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Diógenes Brandão

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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Há menos de 06 meses: Carne estragada apreendida em Soure seria servida na merenda escolar

26 de Setembro de 2017, 3:19, por AS FALAS DA PÓLIS

A carne foi aprendida e o empresário que forneceria o produto para a prefeitura acabou preso.
Por Diógenes Brandão

O blog lembra que há menos de seis (06) meses atrás, a polícia apreendeu um caminhão repleto de carne estragada e que seria entregue na merenda escola de Soure.

A matéria do jornalista Dário Pedrosa, foi publicada no Diário do Pará, no dia 18 de Abril deste ano.

Leia: 

Carne estragada de merenda escolar é apreendida

Na manhã de segunda-feira (17) , cerca de 800 quilos de carne imprópria para consumo foram apreendidos em Soure, na Ilha do Marajó. O produto seria distribuído para as escolas municipais da região, pelo empresário vencedor da licitação para realizar o abastecimento, junto a prefeitura de Soure.   

O empresário proprietário da carne apreendida é Jaci Nunes do Carmo, natural de Salvaterra, município vizinho a Soure. No local os animais teriam sido abatidos e a carne beneficiada transportada de forma irregular em isopores e congeladeiras. Toda a carga sem o acondicionamento correto obrigatório. Após denúncia anônima, o chefe de operações Davison Wilker comandou a equipe de policiais civis de Soure que efetuou a abordagem ao veículo com material suspeito e o conduziu para a Depol de Soure, onde foram feitos os primeiros procedimentos.  

Uma equipe técnica da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) foi acionada para efetuar a inspeção do material e constatou que a carne já estaria imprópria para consumo, determinando a imediata incineração de todo carregamento. 

Segundo a Polícia, a carne não teria documentação, o que levanta a suspeita de ser de origem ilícita, agravando a situação do empresário que recebeu voz de prisão em flagrante e está a disposição da Justiça.  

Os lotes de carne apreendidos ainda estavam com as identificações das escolas municipais para onde seriam entregues e serviriam para a produção da merenda escolar de crianças e jovens de Soure.  

Em nota enviada na manhã desta terça-feira, a Prefeitura de Soure disse que realizou, no dia 14 do mês de Março, processo licitatório visando a aquisição de gêneros alimentícios para a merenda escolar, do qual saiu vencedora, no item carne, a empresa J.N. do Carmo - ME, cumprindo rigorosamente com todos os critérios para vencer o certame, com atestado de capacidade técnica e entrega de amostras devidamente verificadas pelo Nutricionista do Município, vinculado à Secretaria de Educação.

Ressalte-se que a empresa, até o presente momento, não entregou nem um quilo do produto licitado para o Município.  

A Prefeitura informa, ainda, que qualquer item só é recebido pela equipe do Município após a verificação de conformidade com a amostra apresentada no certame licitatório, bem como o item indicado na proposta vencedora, que no caso foi carne resfriada e embalada a vácuo, com o devido Selo de Inspeção.  

Ainda segundo a nota, o material destinado a merenda escolar é entregue, unicamente, na cozinha industrial, onde é preparada parte da merenda e feita a distribuição para as Escolas.  

A Prefeitura de Soure tomou conhecimento, através da imprensa, que o caminhão da empresa vencedora da licitação foi apreendido, não tendo responsabilidade nenhuma pois não chegou a receber o produto e as medidas administrativas, com o fim de resguardar os direitos da população sourense, já estão sendo tomadas pelo Município.  

(Com informações de Dário Pedrosa/Diário do Pará/Sucursal Marajó)
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População desenterra carne que prefeito de Soure mandou enterrar

25 de Setembro de 2017, 21:36, por AS FALAS DA PÓLIS

A cena de populares retirando peças de carne de dentro de um buraco, após ser descartada pela prefeitura chocou diversos internautas que comentam o fato nas redes sociais.

Por Diógenes Brandão.

