL) havia passado um ano como senadora, no lugar de Jader.







O garoto perguntou qual era a principal denúncia de um vereador do PMDB, e o senador corrigiu.    

"Filho, é senador". O garoto, então, retrucou. "Tanto faz, senador, vereador". Em tom de brincadeira, Jader respondeu. "Rapaz, tu não sabe o que é essa gente", falou ao filho, referindo-se aos jornalistas. Diante das risadas, o senador disse ao filho: "Depois eu te dou uma entrevista exclusiva em casa". 

As imagens entraram para os anais da política brasileira e hoje muitos se perguntam se Daniel, com 17 anos, irá participar da posse de seu pai, no seu mais novo mandato de senador da república, após uma eleição marcada por diversas denúncias de crimes eleitorais cometidas por ele e seu filho, o governador eleito do Pará, Helder Barbalho.
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Fábio Bentes é eleito o novo presidente do Clube do Remo

10 de Novembro de 2018, 19:46, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

O publicitário Fábio Bentes é o novo presidente do Clube do Remo.


As chapas e seus respectivos votos:

Chapa 10: Manuel Ribeiro e Hilton Benigno: 329 votos - 27,7%

Chapa 20: Fábio Bentes e Cláudio Jorge: 627 votos - 52,8%

Chapa 30: Marco Pina (Magnata) e Francisco Rosas: 230 votos - 19,4%

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Bolsonaro manda recado aos corruptos do Pará

9 de Novembro de 2018, 23:57, por AS FALAS DA PÓLIS

Bolsonaro avisa: Abre teu olho, hein! O Sérgio Moro vai pegar vocês.

Por Diógenes Brandão


Depois de algum tempo sem fazer as lives (Transmissões ao vivo pelas redes sociais), o presidente eleito Jair Bolsonaro reapareceu nesta sexta-feira, 09, direto de sua residência e acompanhado de uma intérprete de LIBRAS, para pincelar sobre diversos assuntos, mas o que mais chamou a atenção de um atento leitor do blog AS FALAS DA PÓLIS foi o trecho onde ele cita a prisão de pessoas envolvidas em esquemas de desvio de dinheiro da merenda escolar, tal como o primo do governador eleito do Pará, preso na manhã desta sexta-feira, acusado de integrar uma quadrilha que desviou mais de 40 milhões de reais que deveriam ser usados por prefeituras, na área da educação e saúde.

Leia também: Primo de Helder Barbalho ostenta com dinheiro e champanhe importada no exterior

Bolsonaro foi enfático ao destacar a notícia da prisão de diversas pessoas envolvidas em mais um escândalo envolvendo a família Barbalho: 

"Hoje mesmo prenderam um montão de gente. Desvio de merenda escolar, olha só! Roubando comida de criancinha de escola pública, filho de pobre, pow! Não dá pra continuar assim. O Sérgio Moro vai pegar vocês! Abre teu olho, hein! E ele, lá agora, ao contrário do que alguns estão falando por aí, ele pescava com varinha, agora vai pescar com rede de arrastão de 500 metros"

Assista o vídeo:


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Advogado do MDB joga dinheiro na privada para se livrar da Lava Jato

9 de Novembro de 2018, 19:22, por AS FALAS DA PÓLIS

Entre os beneficiários, estaria o deputado estadual João Magalhães, também da organização criminosa alojada no MDB.

Por Diógenes Brandão

Ligado ao vice governador de MG, Antônio Andrade (MDB), o advogado Mateus de Moura Lima Gomes, jogou uma quantia considerável de dinheiro na privada para tentar fugir do flagrante da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (9), durante desdobramento da Operação Lava Jato.  

Ex-diretor vice-presidente da Cemig, Mateus Moura teve mandado de prisão temporária decreto pela Justiça. Conforme fontes da investigação, ele é apontado como um dos operadores do MDB mineiro.  

Segundo a Lava Jato, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, repassou R$ 15 milhões ao vice governador Antônio Andrade. Em troca, Andrade atendeu aos interesses da empresa na época que ocupou o Ministério da Agricultura.  O dinheiro teria sido repartido para custear a campanha de parlamentares mineiros. Entre os beneficiários, estaria o deputado estadual João Magalhães, também da organização criminosa alojada no MDB.


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Primo de Helder Barbalho ostenta com dinheiro e champanhe importada no exterior

9 de Novembro de 2018, 18:40, por AS FALAS DA PÓLIS

Vereador de Belém, Jo estava presente na farra e exibiu maço de dinheiro, dentro de um veículo de luxo, com bedidas importadas


Por Diógenes Brandão

Um vídeo no Instagram de Felippe Barbalho, primo do governador eleito no Pará, Helder Barbalho chegou ao blog AS FALAS DA PÓLIS. Nele é possível ver um maço de dinheiro (dólares?) sendo exibido, com uma turma de amigos e amigas bebendo champanhe importado, dentro de um veículo de luxo, que aparenta ser um utilitário estilizado, que mais parece uma limousine. Pelo que tudo indica, o grupo estava em um país estrangeiro.

Segundo noticiado por diversos veículos de imprensa e blogs paraenses, o primo de Helder Barbalho, Felippe Barbalho e o deputado federal eleito Cristiano Vale (PR) receberam a batida da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (11). Eles foram alvos da operação Carta de Foral, que contou com o apoio da Receita Federal e CGU (Controladoria Geral da União). 

A ação policial investiga desvios de aproximadamente R$ 40 milhões, oriundos da educação básica e do Sistema Único de Saúde (SUS). Ou seja, dinheiro roubado da merenda das crianças que frequentam as escolas públicas, dos professores e demais funcionários, assim como dos remédios e demais insumos e profissionais que vivem em falta nos postos de saúde.

