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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Entrevista com Bruno Meirinho na RPC: Sandro Dalpícolo acha que estamos no século XVIII

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

É assustador o quanto alguns repórteres são desinformados, conservadores ou simplesmente pau-mandados de seus chefes.

Vejam a pergunta de Sandro Dalpícolo na entrevista com Bruno Meirinho (PSOL), candidato à prefeitura de Curitiba, que ocorreu hoje (veja o vídeo):

Sandro Dalpícolo: Você fala, também, de elevar progressivamente o IPTU (Imposto Territorial Urbano) de imóveis vazios e até desapropriá-los. Isso quer dizer que imóvel como investimento pode não ser um bom negócio, se você for prefeito? (risadinha irônica)

Bruno Meirinho: Olha, a gente acredita que o direito fundamental está acima de tudo. O direito fundamental da moradia está acima dos interesses imobiliários. Então, eu acredito que uma economia é justa, uma economia de produção de habitação justa não é uma economia que vai sofrer com a nossa política. O que a nossa política ataca é a política especulativa, no mercado imobiliário. Com certeza, é especulação imóveis, casas, que poderiam ser destinadas à moradia de várias pessoas. Esse tipo de coisa não vai ser permitido na prefeitura do PSOL

A Constituição Social e Democrática de Direito de 1988 assegura a propriedade como direito fundamental, desde que ela cumpra sua função social!

A propriedade como bem supremo e intocável é uma realidade dos séculos XVIII e XIX. Avisem para o repórter, ou para o chefe do repórter, que já passamos pelo século XX e estamos no XXI.

Sr. Dalpícolo, imóvel utilizado para fins de especulação imobiliária e que não está cumprindo sua função social deve ser desapropriada sim!

A Constituição ainda é clara ao fixar que a propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor; e que as desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em dinheiro.

O município pode, mediante lei específica para área incluída no plano diretor, exigir do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de parcelamento ou edificação compulsórios; e imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo. Sobre o tema, ver ainda o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001).

Bruno Meirinho quer apenas aplicar a Constituição. E gente como o Dalpículo e seu chefe querem apenas que voltemos ao Estado liberal mínimo dos séculos XVIII e XIX!


Filed under: Direito, Política Tagged: Bruno Meirinho, RPC

Luciano Ducci entra com recurso no TRE para censurar e multar em mais de R$ 200 mil o Blog do Tarso

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Blog do Tarso venceu Luciano Ducci (PSB) na Justiça, e não foi censurado nem multado em mais de R$ 200 mil, como queriam os advogados do prefeito.

E não é que ao invés do prefeito se preocupar que está despencando nas pesquisas, seus advogados entraram com um recurso contra a decisão em primeira instância da justiça eleitoral?

Meus advogados vão ter que apresentar contrarazões em 24 horas.

Esses advogados do picolé-de-chuchu não têm o que fazer?

Se continuarem assim seu chefe não vai nem para o segundo turno e os “juristas” vão perder a boquinha.


Filed under: Direito, Política Tagged: Luciano Ducci

Dos que estão na frente Luciano Ducci tem a maior rejeição dos curitibanos. Gustavo Fruet pouco rejeitado

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Na pesquisa do Ibope que foi divulgada agora, Rafael Greca tem 26% de rejeição, Luciano Ducci tem 18% de curitibanos que não votam nele, Ratinho Jr com 17%, Avanilson com 12%, Bruno Meirinho tem Meirinho 11%, Alzimara e Gustavo Fruet 10% e Carlos Moraes 8%. 10% vtariam em qualquer um deles e 18% não sabem ou não responderam.


Filed under: Política Tagged: Gustavo Fruet, Luciano Ducci

Fri, 24 Aug 2012 21:54:16 +0000

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Blog do Tarso venceu Luciano Ducci (PSB) na Justiça, e não foi censurado nem multado em mais de R$ 200 mil, como queriam os advogados do prefeito.

E não é que ao invés do prefeito se preocupar que está despencando nas pesquisas, seus advogados entraram com um recurso contra a decisão em primeira instância da justiça eleitoral?

Meus advogados vão ter que apresentar contrarazões em 24 horas.

Esses advogados do picolé-de-chuchu não têm o que fazer?

Se continuarem assim seu chefe não vai nem para o segundo turno e os “juristas” vão perder a boquinha.


Filed under: Direito, Política Tagged: Luciano Ducci

77% dos curitibanos não votam em Luciano Ducci

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Na pesquisa do Ibope divulgada hoje, 77% dos moradores de Curitiba, se a eleição fosse hoje, não votariam no prefeito Luciano Ducci (PSB), pois escolheriam outros candidatos, anulariam, votariam em branco ou ainda estão indecisos. Ratinho Junior (PSC) 27%, Luciano Ducci (PSB) 23%, Gustavo Fruet (PDT) 21%, Rafael Greca (PMDB) 6%, Bruno Meirinho (PSOL) 1%, Branco/nulo 10% e não sabe 12%.