Um caminhão frigorífico pertencente à prefeitura de Soure, município do Marajó (PA), sofreu um acidente na manhã desta segunda (25). O veículo teve uma das paredes de sua lateral rompida e toda a carga - dezenas de peças de carnes bovinas e suínas, dos animais abatidos no Matadouro Municipal - caiu na estrada por onde passava em direção aos açougues da cidade, onde seria vendida à população. 

No chão, a carne e a parede lateral do caminhão frigorífico que transportava a carne do abatedouro municipal de Soure.

A lateral do caminhão rompeu e cai deixando 30 mil reais de carne no chão.
Depois de ser levada de volta ao matadouro e ter passado por uma avaliação técnica da vigilância municipal, a carne recebeu um laudo que atestou que o produto estava em plenas condições para o consumo, mas segundo fontes do blog, o prefeito de Soure, Guto Gouvêa (PR) deu ordens para enterrar a carne. Ao saberem do fato, a população foi até o local e retirou todas as peças do buraco cavado por uma máquina da prefeitura. O prejuízo está estimado em volta de R$ 30.000.00 (Trinta mil reais). 

O blog tentou entrar em contato com o prefeito de Soure, que segundo fontes está em Belém, para que ele possa apresentar sua versão sobre o ocorrido, mas até o fechamento desta matéria ele não havia sido localizado. 

Em uma matéria do jornal Diário do Pará, publicada em Julho de 2013, percebe-se a dura realidade que Soure e demais municípios do Marajó atravessam.

Leia abaixo alguns trechos e aqui, a matéria completa:

IDH expõe abandono em que vive o Marajó

Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, o IDHM, estudo realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), revela que a qualidade de vida é um termo que passa longe da realidade do povo marajoara.

Para se ter ideia do quadro de miséria existente na região, 16 municípios da ilha, oito estão entre os 50 piores IDHs do Brasil. O IDH mede o nível de desenvolvimento humano de determinada região com base nos dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Utiliza como critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita).  O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo, os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto.  Abaixo de 0,499 são considerados Muito Baixos. 

O estudo divulgado ontem faz parte do trabalho “Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013”, elaborado pelo Pnud, que realiza este levantamento no Brasil pela terceira vez. Os primeiros foram divulgados em 1998 e 2003. Os dados deste ano foram feitos com base no Censo 2010. 

Além de Melgaço, os piores resultados do Marajó foram: Chaves (453), Bagre (471), Portel (483), Anajás (484), Afuá (489), Curralinho (502) e Breves (503). Estes estão na lista dos 50 piores resultados por municípios do Brasil.  

A baixa renda da população nesses municípios paraenses que ficaram entre os 50 piores do Brasil também influenciou na composição do índice. Para se ter uma ideia, o Atlas 2013 revelou que 90% dos municípios do Norte do Brasil estão na categoria de Baixo e Médio IDH. Apenas quatro municípios entre 449 tem IDHM Renda acima da média do Brasil.  

Marajó está abandonado pelo Estado

O baixo índice de Desenvolvimento Humano dos municípios do Marajó não chegou a surpreender. Há anos, a região, famosa pela riqueza da biodiversidade e pela belíssima paisagem, ocupa postos vergonhosos quando o assunto são os indicadores da qualidade de vida. “Esses dados refletem a carência total de políticas públicas para a região”, afirma o economista e professor da UFPA, Eduardo Costa.  

O destaque negativo desta vez ficou com Melgaço, que teve o pior IDHM do Brasil. Apenas 0,418 em um índice que vai de zero a um. De um modo geral, o Pará fez feio no ranking do IDHM, em especial no que diz respeito à educação. Entre os 52 piores indicadores nesse quesito, 12 são do Estado e desses, sete ficam no arquipélago.  