Segundo o blog do Jeso, os investigados na operação responderão pelos seguintes crimes: 

— Associação criminosa;
— Peculato; 
— Corrupção ativa e passiva; 
— falsidade ideológica; 
– Fraude à licitações e 
— Lavagem de dinheiro. 

VOLTANDO AO VÍDEO

O vereador de Belém, John Wayne (MDB) também aparece no vídeo da ostentação. É ele quem puxa um maço de dinheiro do bolso e bate no empresário Felippe Barbalho, que grava a cena em uma transmissão ao vivo pelo seu perfil no Instagram. 

Embalados e cantando a música Felices los 4, do cantor e compositor colombiano, Maluna, o grupo de amigos aparece no vídeo como se estivessem comemorando alguma conquista. Em um trecho da música, podemos traduzir assim:

E faremos mais uma vez 
O que é nosso não depende de um pacto 
Apenas aproveite e sinta o impacto 
O boom boom que te queima, esse seu corpo de sereia 
Fique tranquila, porque eu não acredito em contratos..

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Que burros Helder Barbalho nomeará como seus secretários?

9 de Novembro de 2018, 16:13, por AS FALAS DA PÓLIS


A pergunta foi feita por Jader Barbalho, durante um evento em Belém. A platéia foi ao delírio.

Por Diógenes Brandão 

O discurso de Jader Barbalho já chegava aos exaustivos vinte minutos, deixando a platéia de cerca de 300 pessoas, chateadas com o orador, que ao ser cutucado pelo mestre de cerimonia, pediu mais cinco minutos para contar uma história e recomeçou dizendo mais ou menos assim:

Abraham Lincoln contou um história que eu quero contar para vocês.

Um rei decidiu sair para caçar e perguntou a um dos seus ministros mais capacitados em previsões meteorológicas, se o tempo seria favorável. O ministro prontamente acenou que sim, a caçada poderia iniciar que o sol estaria perfeito.  

No caminho, o rei encontrou, montado em seu burrinho, um velho e o perguntou: Está um bom tempo para uma caçada? O velhinho então respondeu-lhe: 

Agora está, mas não tarda a cair uma baita chuva. 

Confiando em seu ministro, o rei perguntou como aquele velho sem estudos, poderia confrontar a orientação do seu ministro, estudioso de diversas ciências, inclusive meteorologia. O velho então disse que não era ele e sim o seu burro, pois toda vez que vai chover, o burro relincha, dá coices e faz o maior auê. 

Sentindo-se afrontado, o rei então mandou prender o velho e seu burro e seguiu em frente em sua caçada, mas a chuva realmente veio e acabou com a festa do egocêntrico rei, que demitiu o ministro palpiteiro e nomeou o burro em seu lugar.  

A partir de então, conta Abraham Lincoln, todos os burros querem assumir cargos importantes..

Ao finalizar a história, Jader Barbalho virou-se para o filho, Helder Barbalho, recentemente eleito governador do Pará e disse-lhe, ao microfone: Filho, veja bem que burros você nomeará para acompanhá-lo no futuro governo que você tem pela frente. 

A platéia rindo, o aplaudiu freneticamente, deixando o governador eleito, meio sem graça.

A pessoa que narrou o acontecimento, pediu anonimato e finalizou revelando que entre os presentes que testemunharam a cena hilária, a pergunta que ficou no ar foi: Quem serão os burros que o Helder Barbalho tem chamado para serem seus secretários estaduais?

O fato aconteceu nesta quinta-feira, 8, no Terminal de Contêineres do Porto de Belém, durante uma cerimônia em Belém, com a presença do ministro da Integração Nacional, Pádua Andrade, quando foram entregues 80 retroescavadeiras que devem reforçar a capacidade de trabalho de 58 prefeituras no Pará. Os recursos são oriundos das emendas da bancada paraense no Congresso.
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Inaugurada 08 anos depois de iniciada, a nova sede da FUNTELPA perdeu o nome de Walter Bandeira

8 de Novembro de 2018, 22:28, por AS FALAS DA PÓLIS



Por Diógenes Brandão

Batizado como Complexo Walter Bandeira, a nova sede da Fundação de Telecomunicações do Estado do Pará, a nossa FUNTELPA foi entregue aos paraenses no dia 24 de Outubro, quatro dias antes do segundo turno das eleições deste ano. 

Tendo sido iniciada ainda no governo de Ana Júlia (PT), a obra só foi concluída após 08 anos do governo de Simão Jatene (PSDB).

A placa que estava na frente do prédio foi retirada e levada para o 4° andar, onde funciona a rádio Cultura, que Walter Bandeira trabalhou desde a dedéca de 80, até junho de 2009, quando faleceu.

A homenagem feita por Regina Lima, ex-presidente da FUNTELPA e funcionários da autarquia, durou até ser sumariamente revogada pela atual gestão tucana.

Funcionários reclamam da forma com que a atual presidente da FUNTELPA, a jornalista Adelaide Oliveira, age em relação ao legado do governo petista. "Uma perseguição injustifiavel, que faz com que tudo que tenha sido feito pelo governo da Ana Júlia seja apagado ou escondido", revela a fonte que prefere não ser identificada.

Sendo uma autarquia pública e não uma empresa provada, fica a pergunta: Em qual reunião do Conselho curador foi decidido mudar o nome ou retirar a placa que homenageia Walter bandeira?

Resta saber se o governador eleito, Helder Barbalho (MDB) resgatará o nome do predio da FUNTELPA ou manterá as coisas do jeito que Simão Jatene deixou.
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