Ou seja, a oposição está forte em Curitiba. A grande maioria não quer que o candidato do governador Beto Richa (PSDB), o picolé-de-chuchu Luciano Ducci (PSB), continue no poder.

Os curitibanos vão dar um não à imobilidade, à paralisia, à incompetência dos governos Richa e Ducci e não vão reeleger o grupo neoliberal.


Filed under: Política Tagged: Luciano Ducci

Ibope: Ratinho Jr, Luciano Ducci e Gustavo Fruet continuam empatados. 12% de indecisos decidirão quem vai para o 2º turno

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Hoje o Ibope divulgou sua segunda pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela Prefeitura de Curitiba, por encomenda da RPC/Globo.

Há empate técnico, se contarmos com a margem de erro.

Ratinho Junior (PSC): 27%

Luciano Ducci (PSB): 23%

Gustavo Fruet (PDT): 21%

Rafael Greca (PMDB): 6%

Bruno Meirinho (PSOL): 1 %

Carlos Moraes (PRTB): 0%

Alzimara Bacellar (PPL): 0%

Avanilson Araújo (PSTU): 0%

Branco/nulo: 10%

Não sabe: 12%

Pesquisa realizada entre os dias 21 e 23 de agosto, com 602 pessoas de Curitiba. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), sob o número PR-00066/2012.


Filed under: Política Tagged: Ibope, pesquisa

Mussum é Fruitis. Didi… quer dizer, Doutor Renato, é picolé-de-chuchu curitibano!

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Renato Aragão, que faz a linha “sou bonzinho com as crianças carentes mas quero que seus pais se explodam” , que muitos dizem ser bastante arrogante, demitiu seu motorista que o chamou de “Seu Didi”:

“Não é Seu Didi, é Doutor Renato!”


Filed under: Política Tagged: Gustavo Fruet, Luciano Ducci, Mussum, Renato Aragão Didi

ObsCena: Gerdau feliz da vida com as privatizações do governo federal

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Filed under: Política Tagged: Câmara de Gestão e Planejamento, Jorge Gerdau Johannpetter

ObsCena: Câmara Municipal de Curitiba reformada, por fora bela viola por dentro pão bolorento

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fotos de Antônio More/ Gazeta do Povo

 


Filed under: Política Tagged: Câmara Municipal, Curitiba

ObsCena: comissionados com medo de perderem a boquinha destroem propaganda de Gustavo Fruet

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Do Blog do Esmael. Fotos: Junior Zarur.


Filed under: Política Tagged: Gustavo Fruet

ObsCena: Setran 220 pontos na carteira é Luciano Ducci!

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Blog do Esmael denuncia: o ex-secretário dos 220 pontos na carteira, Marcelo Araújo, fazendo campanha para o ex-patrão, Luciano Ducci (PSB), ao lado de funcionários da SETRAN – a Secretaria Municipal de Trânsito.


Filed under: Política Tagged: Luciano Ducci, Setran

Charge: Lei de Acesso à informação da Dilma X ICI do Luciano Ducci

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Filed under: Política Tagged: charge, Instituto Curitiba de Informática ICI, Lei de Acesso a Informação, transparência

Lei de Acesso à Informação já obrigava transparência do Terceiro Setor que recebe dinheiro público. LDO 2013 explicita exigência para Sistema S (serviços sociais autônomos)

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Segundo a Lei de Acesso à Informação, as entidades do Terceiro Setor que recebam dinheiro público devem ser transparentes. Agora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO 2013) da União – Lei 12.708, de 17.08.2012, deixa essa exigência explícita para as entidades do chamado Sistema S, os serviços sociais autônomos, como o SESC, o SESI e o SENAI.

Essas entidades constituídas sob a forma de serviço social autônomo, que recebem contribuições dos empregadores em decorrência de incidência sobre a folha de salários, deverão divulgar todo o trimestre, em sítio na internet, em local de fácil visualização, os valores arrecadados e a especificação de cada receita/despesa; e seus orçamentos de 2013; além de divulgarem e manterem atualizados os nomes e remunerações de seus dirigentes e demais trabalhadores.

Agora falta apenas uma lei obrigando, de forma expressa, que as concessionárias prestadoras de serviços públicos, como as empresas de pedágio em estradas e transporte coletivo municipal, divulguem suas receitas e despesas e as remunerações de seus dirigentes e trabalhadores.

Tarso Cabral Violin – professor de Direito Administrativo, advogado e editor-presidente do Blog do Tarso


Filed under: Direito Tagged: Lei de Acesso a Informação, serviços sociais autônomos, Sistema S, Terceiro Setor, transparência

Pepe Legal, o precipitado; Bob Filho, o incompetente; Patinho Duque, o picolé-de-chuchu; Smurfete, a Imelda Marcos; qual deles é o Dick Vigarista?