O economista destaca que desde 2008 está em discussão o Plano de Desenvolvimento do Marajó, mas as ações que poderiam mudar os indicadores da região não saíram do papel. “Para desenvolver o Marajó seriam necessários esforços dos três entes federados: União, Estado e municípios”, diz, afirmando que o principal alvo desse esforço deveriam ser os investimentos em educação.   Em Melgaço, os dados são assustadores. Metade da população de 24 mil habitantes não foi alfabetizada. No ensino médio, havia apenas 681 matriculados em 2010 quando os dados foram levantados. “É uma população que não tem projeto, expectativa de empregabilidade”.   

SEM PROJETOS  

Para o presidente da Federação das Associações dos Municípios Paraenses (Famep), Hélder Barbalho os números reforçam que há um equívoco no atual modelo de desenvolvimento econômico e social do Estado que tem promovido a concentração de renda e deixado regiões à margem. “Não existem projetos de desenvolvimento local”, diz. A Famep reúne prefeitos dos 144 municípios do Estado.  

O que falta para o plano para o Marajó fosse implantado? 

“Apenas alguns itens do plano foram contemplados, mas ainda existem muitas ações aguardando atendimento”, diz o presidente da entidade, para quem deveria ser criada uma Secretaria Estadual Extraordinária do Marajó para reunir todas as políticas voltadas para a região. “Os desiguais precisam ser tratados de forma diferenciada, com uma estratégia clara de melhorar a qualidade de vida no Marajó. Até quando o poder público ficará adiando uma solução sem apresentar resultados?”, indaga.  

Sem recursos, municípios vivem círculo da exclusão  

Também professor da Universidade Federal do Pará, Agenor Sarraf é de Melgaço e foi secretário de Educação do município. Ele diz que a falta de recursos condena o município a um círculo vicioso. “Não estou querendo isentar o poder público, mas há uma realidade difícil. Há baixa densidade demográfica e mais de 85% da população está no espaço rural. Então, seria necessária uma estrutura de barcos para reunir as crianças em uma escola e faltam recursos para barcos e combustível. Com isso, muitos chegam à adolescência e à idade adulta sem frequentar a sala de aula. As pessoas começam a trabalhar cedo, não conseguem estudar. O poder público precisa fazer frente a essa realidade”.  Em nota enviada à redação, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc), responsável pelo ensino médio, informou que ampliará o número de vagas com a construção de uma nova escola. Hoje o número de alunos matriculados chega a 951 estudantes.   

Também seriam oferecidas 101 vagas em quatro localidades mais distantes por meio do Sistema Organizado Modular de Ensino (Some). O município com metade da população que não sabe ler nem escrever aderiu ao Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), coordenado pela Rede Estadual de Ensino, executado pela Universidade Federal do Pará (UFPA).  

O prefeito do Melgaço, Adiel Moura de Souza, e o secretário de Educação, Onilson Nascimento, foram procurados, mas na tarde de ontem ninguém atendeu os telefones na sede da prefeitura e na secretaria.  Pará tem piores índices em educação e renda  Segundo o levantamento, de acordo com as faixas de desenvolvimento humano municipal adotadas pelo Atlas 2013, o Brasil, atualmente com Alto Desenvolvimento Humano, melhorou sua classificação em relação às edições anteriores. Em 2000, registrava Médio Desenvolvimento Humano e, em 1991, Muito Baixo Desenvolvimento Humano.  Cerca de 74% dos municípios brasileiros se encontra nas faixas de Médio e Alto Desenvolvimento. O restante, 25%, está entre aqueles que apresentaram Baixo ou Muito Baixo Desenvolvimento Humano, um total de 1.431. A região Nordeste ainda é a que concentra o maior número de municípios no grupo de Baixo Desenvolvimento Humano (61,3%). No Norte do país, estes somam 40,1%.  Entre as que registram o maior número de municípios na Faixa de Alto Desenvolvimento Humano estão as regiões Sul (64,7%) e Sudeste (52,2%). O Centro-Oeste e o Norte aparecem como as regiões com maior número de municípios classificados com Médio Desenvolvimento Humano. Registraram, respectivamente, 56,9% e 50,3% nesta categoria.  

EDUCAÇÃO  

Para a avaliação da educação, o cálculo do IDH municipal considera dois indicadores com pesos diferentes. A taxa de alfabetização de pessoas acima de 15 anos de idade tem peso dois e a taxa bruta de frequência à escola peso um. O primeiro indicador é o percentual de pessoas com mais de 15 anos capazes de ler e escrever um bilhete simples, considerados adultos alfabetizados. O calendário do Ministério da Educação indica que, se a criança não se atrasar na escola, ela completará esse ciclo aos 14 anos de idade, daí a medição do analfabetismo se dar a partir dos 15 anos.  O segundo indicador é resultado de uma conta simples: o somatório de pessoas, independente da idade, que frequentam os cursos fundamental, secundário e superior é dividido pela população na faixa etária de 7 a 22 anos da localidade.   Estão também incluídos na conta os alunos de cursos supletivos de primeiro e segundo graus, de classes de aceleração e de pós-graduação universitária. Apenas classes especiais de alfabetização são descartadas para efeito do cálculo.  

LONGEVIDADE  

Para a avaliação da longevidade, o IDH municipal considera o mesmo indicador do IDH de países: a esperança de vida ao nascer. Esse indicador mostra o número médio de anos que uma pessoa nascida naquela localidade no ano de referência (no caso, 2000) deve viver. O indicador de longevidade sintetiza as condições de saúde e salubridade do local, uma vez que, quanto mais mortes houver nas faixas etárias mais precoces, menor será a expectativa de vida.  

RENDA  

Para a avaliação da renda, o critério usado é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor, soma-se a renda de todos os residentes e divide-se o resultado pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero).  No caso brasileiro, o cálculo da renda municipal per capita é feito a partir das respostas ao questionário expandido do Censo - um questionário mais detalhado do que o universal e que é aplicado a uma amostra dos domicílios visitados pelos recenseadores. Os dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são expandidos para o total da população municipal e então usados para o cálculo da dimensão renda do IDH-M.  

Com os piores índices de educação e renda, o resultado na análise do IDH por unidade da federação não poderia ser diferente: o Pará é o 24º colocado entre os 27, com índice de 0,646. O pior desempenho foi no indicador Educação, com 0,528. Os estados de Alagoas e do Maranhão são os dois piores.  Na outra ponta, o Distrito Federal registra os melhores índices, sendo o IDH mais alto do Brasil, com 0,824, índice considerado muito alto de desenvolvimento humano. A capital do país registrou, em 2010, 0,863 no indicador renda, 0,742, no de educação (alto) e 0,873 no de longevidade. São Paulo aparece logo depois do Distrito Federal, com 0,783 no IDH-M geral.  

(Diário do Pará)


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Flagrante: Van do IFPA é usada em encontro do PT-PA

18 de Setembro de 2017, 15:37, por AS FALAS DA PÓLIS

Van com adesivo do Governo Federal, que deveria ser de uso exclusivo do Poder Executivo foi flagrada transportando petistas para participarem de um encontro de mulheres, na tarde deste domingo (17).
Por Diógenes Brandão

Com o tema "+política, +poder=Sociedade mais justa!", o Encontro da Secretaria de Mulheres do PT-PA tornou-se acirrado, a ponto de provocar uma busca frenética das forças internas petistas para abocanhar a titularidade da pasta. Fraudando o processo eleitoral, ocorreu o que podemos chamar de falta de ética e de igualdade de condições, onde o abuso do poder econômico e de aparato estatal pela tendência interna controlada pelo senador Paulo Rocha, a levou a ser vencedora e elegeu sua candidata.