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Filed under: Política Tagged: Hanna Barbera

O regime diferenciado de contratações – Maurício Zockun, Rafael Valim e Augusto Dal Pozzo

23 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

No Valor Econômico de 23.08.2012

Anseia-se que todos os problemas nacionais sejam resolvidos em um passe de mágica. Equacionados por ideias geniais e revolucionárias, no mais das vezes decorrentes da adoção de soluções concebidas no estrangeiro – para solver-se, diga-se de passagem, de problemas dessemelhantes aos nossos.

É notório que o Brasil realizará quatro eventos esportivos internacionais: Copa das Confederações de 2013, Copa do Mundo de Futebol de 2014, Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. E para supostamente permitir a expedita e eficiente inversão dos recursos públicos necessários a realizá-los editou-se lei federal (nº 12.462, de 2011) criando um novo regime de contratação pública, inicialmente restrito a essas competições: o regime diferenciado de contratações públicas (RDC).

Sucede que o RDC não é um salvador da pátria. Primeiro porque foi inspirado em modelos jurídicos e culturais estranhos aos nossos, quais sejam: da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Federal Acquisition Regulation, dos Estados Unidos.

Aliás, de acordo com o jurista americano Steven Schooner, nos Estados Unidos realiza-se licitação porque se debita a melhor contratação ao “poder do mercado”; já entre nós realiza-se licitação por determinação republicana e por amor à igualdade de oportunidades e, claro, para também se realizar a melhor contratação.

Sem maiores embaraços qualquer jejuno em direito é capaz de perceber que a importação do modelo inspirador do RDC exigiria, afora o exame de conveniência, a necessária adaptação ao nosso ordenamento jurídico, o que, adianta-se, não ocorreu no caso. Basta ter em conta que o inconstitucional “orçamento sigiloso” contemplado no RDC foi transplantado dos mencionados regimes de contratações estrangeiros.

Segundo porque o regime de licitação e contratação pública existente – sem, portanto, as mágicas soluções concebidas no RDC – não obstaram a realização dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro de 2007. Além disso, é de geral conhecimento que a construção e/ou recuperação de estádios para realização da Copa do Mundo e Copa das Confederações vem se dando, grosso modo e quando decorrentes de licitação, ao amparo da Lei nº 8.666, de 1993, veiculadora das normas gerais de licitação e contratos administrativos para a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios.

Se o modelo atual já foi testado e se revelou capaz de atender demandas semelhantes – tanto que vem sendo atualmente empregado -, por que, com o perdão do coloquialismo, mudar o time que está ganhando?

 

A Lei nº 12.462 não poderia ter afastado a aplicação da norma geral de licitações

Não bastassem esses vícios que contraditam a razão de ser do RDC, a lei que o veiculou está enfermada por dezenas de inconstitucionalidades. Limitamo-nos a assinalar duas delas. Primeiramente, a lei do RDC não poderia ter afastado a aplicação da lei geral de licitações, como se deu na espécie. Deveras, a Constituição da República exige que as licitações e contratações públicas sejam obedientes a um modelo nacional, sem embargo de a União, os Estados e os municípios poderem ditar normas suplementares. Ao editar-se a lei do RDC criou-se, ao arrepio da ordem constitucional, um regime de licitação e contratação que convive à margem do regime geral, em invulgar desobediência à ordem jurídica.

Além disso, atribuiu-se ao administrador – e não ao legislador – a competência de definir quais obras, compras e serviços podem ser licitados por meio do RDC. Assim, nada impede que o administrador possa cambiar suas manifestações, considerando que certas obras, serviços ou bens ora são e ora não são submetidos ao RDC. É de salientar-se, aliás, a agudização dessa situação provocada pelo advento da Lei nº 12.688, deste ano, por meio da qual se estendeu o RDC às ações integrantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

E nem se alegue ser tarefa do administrador fixar esses parâmetros. Por um lado, porque o princípio da segurança jurídica exige a fixação de critérios objetivos para adoção do RDC, excluindo-se, por óbvio, o seguinte parâmetro objetivo: “aquilo que o administrador quiser”, como se deu na espécie.

Por outro, porque o legislador já cuidou de fixar parâmetros objetivos ao assinalar, por exemplo, que poderiam ser licitadas e contratadas pelo RDC as obras de infraestrutura e de contratação de serviços para os aeroportos das capitais dos Estados distantes até 350 quilômetros das cidades-sede dos mundiais. Assim, não haveria razão impeditiva para fixação de outros parâmetros objetivos no âmbito do RDC.

Em direito, os fins não justificam os meios, por mais louváveis que sejam os fins e os meios. Daí a insubsistência jurídica do regime diferenciado de contratações públicas.

Maurício Zockun, Rafael Valim e Augusto Dal Pozzo são professores de Direito Administrativo da PUC-SP e membros da diretoria do Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos da Infraestrutura (IBEJI)

 


Filed under: Direito Tagged: RDC licitações Copa do Mundo Jogos Olímpicos