Mais uma vez, o diretório estadual do PT-PA se vê exposto diante de uma denúncia de fraude em seu processo de eleição interna. Dessa vez, o fato se deu na disputa para a sucessão da Secretaria de Mulheres, a qual aconteceu neste último domingo (17), no Sindicato dos Bancários do Pará, onde disputaram duas candidatas: Ray Cascaes, militante da Democracia Socialista de Barcarena e Elisângela Pinto, da Unidade na Luta, de Bragança. Elisângela venceu com uma diferença de 35 votos, de um total de 198 votantes e mais de 20 mil filiadas aptas a votar.

A baixa participação é um reflexo da má gestão que se repete no PT paraense, que vem de sucessivas derrotas eleitorais e tropeços em suas estratégias de campanha, o que soma-se ao bombardeio midiático e praticamente enterra o partido no Pará, tornando-o o que mais perdeu prefeitos no Estado e na capital, que acumula o total de 3% e 5% dos votos válidos nas duas últimas eleições para a prefeitura, onde o partido disputou com Alfredo Costa e Regina Barata, respectivamente.

Como se isso não fosse suficiente para uma mudança radical nos quadros e na postura dos seus dirigentes, a chapa da candidata eleita foi flagrada realizando o transporte de eleitores para a eleição da nova secretária de mulheres do PT-PA. Com a placa de Bragança, cidade da candidata eleita, a van do IFPA - Instituto Federal do Pará - foi fotografada em frente ao sindicato onde ocorria o encontro e a eleição petista.

Para a maioria dos filiados que o blog ouviu, os interesses que se escondem por de trás de uma eleição interna como essa, vão muito além da vaga no diretório. Só para se ter ideia do que representa eleger uma secretária de mulheres no PT paraense, tomamos alguns elementos para análise. 

O Estatuto garante que a titular da pasta tem direito a voz e participa das reuniões da Executiva Estadual do partido, o que garante maior poder de decisão dos grupos internos, sobre estratégias eleitorais e definições como a de abertura ou engavetamento de processos, que porventura cheguem para serem apurados pela comissão de ética. Além disso, a secretaria de mulheres é a única que tem verba partidária garantida por lei e por isso conta com 5% do Fundo Partidário do Diretório Estadual. 

Acontece que no final do evento, uma van do IFPA - Instituto Federal do Pará - com placa de Bragança, foi flagrada em frente ao sindicato onde acontecia o evento, transportando eleitores para a votação que acabara de acontecer.

Segunda uma fonte do blog, em uma foto da van, a mãe da candidata aparece olhando para a pessoa que a fotografou e na outra, a filha da candidata eleita aparece subindo no veículo.

Mãe da candidata eleita como Secretária de Mulheres do PT, dentro da Van do IFPA, logo após o encontro.
Em consulta ao site do Detran, o blog identificou que a van é registrada em Bragança, município da candidata eleita.

Filha da candidata eleita como Secretária de Mulheres do PT-PA, subindo na Van do IFPA, logo após o encontro.


Pelas redes sociais, o senador Paulo Rocha (PT-PA) comemorou e parabenizou sua candidata, eleita com o uso de veículo de um órgão federal.



Consultado pelo blog, o reitor do IFPA, Cláudio Alex informou que está tomando providência e já determinou um procedimento interno para averiguar os responsáveis pelo uso de um veículo da instituição federal a serviço de um grupo do Partido dos Trabalhadores.

O blog também tentou conversar com o presidente do partido no Pará, João Batista e com a secretária de finanças, Cláudia Lima e até com a candidata eleita, com o pedido de esclarecimentos, mas nenhum deles respondeu, até o fechamento desta matéria.

Leia também: 








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Macaco Simão Urgente! Hoje! Janot vira Já Not!

16 de Setembro de 2017, 7:08, por AS FALAS DA PÓLIS

Fê/Editoria de Arte/Folhapress 


Macaco Simão, na Folha

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!  

Piadas Prontas: "Morador de rua é condenado a prisão domiciliar". Calçada domiciliar! E tornozeleira analógica: amarra uma pedra no tornozelo! "Geddel alega risco de estupro na Papuda e pede para ir para casa". Tá com medo de tomar na Papuda! Zoofilia! Porcofilia! Com uma maçã na boca e uma farofa de bacon, eu até que comia!  

Rarará!  

Lady Gaga cancela show e o povo revoltado grita: "Passa no RH e apresenta o atestado!". E o grande hit da Lady Gaga: "NÃO VEM MAIS".  

Rarará!  

E atenção! Acharam a mala do Sarney. Com 1 trilhão de cruzados!  

Rarará!  

E o Janot atira a segunda flecha e sai correndo. Que tanta flecha ele atira? Janot Kaiowá!  Rarará!  E o Garotinho? A prisão do Garotinho é sempre um circo! "Garotinho é preso durante programa de rádio!". Enquanto ele fazia merchan de viagra natural!  

Rarará!  

Isso que é brochada! E o locutor disfarçando: "Garotinho foi embora com problemas de voz'. Voz de prisão! Rarará! Foi pra prisão domiciliar. Chupeta eletrônica!  E o depoimento do Lula? Um língua plesa falando de outro íngua plesa: "O Palófi mente mais que o Finóquio!". "O Palófi é mais difimulado que uma pafoquinha!"  

Rarará!  

E sabe por que o PMDB afastou o Geddel? Pra ter um porco a menos no partido!  

Rarará!  

E hoje o Janot vira Já Not! E o Janot com aquele cabelinho parece um lulu da pomerânia! E de repente o Janot virou perseguidor-geral da República. Corruptos viraram perseguidos. Todos inocentes, tadinhos! E como disse o Josias de Souza: na turma do Temer, quem não tem foro tá preso! O Temer não tem culpa. Ele caiu na turma errada!  

Rarará!  

O Vampirão devia voltar pro caixão, fechar a tampa e dormir mais 200 anos. No mínimo!  

Rarará!  

E adorei a charge do Amarildo: "No regime presidencialista, qual o nome dado ao líder do executivo?'. "Chefe de Quadrilha".  

Rarará!  

Nóis sofre, mas nóis goza!  

Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
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Cliente denuncia supermercado por péssimas condições de descanso dos funcionários

16 de Setembro de 2017, 6:21, por AS FALAS DA PÓLIS

Com salários baixos, não é a primeira vez que a grande rede varejista do Pará é denunciada nas redes sociais por explorar seus trabalhadores. Desta vez, por péssimas condições de descanso.

Por Diógenes Brandão

Cresce a polêmica entre internautas: Afinal de contas, a grande rede de supermercados, farmácias, magazines e Shopping Center "Líder", tem ou não um outro local que não seja o estacionamento, para seus funcionários passarem seus poucos minutos de descanso?

E o sindicato, o que diz sobre o fato?

Não deixem de ler os comentários dos internautas.



Em seu site, o supermercado se define da seguinte forma:

Quem diz que o Líder é o melhor são os consumidores. Em todas as pesquisas.  

Líder Supermercados 19 lojas cobrindo Belém, Ananindeua, Icoaraci, Castanhal e Barcarena.    

São os mais modernos e confortáveis supermercados da cidade. Esse fato tem gerado um belíssimo resultado em termos de imagem da marca: o Líder aparece em primeiro lugar na preferência dos consumidores, como o melhor supermercado da cidade em todas as pesquisas realizadas ao longo dos últimos quinze anos, por institutos como o Ibope, o Veritate, o BMP e o Simetria.  

Os supermercados do Grupo Líder estão situados, estrategicamente, na Grande Belém (distrito de Icoaraci e o município de Ananindeua) e nos municípios de Castanhal e Barcarena.  

O Grupo conta hoje com 16 lojas, e é a 16ª rede de supermercados do Brasil em faturamento.  O Grupo Líder, é o único que 'possue' (sic) a sua própria central de abastecimento, 'situado' (sic) na Augusto Montenegro, Km 8.
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Delator

16 de Setembro de 2017, 3:02, por AS FALAS DA PÓLIS


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